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Estimule o couro cabeludo para ter cabelos mais saudáveis

Muito se fala sobre as hidratações e procedimentos para recuperar os cabelos, entretanto, muitas pessoas se esquecem da importância que o couro cabeludo tem na hora de manter os cabelos saudáveis, longe do ressecamento, oleosidade e até mesmo da caspa. «A pele da cabeça, no couro cabeludo, é muito vascularizada e é a região em que nascem os cabelos. Portanto, deve sempre ser mantido limpo e saudável», explica o dermatologista capilar Valcinir Bedin, de São Paulo.

Massagens, esfoliações e hidratações específicas para a região estão entre os procedimentos que ajudam a estimular a circulação sanguínea dessa região. «É importante fazer a esfoliação do couro cabeludo, pelo menos, uma vez por mês. Isso vai higienizar e revitalizar o couro, removendo as células mortas e favorecendo a circulação sanguínea», ressalta a cabeleireira e terapeuta capilar Adriana Carlos do salão Éclat, do Rio de Janeiro.

Os tratamentos alternativos são benéficos, mas é importante ter o cuidado para não abrir mão dos cuidados convencionais. «O uso de xampu anti-caspa, por exemplo, não pode ser abandonado por quem sofre com o problema», aponta o dermatologista. Conheça, a seguir, quatro métodos direcionados a saúde do couro cabeludo.

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Argila verde: o que é, para que serve e benefícios

1.Massagens

As massagens específicas para o couro cabeludo envolvem técnicas relaxantes e drenantes, que melhoram a circulação sanguínea e desintoxicam os bulbos capilares, fazendo com que os tratamentos para os fios, como uma hidratação, tenham um melhor resultado. As estimulações do couro cabeludo têm a intenção de melhorar a vascularização desta pele, o que ajuda muito na oxigenação e, portanto, no transporte de nutrientes para esta área.

«O shiatsu capilar e as massagens específicas do couro cabeludo, que usam as pontas dos dedos para movimentos circulares e de baixo para cima nas laterais e na nuca, podem ajudar nessa função», ressalta o dermatologista dos cabelos Valcinir Bedin.

2.Hidratações

É possível hidratar o couro cabeludo com princípios ativos, como a ureia e o lactato de amônio, que tem alto poder emoliente. «Enquanto o último promove a hidratação do couro retendo água, a ureia tem como principal função hidratar e amaciar o cabelo», diz Bedin.

A saúde dos fios começa no couro cabeludo, por isso, antes de escolher os procedimentos, o ideal é fazer uma análise da área com uma terapeuta capilar. Segundo a cabeleireira do salão Éclatà é muito difícil ver a «olho nu» os reais problemas do couro cabeludo. Um aparelho específico, que aumenta em 250 vezes a área e estrutura capilar, constata se o problema é a falta de água e o cabelo precisa de hidratação ou se ele precisa de uma reconstrução com estimulações do couro cabeludo e máscaras, para devolver queratina e a proteína aos fios.

3. Terapia com argila

Elas são mais uma aliada nos tratamentos para o couro cabeludo. De acordo com o hair especialist Chris Villas Boas, do salão Visage Coiffeur, do Rio de Janeiro, o tratamento com argila branca desintoxica o couro cabeludo, diminui a oleosidade e esfolia o couro, removendo as impurezas. «O procedimento funciona da seguinte forma: misturamos a argila branca com água morna e aplica-se mecha por mecha no cabelo e no couro cabeludo, que é massageado. A mistura fica 25 minutos no cabelo», explica Chris.

4.Menta Terapia

O mentol é utilizado para amenizar a queda de cabelo, estimular o crescimento do fio e reduzir o excesso de sebo do couro cabeludo. O procedimento envolve uma esfoliação do couro cabeludo, uma lavagem com xampu e a aplicação da máscara de menta. O poder adstringente do mentol é facilmente comprovado, basta ver os produtos à base desta substâncias, indicados para combater a caspa e a oleosidade dos fios.

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Psoríase invertida: principais sintomas e como tratar

A psoríase invertida também é conhecida como psoríase flexural ou das dobras. Ela ocorre entre 2 e 6% dos pacientes psoriáticos e trata-se de uma forma distinta de psoríase com localização especial, podendo se manifestar em áreas úmidas, como axilas, virilhas, inframamárias e genitais.

Pacientes com predisposição genética associado a sobrepeso, dobras profundas, flexuras com umidade e atrito constante são mais sensíveis a essa variedade.

Principais sintomas da psoríase invertida

As lesões da psoríase invertida se caracterizam por placas avermelhadas, brilhantes, com pouca ou nenhuma descamação em locais com dobras de pele, como virilhas, axilas ou debaixo das mamas.

As lesões estão associadas a fissuras e consequentemente dor, agravadas pelo suor e atrito da pele, sendo muitas vezes confundida com lesões fúngicas ou bacterianas.

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Entenda os sintomas, tratamentos e causas da Psoríase

Cuidados e tratamentos da psoríase invertida

O tratamento da psoríase invertida pode ser difícil devido à sensibilidade da pele nestas áreas e por ser lesões propensas a associação com infecção fúngica.

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Psoríase: o que é, sintomas, tratamento e é contagioso?

Cremes e pomadas são considerados muito eficazes mas devem ser aplicados com orientação. Pelo fato da pele ser mais fina e absorver o produto rapidamente, eles não podem ser isolados por aumentar o risco de efeitos secundários e irritação.

Os pacientes com psoríase invertida grave podem ocasionalmente necessitar de fototerapia com ultravioleta B ou medicamentos sistêmicos para controlar a condição. Estes tratamentos podem ser utilizados sozinhos ou combinados, dependendo como a pele reage a cada tratamento.

Todos os medicamentos devem ser usados com cautela e sob a supervisão de um médico dermatologista.

