Categorías
Todo sobre el embarazo

Pílula do dia seguinte: valor, como tomar e nomes

A pílula do dia seguinte é um método usado para evitar a gravidez após a relação sexual não-segura. Apesar de ser vista como uma solução prática contra a gravidez indesejada, esse recurso é indicado apenas para casos de emergência e deve ser usado com cuidado, já que traz efeitos colaterais em curto e longo prazo.

Valor da pílula do dia seguinte

Pílula do dia seguinte pode ser adquirida gratuitamente em postos de Saúde - Foto: Shutterstock
Pílula do dia seguinte pode ser adquirida gratuitamente em postos de Saúde – Foto: Shutterstock

O método é gratuito em postos de saúde de todo Brasil: basta se dirigir ao local e retirar o medicamento. Além disso, a pílula do dia seguinte tem valor de R$ 3 a R$ 30 em farmácias, a depender da região, da dosagem e do laboratório que a desenvolveu. Pode ser adquirida sem prescrição médica.

Pílula do dia seguinte: nomes

  • Postinor-2
  • Pilem
  • Pozato
  • Diad
  • Minipil2-Post
  • Poslov

Como tomar a pílula do dia seguinte

O procedimento é bem simples. Para o tipo que tem apenas uma pílula, basta tomá-la até 72 horas depois do ato sexual – lembrando que a eficácia é maior nas primeiras 12 a 24 horas.

Para aquelas que vêm em duas doses, a primeira deve ser tomada preferencialmente logo após o coito, e a segunda depois de 12 horas.

Pílula do dia seguinte: aprenda a usar o contraceptivo de emergência

Tipos de pílula

O mercado disponibiliza dois tipos de pílula do dia seguinte:

Foto: Reprodução/Shutterstock
Foto: Reprodução/Shutterstock
  • Cartela com 1 comprimido, composto de 1,5 mg de levonorgestrel
  • Cartela com 2 comprimidos: composto cada um de 0,75 mg de levonorgestrel

Não existe diferença entre os dois tipos de pílula, uma vez que a dosagem é a mesma. Ambas representam uma enorme carga de hormônios ingerida de uma só vez, diferentemente das pílulas anticoncepcionais convencionais – ingeridas diariamente -, que possuem dosagem menor.

Como se trata de um método de emergência e não de prevenção, a dosagem da pílula, independentemente do tipo, é um turbilhão de hormônios.

Quando a pílula do dia seguinte é indicada

Foto: K.L-Pharma/Shutterstock
Foto: K.L-Pharma/Shutterstock
  • Houve relação sexual com penetração do pênis na vagina sem proteção (não usou camisinha ou anticoncepcional de qualquer tipo)
  • Se a camisinha estourou e a mulher não usa anticoncepcional de qualquer tipo

Quando a pílula do dia seguinte é contraindicada

  • Hipertensão descontrolada
  • Problemas vasculares
  • Doenças do sangue
  • Obesidade mórbida

Vantagens

  • A pílula do dia seguinte é o único método contraceptivo que pode ser utilizado após a relação sexual
  • No caso de falha do método e ocorrência da gravidez, não causa efeitos colaterais (teratogênicos) no feto
  • Previne a Gravidez Não-Planejada como mais uma opção contraceptiva

Além disso, não existe idade mínima para tomar o medicamento. A mulher já pode tomar a partir do momento em que tem uma vida sexual ativa. Já a idade máxima vai até o fim da vida fértil dela.

Entretanto, o ideal é sempre buscar ajuda profissional antes de fazer uso de qualquer método hormonal.

Desvantagens

  • O uso repetido ou frequente desregula o ciclo menstrual e período fértil da mulher
  • Maior risco de ocorrer relação sexual desprotegida em um dia fértil, facilitando a gravidez
  • Se usada frequentemente, prejudica o funcionamento do aparelho reprodutor feminino e dificulta futuras gestações desejadas
  • Pode aumentar o risco de gravidez ectópica no futuro se usada mais de uma vez por mês
  • É o contraceptivo com maior taxa de falha: 5%
  • Tem diversos efeitos colaterais

Efeitos colaterais da pílula do dia seguinte

Mesmo que ingerida uma vez ou numa frequência muito baixa, ainda é possível que a pílula do dia seguinte cause efeitos colaterais como:

  • Dor de cabeça
  • Dor no corpo
  • Náuseas
  • Diarreia
  • Tontura
  • Vômito

Na maioria das vezes, a pílula altera o fluxo normal da mulher, desregulando a menstruação. Dependendo do dia em que foi tomada, a pílula pode adiantar o sangramento ou mesmo retardar a menstruação.

