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Surto Gripe H1N1: Brasil registra 102 mortes em 2016

O Ministério da Saúde informou, nesta segunda-feira (11) que o número de óbitos por causa da gripe H1N1 subiu para 102. A maioria dos casos ocorreu no Estado de São Paulo, 70 óbitos confirmados.

O Ministério da Saúde informou, nesta segunda-feira (11) que o número de óbitos por causa da gripe H1N1 subiu para 102. A maioria dos casos ocorreu no Estado de São Paulo, 70 óbitos confirmados.

Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 686 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) pela Influenza A/H1N1 este ano.

Especialistas acreditam que o motivo da epidemia seja devido ao grande número de pessoas que viajaram para o Hemisfério Norte e trouxeram o vírus para o Brasil

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No ano de 2015, o Brasil registrou cerca de 141 casos de H1N1, com 36 mortes. Até o momento, somente no Estado de São Paulo o número de mortes é cinco vezes maior do que o ano de 2015 inteiro.

Os principais sintomas da gripe A (H1N1) são infecção aguda das vias aéreas e febre – em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.

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Vacinação

Como forma de imunizar a população e conter o surto de Gripe H1N1, o Ministério da Saúde decidiu antecipar a campanha nacional de vacinação contra a gripe de 2016. Sendo assim, a partir do dia 11 de abril, gestantes, idosos e crianças de seis meses a 5 anos poderão ser imunizadas na rede pública contra a gripe H1N1. Os demais componentes do grupo prioritário, como portadores de doenças crônicas, população carcerária e índios serão vacinados a partir do dia 30 de abril em todo o Brasil. A campanha termina no dia 20 de maio.

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A vacina da gripe utilizada na rede pública será a trivalente, a mesma usada no ano de 2015. Ela previne contra três tipos de vírus influenza e é composta por três cepas (espécies do vírus): uma cepa A/H1N1, uma cepa A/H3N2 e uma cepa B. O Ministério da Saúde optou por vacinar a população com a vacina trivalente na rede pública, devido à prevalência do vírus H1N1. «Em vista do surto, o Ministério da Saúde decidiu utilizar a vacina trivalente. Isso porque o vírus H1N1 não passou por alterações, portanto, a vacina continua eficaz para preveni-lo», explica a infectologista Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

Mesmo que o vírus H1N1 não tenha mudado, o vírus H3N2 e a cepa B mudaram de 2015 para cá. Sendo assim, para proteger a população contra eles, foi criada a vacina quadrivalente (também chamada de tetravalente). O antídoto oferece a mesma imunização da vacina trivalente (cepa A/H1N1, uma cepa A/H3N2 e uma cepa B) e conta ainda com uma cepa B a mais, tornando-se mais completa que a trivalente. A vacina quadrivalente está disponível apenas na rede de saúde privada.

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