Artigo feito com a colaboração da dermatologista Angela Sanderson (CRM-SP 136234 e RQE 62476)

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Yoga: conheça a história e os tipos existentes

A palavra Yoga, nessa grafia, vem do sânscrito, língua falada por um povo que vivia ao norte da Índia, por volta de mil anos antes de Cristo. Nessa língua todas as palavras terminadas em A são masculinas ou neutras e, por essa razão, muitas pessoas tratam o yoga de ?senhor?, assim como os asanas (posturas) ou pranayamas (controle da respiração). No entanto, da mesma forma que as posturas precisam ser confortáveis, podemos dizer que a ioga veio para o Brasil para ficar e a cada ano encanta e ajuda mais pessoas em termos de saúde, autoconhecimento e bem-estar.

A palavra, em si, quando estudada de acordo com a sua etimologia, transmite a ideia de controle sobre algo e união. O Yoga representa um conjunto de filosofias, teorias e diversas práticas que fazem parte da cultura da Índia de tal forma que parece existir desde sempre. Por essa razão, existem estudiosos envolvidos em encontrar dados e informações com o objetivo de tentar esclarecer onde e quando o Yoga começou.

Estudiosos indicam que os primeiros registros da prática são datados de 3500 a 1500 anos antes de Cristo, passando pelo Budismo (600 a. C.), Patañjali (Raja-yoga e o Yogasutra ? 400 a 200 a.C.), Bhaghavad Gita (Bhakti Yoga, Karma Yoga e Jnana Yoga ? 400 a.C. a 400 d.C.), Tantrismo (com alguns esboços do Hatha-Yoga e Kundalini Yoga), reafirmação do Yogasutra até chegar em Goraknath , primeiro sistematizador do Hatha-Yoga (1100 d.C.).

De modo abrangente, o Yoga foi sistematizado no Yogasutra de Pajanli, um sábio que organizou os ensinamentos em 196 frases (aforismos), sendo esses distribuídos no entendimento de oito partes:

  • 1 e 2 -Yamas e Niyama: normas de conduta e atitudes para saúde mental
  • 3 – Asanas – posturas
  • 4 – Pranayama – controle da respiração
  • 5 a 7 – Técnicas de concentração e meditação
  • 8 – Samadhi: meditação profunda.

O primeiro sutra de Patanjali diz que Yoga é a paralisação do turbilhão da mente e, a partir daí, ensina através do conforto e bem-estar as práticas e filosofia do método. Com o decorrer do tempo, as práticas foram modificadas e deram início a várias escolas com tradições variadas, que, por sua vez, originaram outras reformas tornando a doutrina e a prática diferentes em cada corrente de ensino.

De acordo com a literatura, existem seis tipos de Yoga que alcançaram maior destaque: Râja-Yoga, Hatha-Yoga, Jnâna-Yoga, Bhakti-Yoga, Karma-Yoga e o Mantra-Yoga.

  • Râja-Yoga ou Yoga Clássico (sistematizado por Patanjali): considerado como Yoga próprio daqueles que possuem o controle da mente
  • Hatha- Yoga ou Yoga Vigoroso: tem como objetivo transcender a consciência e realizar a si mesmo. O Hatha-Yoga está relacionado com o desenvolvimento do corpo, para que esse possa suportar a força da realização transcendente
  • Jnâna-Yoga é o Yoga do Conhecimento: busca a realização de si mesmo através do discernimento entre o real e o irreal
  • Bhakti-Yoga ou Yoga do Amor: transforma a devoção em uma forma de meditação
  • Karma-Yoga é o Yoga da Ação: cada um deve executar a ação que lhe cabe sem esperar reconhecimento, sem apego
  • Mantra-Yoga: busca atingir a transcendência através de mantras, que são expressões vocais sagradas.

Mais recentemente, surgiram outras vertentes do Yoga, como:

  • Yoga-Nidra: forma de meditação adaptada em 1962 pelo Swami Shivananda Saraswati, utilizada no retraimento ou convergência dos sentidos
  • Iyengar Yoga: método baseado no Yogasutra, mas com acessórios e adaptações que facilitaram a prática criada por B.K.S Iyengar (1918-2014)
  • Vinyasa Yoga: prioriza os movimentos coordenados com a respiração e não é sistematizado. Dentre os estilos mais famosos estão o Ashtanga (por volta de 1950-1970), prática de posturas seguidas em forma de sequência com alta exigência física e o Power Yoga (1990), mais voltado para a ginástica.

Escrever sobre Yoga é sempre um desafio, então as informações foram baseadas em algumas das fontes citadas abaixo. Vale a pena a visita e a leitura.

Na internet:

  • http://www.iyengar.com.br/
  • http://yoga.about.com/
  • http://www.humaniversidade.com.br/
  • http://nazareuniluz.org.br/
  • http://marcosrojo.com.br/
  • http://hermogenesyoga.com.br/
  • http://www.yogashimada.com.br/
  • http://www.monjacoen.com.br/
  • http://lonavalayoga.org/.

Nos livros:

  • O que é Yoga. Editora Nova Era. Professor Hermógenes
  • Estudos sobre o Yoga. Editora Phorte. Autores diversos como Marcos Rojo, Mario Ferreira e Lilian Cristina Gulmine
  • Yoga: Imortalidade e Liberdade. Editora Palas Athena. Mircea Elíade
  • A tradição do Yoga. Editora Pensamento. Georg Feuerstein.
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Amamentação: benefícios, dificuldades e como superá-las

O que é amamentação

Por GreenMiles/Shutterstock
Por GreenMiles/Shutterstock

A amamentação é o ato de alimentar um bebê com leite materno, através dos seios da mãe. Também chamada de aleitamento, é a melhor opção para nutrir o bebê nos primeiros anos.