Pílula do dia seguinte atrasa a menstruação?

A pílula do dia seguinte pode atrasar ou adiantar a menstruação, devido ao desequilíbrio hormonal que ela provoca. Após o uso, o organismo precisa se readaptar e reajustar o ciclo menstrual. Isso pode demorar algum tempo a depender de qual momento do ciclo menstrual você utilizou a pílula do dia seguinte.

Quantas vezes eu posso tomar a pílula do dia seguinte?

Não é recomendado tomar mais de uma pílula por mês, pois ela perde a eficácia, aumentando o risco de gravidez. Além disso, graças a sua alta dose de componentes hormonais, ela pode causar reações adversas como náuseas, alteração do ciclo menstrual, dor de cabeça e diarreia.

Saiba mais:
Você sabe como usar a pílula do dia seguinte?

Quais são as chances da pílula do dia seguinte falhar?

O risco de falha da pílula do dia seguinte gira em torno de 5%, quando usada corretamente. Explicando melhor: se 100 mulheres tomarem a pílula nas primeiras 24 horas após a relação sexual desprotegida, cinco dessas mulheres ainda engravidarão.

A taxa de insucesso é mais alta que outros métodos, porque a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo para ser usado de maneira recorrente, mas em caso de emergência. O corpo não está preparado para ela.

A ação do levonorgestrel – um tipo de progesterona – pode inibir ou retardar a ovulação. Ele é capaz de dificultar a passagem do óvulo ou do espermatozóide, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo.

Se ingerida depois da formação do feto, ela pode causar hemorragia e aborto, fatores de risco para a vida da mulher.

É possível engravidar depois de tomar a pílula do dia seguinte?

Normalmente, depois de tomar a pílula do dia seguinte, a menstruação pode ocorrer na mesma semana ou cerca de uma semana depois da data prevista.

Se a menstruação não ocorrer depois de 4 semanas da ingestão da pílula, convém fazer um exame de gravidez. Ou seja, há risco de engravidar depois de tomar a pílula do dia seguinte, sim.

Mulheres com alguma dessas condições que ingerirem a pílula correm mais risco dela não funcionar, ou então de sofrer complicações da doença. O uso nesses casos depende de avaliação individual.

Além disso, o tabagismo pode ser prejudicial se combinados com a pílula do dia seguinte. A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em associação, aumentam o risco de derrame (Acidente Vascular Cerebral – AVC) e trombose.

Outras contraindicações podem ser indicadas pelo ginecologista, que avaliará caso a caso.

Saiba mais: É possível engravidar tomando pílula anticoncepcional?

Outros métodos contraceptivos

Pílula anticoncepcional: tudo sobre o método contraceptivo

DIU: o que é, vantagens, dúvidas e como é colocado

Tabelinha menstrual: como fazer e como calcular

Injeção anticoncepcional: nomes, efeitos e onde é aplicada

Diafragma: como funciona, quanto tempo dura e eficácia

Categorías
Recetas

Panqueca de óleo de cártamo com espinafre

Ingredientes da massa:

Aprenda a fazer a panqueca de óleo de cártamo com espinafre - Imagem ilustrativa - Foto: Getty Images
Aprenda a fazer a panqueca de óleo de cártamo com espinafre – Imagem ilustrativa – Foto: Getty Images
  • 1/2 xícara de molho de espinafre (só as folhas)
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 2 ovos
  • 1 colheres de sopa de óleo de cártamo
  • 2 xícaras de leite de soja sem sabor.

Ingredientes do recheio:

  • 200 gramas de ricota
  • Sal a gosto
  • Salsa a gosto
  • 1 colher de sopa de óleo de cártamo.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador todos os ingredientes da massa.
Modele as panquecas na frigideira e reserve-as no prato.
Amasse a ricota e tempere com sal, óleo de cártamo e salsa.
Enrole as panquecas com o recheio de ricota.

Sugestão: A panqueca pode ser servida com molho de tomate

Rendimento:

A receita rende seis panquecas de tamanho médio.