A recomendação é que seja exclusiva nos 6 primeiros meses. Ou seja: durante este tempo, nenhum complemento, nem mesmo água, deve ser oferecido. O leite materno já tem todos os nutrientes necessários para alimentar e hidratar o bebê.

Por quanto tempo amamentar

A primeira mamada pode ocorrer logo na sala de parto. Quando o bebê nasce, o ideal é que seja colocado pele a pele com sua mãe, quando irá buscar o seio pelo reflexo de sucção.

A amamentação na primeira hora, chamada de «hora de ouro», aumenta as chances de sucesso de todo o processo e ajuda a mãe a ter leite mais rapidamente. Por auxiliar nas contrações uterinas, diminui o risco de hemorragia pós-parto. Entenda a importância da hora de ouro.

Até os 6 meses, tudo que o bebê precisa tem no leite materno. Após a introdução alimentar, a mãe pode continuar amamentando entre as refeições, que vão aumentando gradativamente.

Saiba mais:
Leite materno: 5 vantagens do alimento vão além dos nutrientes

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, até os 2 anos, o bebê ainda deve ser amamentado.

Benefícios para o bebê

  • Aumenta imunidade
  • Protege contra alergias
  • Ajuda na formação da mandíbula
  • Diminui as cólicas
  • Nutre de forma integral
  • Reforça o vínculo com a mãe

Imunidade: Com a amamentação, o bebê recebe os anticorpos que da mãe antes de criá-los por si.

Proteção contra alergias: Estudos já comprovam que bebês amamentados naturalmente têm menos alergias.

Formação da mandíbula: Ao mamar, bebê tem os ossos do crânio estimulados, melhorando o encaixe dos dentes e garantindo a formação certa

Menos cólicas: O leite materno contém enzimas já conhecidas pelo organismo da criança e proteínas de fácil digestão

Nutrição: Os nutrientes vêm na medida certa para que sejam absorvidos pelo organismo do bebê
Vínculo com a mãe: Mamar faz o bebê se sentir acolhido e amado

Benefícios para a mãe

  • Emagrece
  • Previne câncer de mama e ovário
  • Reforça o vínculo
  • É anticoncepcional natural
  • Ajuda o útero a voltar ao tamanho normal
  • Traz economia

Emagrece: Para produzir leite, o corpo da mãe gasta mais calorias do que o normal. Por isso, amamentar ajuda a retornar ao peso de antes da gravidez

Previne câncer de mama e ovário: Mulheres que amamentaram são menos atingidas por essas doenças
Vínculo com o filho: Amamentar é um momento especial compartilhado só pelos dois, em que a mãe fornece alimento para que o pequeno sobreviva

Anticoncepcional natural: Enquanto a amamentação é o único alimento do bebê, os hormônios da mãe fazem com que ela não ovule

Ajuda útero a voltar ao normal mais rápido: Os hormônios envolvidos na amamentação estimulam que o útero diminua após a gravidez

Economia: Quando a mãe amamenta, ela não gasta dinheiro com fórmulas industrializadas, que costumam ser caras

Saiba mais:
Alimentos que afetam o leite materno

Dificuldades da amamentação

No entanto, o processo de amamentar envolve dificuldades, principalmente no começo:

  • Fissuras e dor: As «rachaduras» acontecem quando a pele dos mamilos já está sensível e se rompe por causa das mamadas, causando muita dor. O mau posicionamento e a pega errada geralmente são os responsáveis. O pediatra ou uma consultora de amamentação podem ajudar nestes casos. Veja como evitar rachaduras dos mamilos.
  • Leite «empedrado»: O leite empedrado acontece quando os seios ficam muito «carregados» de leite e causam dor. Isso é evitado ao esvaziar as duas mamas sempre. Veja como evitar que o leite empedre.
  • «Pouco» leite: Não existem mulheres saudáveis que não consigam produzir leite suficiente. Quanto mais o bebê suga, maior é a produção do leite. Ou seja: se ele mamar mais, mais leite você vai ter.
  • Mastite: Chamada de infecção mamária, pode causar dor no peito, inchaço, calor e vermelhidão da mama. Também prevenida com a drenagem total das mamas. Veja como a mastite é tratada.
  • Hiperlactação: Há algumas mulheres que acabam produzindo muito leite, podendo levar a mastite e empedramento. Entenda sinais da hiperlactação.

Como amamentar: posição e pega correta

«A amamentação é algo natural porque é fisiológico do ser humano, mas deve ser aprendido e ensinado», define Loretta Campos, pediatra e consultora internacional em aleitamento materno.

Por isso, é preciso saber como posicionar seu bebê. Em geral, é importante que ele esteja de frente para a mãe, barriga com barriga, e com a cabeça no nível superior ao dos quadris, para evitar o refluxo.

Algumas opções são com a mãe sentada e ele no colo (posição tradicional); o bebê na posição lateral da mãe, por baixo do braço; e a posição em cavalinho, quando o bebê fica na vertical.

A pega correta também é essencial para o sucesso da amamentação. O queixo do bebê deve tocar o seio e o nariz deve estar livre para respirar. A aréola, não apenas o mamilo, deve estar dentro da boca do bebê e enquanto seus lábios estão para fora.

«Estalos sugerindo que o bebê possa estar engolindo ar, muita dor no mamilo no momento de amamentar, irritabilidade e agitação do bebê normalmente sugerem que a pega precisa ser melhorada», afirma Lílian Cristina Moreira, pediatra e homeopata.

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PEGA CORRETA NA AMAMENTAÇÃO Eu adoro esse vídeo. Acho muito didático e sempre indico pra demonstrar a importância da pega correta. O bico do seio é sensível porém elástico. Chega até o fundo da garganta enquanto a boca massageia e pressiona os dutos mamários envolvendo o máximo possível da auréola como bem explicado no vídeo. A pega errada é a principal razão de fissuras e dor na amamentação. E você, teve dificuldade com a amamentação? Conta pra gente! #boraparir #boraamamentar #livredemanda #leitematerno

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De quanto em quanto tempo amamentar?

É comum que as mães marquem horários para oferecer o seio ao bebê. No entanto, a amamentação em livre demanda, oferecida sempre que o bebê demonstrar interesse, se mostra mais vantajosa.

«A livre demanda permite que o bebê regule seu ciclo de fome e saciedade de forma natural. Isso vai assegurar que o bebê receba os nutrientes conforme a sua real necessidade, atendendo a sua demanda biológica para crescer e se desenvolver», explica a pediatra Lílian.

Dieta para amamentação

A produção de leite requer um gasto energético considerável. Para a produção de 100 mL de leite, aproximadamente 65 calorias, a lactante gasta 85 calorias.

Por isso, é importante que a mãe que está amamentando tenha uma alimentação saudável e não restritiva, além de beber muita água.

Os alimentos que devem evitar durante a amamentação são as bebidas alcoólicas e os processados. Em relação às cólicas do bebê, não há evidências suficientes que sejam causadas por algum alimento da mãe.

Remédios comuns proibidos na amamentação

Em geral, os remédios que não devem ser tomados durante a amamentação são os psicotrópicos, como antidepressivos. No entanto, é importante consultar a bula e o médico sempre que precisar de uma medicação.

Amamentação cruzada

Amamentar um filho que não é seu pode parecer um ato de solidariedade. No entanto, a amamentação cruzada não é indicada. Isso porque há o risco de transmitir doenças, como o HIV, ao bebê.

Profissionais que ajudam na amamentação

É importante que a amamentação seja acompanhada e avaliada por algum profissional ainda na maternidade. Quem pode ajudar neste momento e em qualquer dificuldade no processo são:

  • Pediatra
  • Consultora de amamentação
  • Ginecologista

Produtos

Alguns itens podem colaborar com o processo do aleitamento. Entre eles, estão:

Sutiã para amamentação

Ajuda a deixar o seio à mostra mais rápido do que os convencionais

Concha para amamentação

Armazena o restante do leite que pode sair das mamas após o bebê parar

Almofada para amamentação

A almofada, em formato de «U», é acoplada ao corpo da mãe para apoiar o pequeno quando ele for mamar.

Poltrona para amamentação

A poltrona específica para amamentar tem o formato mais adequado a uma mãe segurando seu filho.

Como fazer o desmame

Encerrar a amamentação pode ser um processo difícil para as mães. No entanto, fazer isso de forma gentil ajuda a evitar traumas nas duas partes.

O ideal é começar com o desmame noturno, tirar a mamada da tarde, depois da manhã e, por último, antes de dormir. O processo é gradual e pode durar meses. Veja os cuidados para o desmame.

Fontes:

  • Lílian Cristina Moreira, pediatra e homeopata (CRM/RJ 532920)
  • Loretta Campos, pediatra a consultora internacional em aleitamento materno (CRM/GO: 10819-3)
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Diabetes gestacional: cuidados devem ser redobrados

Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença. O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é diagnosticada, pela primeira vez, durante a gravidez. Pode atingir até 7% das grávidas, mas não impede uma gestação tranqüila, quando é diagnosticado precocemente e recebe acompanhamento médico, durante a gestação e após o nascimento do bebê.
Várias são as mudanças metabólicas e hormonais que ocorrem na gestação. Uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar, ou até mesmo , com elevado risco de mortalidade materno-fetal e parto prematuro.bloquear, a ação da insulina materna. Para a maioria das gestantes isso não chega a ser um problema, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação de insulina. Entretanto, nem todas as mulheres reagem desta maneira e algumas delas desenvolvem as elevações glicêmicas características do diabetes gestacional.
Por isso, é tão importante detectar o distúrbio, o mais cedo possível, para preservar a saúde da mãe e do bebê. O tratamento do diabetes gestacional tem por objetivo diminuir a taxa de macrossomia os grandes bebês filhos de mães diabéticas evitar a queda do açúcar do sangue do bebê ao nascer e diminuir a incidência da cesareana. Para a mãe, além de aumento do risco de cesareana, o diabetes gestacional pode estar associado à toxemia, uma condição da gravidez que provoca pressão alta e geralmente pode ser detectado pelo aparecimento de um inocente inchaço das pernas, mas que pode evoluir para a eclâmpsia, com elevado risco de mortalidade materno-fetal e parto prematuro.
Diante de tantos riscos potenciais, é essencial que as futuras mamães façam exames para checar a taxa de açúcar no sangue durante o pré-natal. As grávidas devem fazer o rastreamento do diabetes entre a 24ª e a 28ª semana de gestação. Mulheres que integram o grupo de risco do diabetes devem fazer o teste de tolerância glicêmica, antes, a partir da 12ª semana de gestação. Os exames são fundamentais para um diagnóstico preciso, porque os sintomas da doença não ficam muito claros durante a gravidez. Muitos sintomas se confundem com os da própria gestação, como vontade de urinar a todo momento, sensação de fraqueza e mais apetite.
Importância da terapia nutricional
Diagnosticado o diabetes gestacional, a gravidez precisa ser cercada de novos cuidados. O controle da alimentação, por exemplo, deve ser feito com a ajuda de um profissional capacitado. Dietas mal elaboradas podem interferir no desenvolvimento do feto. Dietas abaixo de 1200 Kcal/dia ou com restrição de mais de 50% do metabolismo basal não são recomendadas, pois estão relacionadas com desenvolvimento de cetose.
A terapia nutricional é um aliado importante. Para muitas mulheres é suficiente para manter a glicemia dentro dos valores recomendados pelo médico. Na gravidez, a mulher deve ganhar um mínimo de peso, em geral entre 10 e 12 quilos, para mulheres que estão com o peso adequado. Suas escolhas alimentares devem ser saudáveis. Será
necessário relembrar os conhecimentos básicos de nutrição.
Dentre os objetivos da terapia nutricional deve constar, também, um limite para ganhar peso, recomendado às mulheres obesas. Isso é imprescindível, porque é mais freqüente que mulheres obesas desenvolvam diabetes durante a gestação. O ganho de peso máximo recomendado para essa situação é de mais ou menos 7kg. A dieta pode ser acompanhada de exercícios leves como nadar ou caminhar.
Terapia insulínica
Caso haja dificuldade para atingir resultados satisfatórios do controle da glicemia somente com a dieta, há ainda a terapia insulínica, como uma alternativa de tratamento. O tratamento com insulina está, em geral, indicado quando as taxas de glicose em jejum ficam acima de 105 mg/dl e as taxas de glicose medidas 2 horas após as refeições acima de 130 mg/dl. É comum haver a necessidade de aumento das doses de insulina no final da gravidez, a partir do terceiro trimestre, porque a resistência à insulina, geralmente, aumenta neste período. No terceiro trimestre da gravidez, os níveis baixos de glicose que levariam à hipoglicemia são raros. Contudo, grávidas que usam insulina correm o risco de apresentar hipoglicemia. Para prevenir os incômodos sintomas de uma crise de hipoglicemia, a gestante deve seguir o seu planejamento alimentar, respeitar os horários das refeições e fazer adequações necessárias em sua alimentação, quando for praticar algum tipo de exercício.
Controle da doença
Após o parto, geralmente o diabetes desaparece, mas essas pacientes têm grande risco de sofrerem o mesmo transtorno em gestações futuras e 20-40% de chance de se tornarem definitivamente diabéticas nos próximos 10 anos. Além das complicações no pós-parto imediato, estudos demonstraram que os fetos macrossômicos têm risco aumentado de desenvolverem obesidade e diabetes durante a adolescência, por isso, os cuidados com a alimentação prosseguem após o parto, para mãe e filho.
Você teve alguma problema de saúde durante a gestação? Quais foram os seus cuidados?