Categorías
Recetas

Pacotes de acelga com frango

Ingredientes:
4 folhas grandes de acelga sem os talos – 220g
250g de filé de peito de frango sem pele picado
2 cebolas médias em pedaços pequenos – 250g
½ pimentão vermelho pequeno picado – 80g
3 colheres (sopa) de azeite de oliva espanhol – 30g
4 tomates sem pele e sem sementes picados – 330g
Folhas de ½ maço de ervas frescas (manjerona, cebolinha-verde e salsinha) picadas – 20g
1 pitada de canela em pó
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto Modo de Fazer
1. Escalde as folhas de acelga em água fervente até ficarem murchas. Retire do fogo e reserve a acelga.
2. Bata no processador o frango com 1 cebola, o pimentão, a metade do azeite de oliva, o sal e a pimenta-do-reino.
3. Abra as folhas de acelga, distribua a mistura de frango
e enrole fazendo pacotes. Arrume-os na parte superior de uma panela própria para cozimento a vapor. Encaixe na parte de baixo já com água fervente, tampe e cozinhe até a carne do frango ficar macia. Retire do fogo e reserve.
4. Em outra panela, refogue a outra cebola restante em 2 colheres (chá) de azeite de oliva. Junte os tomates, as ervas, a canela e o sal. Cozinhe por mais 5 minutos. Acerte o sal e retire do fogo.
5. Montagem: arrume nos pratos os pacotes de acelga e o molho de tomate. Regue com o azeite de oliva restante, decore com folhas de manjericão, salsinha picada e pedaços de pimentão vermelho.
Rendimento: 4 porções de 170g
Tempo de preparo: 45 minutos
Valor nutricional por porção:
140 Kcalorias;
9,5 g de carboidratos;
13 g de proteínas;
6 g de gorduras totais (1 g de saturada, 4 g de monoinsaturada e 1 g de poliinsaturada);
30 mg de colesterol;
2,5 g de fibras;
1,5 mg de ferro;
60 mg de cálcio
Foto: André Ctena

Categorías
Todo sobre el embarazo

O que é tártaro?

Sorriso com dentes brancos - Foto: Getty Images
Sorriso com dentes brancos – Foto: Getty Images

O que é tártaro?

Tártaro, as vezes também chamado de cálculo, é a placa bacteriana ou biofilme dental que endurece na superfície dos dentes.

O tártaro também pode se formar sob a gengiva e irritar os tecidos gengivais. Além disso, o tártaro dá à placa bacteriana um espaço maior e propício para o seu crescimento, o que pode levar a problemas mais sérios como as cáries e gengivite.

O tártaro não só prejudica a saúde dos seus dentes e gengivas, mas também é um problema estético. Substância porosa, o tártaro absorve as manchas com mais facilidade.

Assim, para aquelas pessoas que fumam ou tomam chá ou café, é ainda mais importante que evitem a formação do tártaro.

Como saber se tenho tártaro?

Ao contrário da placa bacteriana que é uma película incolor, o tártaro é uma formação mineral facilmente visível, se estiver acima do nível da gengiva.

O sinal mais comum é uma cor marrom ou amarela nos dentes na região da margem gengival. Só o dentista pode diagnosticar e remover o tártaro.

Somente a escovação correta, especialmente se feita com a ajuda de um creme dental antitártaro e o uso do fio dental podem reduzir a formação da placa bacteriana e do tártaro.

Como evitar a formação do tártaro?
Depois de formado, só o dentista pode retirar o tártaro dos dentes.
O processo de retirada do tártaro, feito com instrumentos especiais, é conhecido como «raspagem».

Categorías
Recetas

Molho branco low carb de couve-flor: ótima opção para veganos

Para os amantes do molho branco, a nutricionista Kelly Vieira, postou em seu Instagram uma opção vegana e que cabe na dieta low carb, que é liberada para toda a família, inclusive bebês a partir de 6 meses. Lembrando que, para menores de 1 ano o indicado é não colocar sal. Confira:

Ingredientes

  • 1 couve-flor média
  • 1 alho-poró
  • 1/2 cebola
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva extra virgem
  • 1 folha de louro
  • pitada de sal
  • noz moscada a gosto

Modo de preparo

Corte a cebola e o alho poró e refogue com o azeite em fogo médio ou baixo até que fiquem dourados.