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Salve vidas doando sangue

O doador de sangue é o elemento vital ao funcionamento de um hemocentro e de um hospital. Por isso, as pessoas saudáveis devem ser conscientizadas quanto à importância da doação voluntária.
A falta do estoque de sangue em um hospital pode levar ao cancelamento de cirurgias e de procedimentos. Um exemplo é o doente que faz quimioterapia, já que, caso não receba o suporte de transfusão, poderá não resistir ao tratamento. Além disso, pode ser um enorme prejuízo ao paciente o adiamento de cirurgias cardíacas, de transplantes de rim, de fígado, de medula óssea, entre outros procedimentos que necessitam de sangue e de plaquetas.
Um grande desafio enfrentado pelas instituições de saúde é manter e elevar a doação de sangue. Atualmente, os doadores representam apenas 1,7% da população brasileira. Pelo fato de essa quantidade não fazer falta ao organismo, nada justifica as pessoas não adotarem essa prática.
Para se tornar um doador, é preciso apresentar um documento de identificação e preencher um cadastro no banco de sangue. Em seguida, com apenas um furinho no dedo, é possível verificar se o voluntário está com anemia. Também é conferida a pressão arterial, o pulso, a temperatura do candidato, além de ser realizada uma entrevista, chamada de triagem clínica, cuja finalidade é avaliar os antecedentes patológicos e os possíveis fatores de risco do doador.
A entrevista não tem o objetivo de ser um interrogatório para investigar a vida das pessoas, mas de levantar informações em prol da proteção de quem está doando, além de assegurar a qualidade do sangue que será transfundido.
Por fim, são realizados testes em todos os doadores para identificar possíveis doenças, como o vírus HIV, HTLV, hepatites (C e/ou B), sífilis ou de Chagas, como também para determinar o grupo sangüíneo ABO e o fator RH (positivo ou negativo).
Não podem realizar doação as pessoas que já tiveram hepatite; são portadores do vírus HIV ou de alguma doença infecciosa transmitida pelo sangue; diabéticos que usam insulina; mulheres grávidas ou em fase de amamentação; indivíduos com febre; com peso abaixo de 50 kg; maiores de 65 anos; que tenham se submetido a grandes cirurgias; recebido transfusão; feito tatuagem ou colocado piercing há menos de um ano.
Em uma única doação é possível salvar até quatro vidas, uma vez que o material é separado em diferentes hemocomponentes concentrado de hemácias (glóbulos vermelhos), concentrado de plaquetas, plasma e crioprecipitado que podem ser utilizados em diversas situações clínicas.
De qualquer modo, é necessária a conscientização de que a doação de sangue precisa ser feita não apenas em épocas de campanhas para o reabastecimento de baixo estoque, mas durante todo o ano. O sangue doado tem sempre utilidade e nunca sobra, pelo contrário, faz falta.
Cinthya Duran é professora do curso de Biomedicina da UNINOVE

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Hematoma: como fazer para cuidar e tirar as manchas roxas?

Conteúdo atualizado em 03/05/2020

Algumas pessoas têm facilidade de apresentar hematomas no corpo. Elas são manchas na pele que inicialmente se apresentam roxas, bem delimitadas, às vezes doloridas e outras também levemente endurecidas. Com o passar do tempo, elas ficam borradas, com bordas menos delimitadas, e vão mudando de cor para verde escuro, marrom e acastanhadas.

Hematoma ou equimose?

Na maioria das vezes são decorrentes de pequenos traumas, como batidas ou topadas em algum objeto ou móvel que podem ser ou não lembradas. Quando os traumas são fortes o suficiente para romper vasos sanguíneos da pele, causando o seu extravasamento, formam os chamados popularmente de hematomas.

Na verdade, o hematoma por definição deve ter algum conteúdo sanguíneo palpável e a equimose é a marca sem o conteúdo sanguíneo (não há sangramento no montante suficiente para haver coleção liquida). Algumas vezes há confusão entre um e outro.

O hematoma realmente é a lesão vascular com a formação de uma coleção de sangue que pode ser muito pequena ou maior, necessitando drenagem, e ela pode ser até mesmo uma complicação de algum procedimento cirúrgico.

Na grande maioria das vezes, nos referimos à equimose, as manchas roxas que aparecem na pele, que podem ser decorrentes desses pequenos traumas, como aparecerem de forma imperceptível, sem que lembremos de algum tipo de trauma, como por exemplo, as chamadas manchas melancólicas que ocorrem mais frequentemente nas coxas, nas mulheres, no período pré-menstrual.

Outras também frequentes queixas de pacientes mais idosos são aquelas que aparecem nos antebraços e dorso das mãos na pele dos idosos pelo «afinamento», flacidez e fragilidade vascular da pele decorrente do envelhecimento intrínseco (causado pela idade) e extrínseco (ocasionado pelo sol), quando qualquer pequena «batidinha» acaba levando a formação de manchas roxas extensas e às vezes até a corte da pele fina.

Nestes casos, o dermatologista poderá prescrever, além de hidratantes específicos, cuidados locais e produtos dermatológicos para melhorar a qualidade da pele, incluindo o protetor solar, indispensável a todos.

Outras vezes, essas feridas ocorrem com maior freqüência quando o paciente utiliza medicamentos que «afinam» o sangue como por exemplo, o ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios, vitaminas em excesso, homeopáticos em excesso.

Mas independentemente todos devem procurar um médico, quer seja um dermatologista ou um clínico geral para realizar um «check-up», pois doenças graves também levam ao distúrbio de coagulação do sangue. Entre as doenças, podemos citar a leucemia, algumas doenças do fígado, sem esquecer atualmente de doenças contagiosas.

Como evitar a mancha roxa após uma batida?

Compressa de gelo e pomada

Imediatamente após o trauma, seria interessante comprimir o local com uma compressa gelada ou um gelo coberto com pano ou toalha (para evitar queimaduras da pele pelo frio), massagem local com um creme à base de mucopolissacarídeo também pode ajudar, desde que a pessoa não tenha alergia ao produto.

O resfriamento local tem a intenção de contrair o vaso sanguíneo diminuindo ou cessando a perda de sangue. Se o hematoma já estiver formado, o creme pode ajudar, mas nos casos com grande volume de sangue, há necessidade, em alguns casos, de intervenção medica.

Compressas mornas

Quando o hematoma é mais antigo, compressas mornas podem ajudar a «amolecer» o conteúdo tentando acelerar o processo de «limpeza» local, ou seja a absorção do hematoma e resolução do processo. Não há muitas opções realmente eficazes em termos tópicos (cremes) para a melhora do quadro.

Procedimentos

Em alguns casos específicos, os dermatologistas podem utilizar aparelhos de LED médico, lasers específicos, luz intensa pulsada e alguns aparelhos de ultrassom estético para evitar a pigmentação da pele, para encurtar o período de convalescência.

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Os 10 mandamentos de quem quer seguir uma dieta