Em uma panela à parte, cozinhe a couve-flor com uma pitada de sal e a folha de louro até que ela fique macia.

Reserve uma xícara de água do cozimento e escorra o restante.

Bata no liquidificador ou processador a couve-flor cozida, o refogado de alho poró com cebola, noz moscada a gosto e 1/2 xícara de água do cozimento da couve-flor.

Se necessário, coloque mais água até atingir a consistência desejada.

Categorías
Todo sobre el embarazo

Manchas na pele: quais cores são preocupantes?

Por Ngukiaw/Shutterstock
Por Ngukiaw/Shutterstock

A pele é o maior órgão do corpo humano e, ao longo da vida, pode sofrer com o surgimento de diversas manchas ou até algum tumor pela intensa exposição ao sol. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele é o tipo mais frequente no Brasil. Por isso, é necessário saber identificar as manchas na pele e investir em um cuidado constante.

Segundo a dermatologista Patrícia Ormiga, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, as manchas são qualquer alteração na cor da pele. Por isso, os diversos tipos de manchas são divididos por cores. Conheça cada uma delas:

Saiba mais:
Água de arroz: benefícios para pele e cabelo

Mancha marrom na pele

Melanose solar

As mais comuns são as melanoses solares. Popularmente conhecidas como mancha senil, são aquelas manchinhas marrons que surgem no dorso das mãos e braços.

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

A dermatologista Eduarda Porello, do Duo+, explica que essas manchas aparecem mais em pacientes idosos, por isso ficou conhecida como mancha senil. Porém, esse termo caiu em desuso, já que foi comprovado que a mancha não tem relação com a idade e sim com a exposição ao sol de muitos anos.

Hiperpigmentação pós inflamatória

Esse tipo de mancha surge a partir de alguma lesão na pele, como acne.

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

«Assim, durante a cicatrização, pode ocorrer a hiperpigmentação e se desenvolver uma mancha no lugar onde havia aquela lesão. Isso pode piorar com a exposição solar», explica a dermatologista Patrícia Ormiga.

Melasma

Os melasmas estão relacionados a uma mistura de exposição solar com a influência do hormônio feminino. Por isso, estão mais associadas à gestação e ao uso de anticoncepcionais, além de algumas medicações.

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

São manchas que surgem também devido ao Sol, porém são maiores que a melanose solar e encontram-se nas regiões do colo, braço e, principalmente, rosto. Quando ela aparece na gravidez, é chamada de cloasma.

«Ele surge nas áreas convexas ou protuberantes da face: bochechas, testa, queixo e área do bigode», explica a dermatologista Tatiana Gabbi, membro das Sociedades Brasileiras de Dermatologia (SBD) e Cirurgia Dermatológica (SBCD).

Sardas

As sardas são manchas decorrentes da exposição solar que normalmente aparecem na infância e adolescência, sendo mais comum em pessoas de pele clara. No geral, elas não são perigosas, mas podem indicar que a pessoa está se expondo mais ao sol do que deveria.

«Se a pele absorvesse a energia solar uniformemente, ficaria bronzeada por igual, mas, nessas pessoas, alguns lugares têm maior poder de absorção que os outros, fazendo com que essas manchas apareçam», explica a dermatologista Tatiana Gabbi.

Saiba mais:
Óleo de rosa mosqueta: para que serve, benefícios e como usar

Mancha vermelha na pele

Essas manchas podem surgir por alguma lesão ou hematoma causados por traumas ou até algum tipo de doença no sangue como coagulopatia.

Rosácea

Essa condição causa manchas vermelhas na na região do rosto, que podem confundidas com acne ou outros problemas de pele, e é mais frequente em mulheres acima dos trinta anos com peles e olhos mais claros.

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

O quadro decorre de um processo inflamatório associado a uma alteração vascular. A rosácea tem uma nítida predisposição familiar, mas a causa da doença permanece desconhecida.

Tratamentos como antibióticos ou medicamentos anti-acne podem controlar e reduzir os sintomas.

Mancha branca

Leucodermia gutata

Popularmente conhecidas como sardas brancas, essas manchas surgem em áreas expostas ao sol e ocorrem pelo dano cumulativo, causado pelos raios ultravioleta ao longo da vida.