1 – Não conte a ninguém ! Simplesmente faça. Alguns » amigos » encontram » consolo » no fracasso alheio e inconscientemente torcem contra. Outros poderão perguntar se já alcançou algum resultado e os detalhes da dieta, tornando-a sem querer uma cobrança pra você. Geralmente familiares mais próximos, com a melhor das boas intenções, fazem muita pressão e criam muitas expectativas, estressando quem quer seguir uma dieta.
2 – Ao recusar uma guloseima, simplesmente diga «não, obrigado». Jamais abra o motivo : «estou de dieta». Em comemorações ou festividades, ao expor este motivo, pessoas ao redor, na melhor das boas intenções, podem aumentar a tentação, insistindo : «ah, só unzinho não faz mal… «ou» só um pedacinho.. .»ou» só hoje, está tão gostoso…». Melhor desculpa: «não gosto muito disso», se insistem : «pra falar a verdade, detesto isso». Ninguém insistirá, nem ficarão com pena de você, nem repararão (e comentarão) a cada semana se você está realmente emagrecendo.
3 – Não se engane. Muitas pessoas vão até consultórios, compram revistas, livros de dietas, etc e tal, só para darem uma satisfação à alguém ou pensarem que estão fazendo alguma coisa. Na verdade fazem a dieta de vez em quando e vivem arranjando desculpas para continuarem comendo tudo o que gostam, na quantidade que gostam. Ou seja, vivem se enganando. Quando você quer mudar algum hábito ou conseguir alguma coisa, você acha solução para todos os obstáculos e não procura desculpas nem fica colocando empecilhos.
4 – Tempo é uma questão de prioridade. Existem pessoas que têm tempo, aposentados por exemplo, e usam a desculpa esfarrapada «não tenho tempo» colocando uma série de deveres corriqueiros, burocráticos e secundários na frente do objetivo principal. É a questão anterior, estão se enganando. Mas existem pessoas que realmente são muito ocupadas e a dieta tem que ser encaixada numa agenda apertada. Sempre uso o exemplo de Abílio Diniz, presidente do grupo Pão de Açúcar. Pode ser difícil, mas não é impossível. Lembre-se: nenhuma vitória cai na cabeça de ninguém. Todas elas exigem um certo sacrifício seu. Resta saber se vale a pena.
5 – Afaste as tentações. Não tenha em casa, não coloque na mesa, nem faça para os outros aquilo que você não pode comer. Assim, fica mais fácil Ter força de vontade.
6 – Não desista nunca. Uma vez por semana, geralmente Domingo, que é um dia atípico, libere a dieta como forma de compensação pelo bom desempenho da semana. Psicologicamente isso é muito bom, pois você sabe que pode comer um pouco do que gosta (neste dia).Não está prisioneiro de um regime. No entanto, ao longo dos 6 dias de dieta pode ser que você tenha uma recaída. Se isso for raro, é normal. Não se martirize, não desista nunca do objetivo. Mesmo que a perda de peso seja lenta não é a perfeição que leva à vitória, e sim a persistência.
7 – Tenha sempre uma atitude positiva. Às vezes, as pessoas acham que estão sofrendo por estarem seguindo uma dieta, e isso não é bom. Na verdade estas pessoas deveriam estar felizes e orgulhosas de si mesmas por conseguirem emagrecer por seu próprio mérito, já que sabemos que isso exige força de vontade, disciplina e coragem.
8 – Não cobiçareis a dieta do próximo. Ela não serve para todo mundo porquê ninguém é igual. Comece com o pé direito: Vá a um nutricionista, veja seu peso, sua altura, informe seu sexo, sua idade, relate seus horários e toda sua alimentação diária e quando você sente mais fome para que seja feito um cardápio que você consiga seguir, e que possa ser modificado e adaptado às suas circunstâncias. Ressalvo que remédio só deve ser tomado por pessoas doentes e receitados por Médicos, em caso de obesidade severa. Não seja hipocondríaco, pessoas com sobrepeso não necessitam de remédios.
9 – Cuidado com charlatães. Desconfie de produtos milagrosos que são amplamente divulgados na TV ou vendidos em catálogos, geralmente usam artistas para promoção e prometem emagrecimento fácil e rápido. Não existe mágica. Você tem que acabar com a causa do problema, pode ser de forma mais lenta, porém duradoura, sem dependência química ou de produtos. Não existe nenhuma fórmula que possa substituir uma boa alimentação. O produto pode até funcionar, e às vezes funciona mesmo, mas tem efeito paliativo. Quando você pára de tomar, volta a ganhar peso de novo. Você não pode ficar eternamente dependente de uma fórmula, remédio ou produto. A melhor maneira de controlar o peso de forma duradoura e definitiva é através de educação nutricional (+ Atividade física quando necessário).
10 – Beba bastante água no intervalo das refeições. Algumas vezes a perda de peso na verdade é perda de água (Hipohidratação), o que não é bom para a saúde, além de confundir com perda de gordura, dando falsos resultados de emagrecimento. É por isso que dizem que «água engorda». Absurdo! A água faz parte da nossa composição corporal e não deve ser evitada, e sim bebida diariamente.
Fabíola Cáus Simões
Nutricionista CRN 961002107
Especialização em Nutrição Clínica

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Nidação: o que é, sintomas e quanto tempo dura

O que é nidação

A nidação é uma das primeiras fases da gravidez. Ela ocorre quando há a implantação do embrião na parede uterina, aproximadamente uma semana após a ovulação. Em algumas mulheres, esse processo pode resultar em um leve sangramento vaginal.

Foto: shutterstock/Christoph Burgstedt
Foto: shutterstock/Christoph Burgstedt

Sintomas

Na maioria das vezes a nidação não apresenta nenhum sintoma, ocorrendo de forma imperceptível. Porém, cerca de 20% das mulheres apresentam indícios do início da nidação. Entre esses sintomas, estão:

  • Sangramento vaginal de pequena intensidade
  • Desconforto pélvico
  • Sangramento vermelho amarronzado

Como é o sangramento de nidação

Cor: A cor do sangramento de nidação pode variar entre marrom (borra de café) e rosado.

Cheiro: Segundo a ginecologista Karina Tafner, nidação não tem cheiro.

Duração: O sangramento da nidação ocorre em pequenas quantidades e sua duração é curta, geralmente encerrando em até 3 dias. Em algumas mulheres, o sangramento costuma parar no mesmo dia em que se iniciou.

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Diferença entre menstruação e nidação

Para saber se o sangramento é menstruação ou nidação, basta observar justamente as características do sangramento. Enquanto a menstruação costuma aumentar de volume com o passar dos dias, a nidação tende a se encerrar no primeiro ou terceiro dia.

O fluxo de sangramento também é diferente, já que, durante a nidação, a quantidade de sangue é tão pequena que não costuma nem mesmo vazar da calcinha. Em alguns casos, só é possível perceber que ocorreu algum sangramento após a mulher se limpar com papel.

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Caso o leve sangramento perdure por mais de 3 dias, é recomendado uma avaliação com a ginecologista para entender o caso.

Nidação causa cólica?

Algumas mulheres podem apresentar cólicas leves durante esse período, que costumam ser mais discretas e menos dolorosas do que as ocorrem durante o período menstrual.

«O sangramento ocorre porque o embrião entra no endométrio (que está espessado com muitas artérias) e pode ocorrer sangramento. Conforme ocorre a fixação do embrião no endométrio, pode ocorrer leve cólica», conta a ginecologista Ana Raquel Gouvêa Santos.

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Início dos sintomas

De acordo com as especialistas, quando presentes, os primeiros sintomas de gravidez e da nidação em geral ocorrem perto do que seria o período menstrual (mais ou menos 28 dias após a última menstruação).

Isso significa que eles podem aparecer entre 7 e 14 dias após o período fértil.

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O que acontece após a nidação

A ginecologista Ana Santos explica que, após a nidação, ocorre a completa penetração do embrião no endométrio (tecido que reveste a parede uterina) e formação da placenta para o desenvolvimento normal da gestação.