Saiba mais:
Micose: sintomas, tipos, como tratar e prevenir

Vitiligo

Trata-se de uma doença caracterizada pela perda da coloração da pele. Devido à diminuição ou à ausência da célula responsável pela formação da melanina, os melanócitos, surgem manchas brancas na pele de tamanhos variados.

Saiba mais:
Hanseníase (lepra): sintomas, tipos e tratamentos
Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

O tratamento do vitiligo varia de acordo com o quadro clínico de cada paciente, sendo necessária a orientação e acompanhamento de um dermatologista.

Mancha preta

Nevos

Nevo é o termo médico para a mancha popularmente conhecida como pinta ou sinal. Essas manchas podem ser congênitas, observadas no momento do nascimento, ou também podem ser adquiridas no transcorrer da vida.

Geralmente, encontram-se em áreas do corpo mais expostas ao sol e são benignos, não havendo a necessidade de um tratamento.

Melanoma

Trata-se do câncer de pele mais agressivo. Um terço dos melanomas são originários de um nevo (pinta) pré-existente. A dermatologista Patrícia Ormiga explica um método para identificar um melanoma:

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

É a técnica do ABCDE, que considera as seguintes características:

A: a lesão é assimétrica?

B: tem bordas irregulares?

C: tem mais de uma cor?

D: tem de diâmetro maior que 6 milímetros?

E: tem evolução na mancha (como coceira, sangramento ou outro sintoma que não havia antes)?

«Se sua mancha possuir todas essas características, procure um dermatologista», recomenda a médica.

Como evitar

Tratamentos para manchas na pele

Nos casos das manchas que não são causadas por nenhuma doença e não apresentam grandes riscos, somente pela exposição ao sol, a dermatologista Patrícia Ormiga explica que é necessário sempre utilizar a fotoproteção.

«Use protetor solar indicado por um dermatologista, roupa com proteção UV, bonés e óculos. Além disso, sempre que tiver um machucado, evite exposição ao sol e procure um dermatologista», recomenda Patrícia.

Saiba mais sobre manchas na pele

Conheça os diferentes tratamentos para manchas da pele

6 atitudes que ajudam a deixar sua pele livre de manchas

Manchas na pele são causadas pelo sol

Categorías
Todo sobre el embarazo

GH hormônio: o que é, para que serve e benefícios

O que é o hormônio GH?

O GH é um hormônio de crescimento e está presente em todas as pessoas. Também conhecido como somatropina, HGH ou GH (do inglês Human Growth Hormone), o hormônio do crescimento é uma proteína altamente anabólica (fundamental para o ganho de massa muscular) sintetizada pela hipófise. É essencial para uma série de processos metabólicos e o crescimento de diversos tecidos – entre eles, o muscular.

Quando atingimos a fase adulta, os níveis de GH começam a diminuir consideravelmente, porém, existem maneiras naturais e saudáveis de aumentar a secreção deste importante hormônio.

Entretanto, diante da produção de GH, também percebeu-se que o mesmo possuía efeitos os quais pudessem ser benéficos a esportistas e/ou mesmo pessoas que buscavam melhorias estéticas. Isso porque o GH também tem alguns efeitos extras, como o estímulo à lipólise, o estímulo ao aumento da massa muscular e da força, entre outros.

Sendo assim, obviamente sua criação exógena fez com que rapidamente ele entrasse no mundo dos esportes e é justamente isso que resultou nos inúmeros questionamentos que existem hoje sobre seu uso.

GH produzido pelo corpo

O GH hormônio do crescimento é produzido pela hipófise, que é uma glândula que está localizada na base do crânio e praticamente todas as pessoas possuem essa glândula. Ela é a responsável não só pelo crescimento, pela estatura das pessoas, mas também pelo desenvolvimento das células.

Em crianças, estimula o crescimento, tanto ósseo quanto de diversos tecidos. Já em indivíduos adultos, embora a quantidade secretada seja menor, o GH estimula o sistema imune, participa do metabolismo da glicose, promove a queima de gordura e o aumento da massa muscular.