Assim, se dá início alguns sintomas comuns da gravidez:

  • Náusea e vômitos
  • Alterações do apetite
  • Aversão a certos odores
  • Tonturas
  • Sonolência

Fontes

Karina Tafner, médica ginecologista e obstetra, CRM 118066-SP

Ana Raquel Gouvêa Santos, médica ginecologista e obstetra, CRM 124580-SP

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Lipoaspiração acaba com gordura localizada, mas exige disciplina

Atualmente, bastante difundida e uma das mais procuradas, a lipoaspiração é uma técnica cirúrgica que proporciona a retirada de gordura de modo mecânico por sucção. Essa técnica foi desenvolvida nos anos 80 na França. Entretanto, desde então tem evoluído muito.

No início, a intervenção era feita apenas com anestesia geral e sem infiltração. Essa abordagem resultava em muito sangramento, obrigando muitas vezes o paciente a receber transfusão sanguínea. Posteriormente, foi introduzida a infiltração de solução salina e adrenalina – o que diminuiu consideravelmente o sangramento. Vendo que a solução surtia efeito, volumes cada vez maiores de solução foram introduzidos ao procedimento. Hoje se sabe que a infiltração ideal é a tumescente, na qual a área infiltrada fica inchada com o volume de solução. Deste modo, se pode notar um sangramento mínimo.

A anestesia neste tipo de cirurgia também vem variando, desde a geral à peridural e raquianestesia. No entanto, vale salientar que todas têm suas vantagens e desvantagens, sendo que o que conta é a experiência da equipe cirúrgica com cada técnica empregada. Por exemplo, a lipoaspiração com anestesia local pode ou não ter sedação. Em geral, é melhor quando não tem, pois permite ao paciente ir para casa mais rápido, já que serão necessárias poucas horas de internação. Além do mais, quando não há sedação, é possível visualizar o resultado na hora. Mas tudo isto, é claro, dependerá de cada pessoa.

Foi observando a técnica de infiltração tumescente que surgiu a lipoaspiração com anestesia local com a adição de anestésico na solução. Essa nova técnica proporcionou uma grande mudança. Com a anestesia local, o tempo de internação foi reduzido para poucas horas, e o paciente tem uma recuperação muito mais acelerada. Além disso, o paciente também pode ver o resultado na hora, pois estará acordado durante o procedimento. O único inconveniente é a toxicidade do anestésico, que deve ser respeitada.

Apesar do resultado final de uma lipoaspiração com a anestesia local poder ser visto no momento do processo, posteriormente a região fica inchada (os chamados edemas), como na maioria dos atos cirúrgicos. Não obstante, com um mês já se obtém o resultado parcial, e com 3 meses 90% do resultado. O efeito completo será notado após 6 a 8 meses.
Vale destacar que as lipoaspirações mais extensas devem ser fracionadas em duas ou mais sessões. Mas, lembre-se: lipoaspiração com anestesia local não é lipo de consultório. O ambiente ideal para a realização do procedimento sempre é um hospital.

Células-tronco e gordura

Outro ponto muito discutido ultimamente é a presença de células-tronco na gordura. Tem se observado gordura uma melhora significativa na qualidade da pele irradiada em pacientes submetidas à radioterapia e reconstrução de mama com uso de enxerto de gordura. Este fato tem sido atribuído justamente à presença de células-tronco da gordura. Além disso, a utilização do enxerto gorduroso para fins estéticos também conta com o benefício da forte presença delas, e muito se comenta sobre o rejuvenescimento apresentado na área enxertada. Esta técnica é a chamada lipoenxertia, comumente associada quando se faz uma lipoaspiração.

Lipoaspiração emagrece?

Existe também o fato de que muitos ainda acreditam que a lipoaspiração pode ser um recurso para quem deseja emagrecer, mas isso não procede. Na verdade, é uma cirurgia para o tratamento de gordura localizada. No entanto, a maioria das pacientes com sobrepeso que se submetem a lipoaspiração até adquirem um bom estímulo para emagrecer, já que melhoram o contorno corporal e a autoestima.

previna a celulite

Nos casos de flacidez, quando se realiza uma lipoaspiração, sempre ocorre uma retração de pele, que pode ser maior ou menor. Ela é completamente imprevisível. Há casos de pacientes com indicação absoluta de abdominoplastia e que não aceitam ficar com uma cicatriz, que se submetem a operação e tem resultado igual a da cirurgia maior. Mas estes, geralmente, são exceções. É, por isso, que não se pode indicar a lipoaspiração isoladamente para tratar apenas flacidez.

Uma questão que também é bastante confundida é a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura. No caso desta última, o seu recurso é usar a própria gordura do paciente como enxerto para aprimoramento do contorno corporal. Já a lipoaspiração suga à gordura e ela só retorna se a pessoa engordar. Quando a paciente engorda um pouquinho e emagrece depois, o resultado retorna. Entretanto, se a pessoa engordar muito perde o efeito. Isso porque a lipoaspiração remove as células de gordura, mas elas se recompõem com um estimulo desta proporção.

A técnica da lipoaspiração pode aspirar qualquer região do corpo com gordura localizada, desde que não existam estruturas nobres que possam ser lesionadas no procedimento, como nervos e vasos sanguíneos. E para uma boa recuperação e manutenção dos efeitos da cirurgia, é necessário seguir as orientações médicas no pós-operatório. Algumas das orientações são: praticar exercícios somente após um mês, fazer drenagens linfáticas, usar cinta modeladora, não se expor a radiação solar e, sobretudo, não engordar.

Contraindicações do procedimento

Um aspecto relevante para ser um candidato a uma lipoaspiração é ter boa saúde. Pessoas que fazem uso, por exemplo, de determinados medicamentos como os emagrecedores, estão proibidos. Pacientes com risco e condição clínica desfavorável não devem se submeter ao procedimento. Assim, o cirurgião plástico necessariamente deve requisitar os exames pré-operatórios para investigar e analisar as condições físicas do paciente e, assim, poder avaliar se ele se encontra em condições de se submeter à cirurgia.

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