Benefícios do GH

Dentre os principais benefícios do GH, destacam-se:

  • Crescimento
  • Manutenção da densidade óssea
  • Aumento da queima de gordura
  • Manutenção da massa muscular

Produção natural de GH

Existem alguns fatores naturais que estimulam a produção do GH:

  • Redução nos níveis de insulina: Os carboidratos simples, como o açúcar, podem trazer malefícios para sua secreção de GH. Um dos pontos principais é o fato de o excesso de insulina, causada por altos picos de açúcares no sangue, bloquear a secreção e a ação do GH.

  • Sono profundo: Este é o principal ponto para o aumento da secreção de GH. Estima-se que seja durante o sono que nós atinjamos os picos de secreção máxima. Por isso que o tratamento médico à base de GH conta com aplicações poucos minutos antes do sono. Isso acontece justamente porque nesta fase, temos uma maior absorção e secreção deste hormônio. Neste sentido, se você quer aumentar sua secreção de GH, durma corretamente e respeite seus horários.
  • Exercício físico (especialmente de alta intensidade): Assim como no caso da testosterona, outro hormônio anabólico de grande poder, o GH também tem sua secreção aumentada durante o treino de alta intensidade. Não apenas durante o treino, como também depois do mesmo.

GH sintético injetável

O tratamento com reposição hormonal do GH pode acontecer de maneira injetável, mas só em casos de deficiência na produção deste hormônio.

Ele também pode ser recomendado em caso de doenças em que a reposição de GH é relacionado com melhorias no crescimento. Nesse aspecto, englobam-se a Síndrome de Turner (que é a baixa estatura de meninas com problemas de desenvolvimento na puberdade), insuficiência renal crônica em crianças ou adolescentes ou ainda algumas doenças genéticas.

Idealmente, o uso terapêutico de GH deve ser indicado por médico endocrinologista ou endocrinologista pediátrico, que são capacitados para isto. Entretanto, qualquer médico pode prescrevê-lo e ele deve ser vendido sob prescrição e supervisão médica.

Como é feito o tratamento com GH?

O tratamento com GH é feito através de injeções diárias, aplicadas ao deitar, por via subcutânea (isto é, na gordura) nas coxas, braços, nádegas ou abdome. Não existem preparações em formas de comprimidos, sprays, supositórios ou adesivos.

Vale ressaltar que o uso de GH injetável feito de forma irresponsável pode trazer muitos efeitos colaterais.

Efeitos colaterais do GH injetável

Se não utilizado corretamente de acordo com a prescrição médica, o excesso de GH pode causar efeitos secundários. Os mais relatados são:

  • Dor e vermelhidão no local da aplicação, no caso das ampolas injetáveis (tenha cuidado com o material e origem dele)
  • Retenção de líquido, podendo levar a inchaços e sensação de ganho de peso
  • Dores nas articulações e musculares
  • Formigamento nas extremidades, principalmente se você tiver tendência a ter síndromes, como a do túnel do carpo
  • O uso constante do GH pode causar hipertensão intracraniana, trazendo dor de cabeça, vômitos, alterações visuais, agitação, entre outros fatores.

Recomendações para o uso de GH

O tratamento de reposição (substituição) com GH pode ser indicado para todo indivíduo, independente da faixa etária, que apresente deficiência da produção de GH pela hipófise.

A deficiência de GH pode ter início na infância (nanismo hipofisário) ou na vida adulta, consequente, por exemplo, a um tumor da hipófise.

Na infância, o GH também pode ser benéfico em casos de baixa estatura em meninas com Síndrome de Turner, em crianças nascidas pequenas para a idade gestacional, nos portadores da Síndrome de Prader-Willi, em crianças com insuficiência renal crônica, entre outros.

O GH é uma medicação e como tal é uma opção apenas em situações onde comprovadamente ocorrerá um benefício com o tratamento. Da mesma forma, alternativas de tratamento dependem da causa do crescimento inadequado: anemia, hipotireoidismo, entre outros. Quando não existe doença, levar uma vida saudável, alimentação adequada, atividade física, horas de sono suficiente, tudo favorece um crescimento saudável.

Vale ressaltar que o GH injetável não foi feito para o uso de fins estéticos.

Contraindicações

O GH não deve ser utilizado em:

  • Portadores de neoplasias (tumores) malignos em atividade
  • Pacientes com crescimento não controlado de tumores intracranianos benignos
  • Portadores de diabetes descompensado e naqueles com retinopatia diabética
  • Pacientes criticamente enfermos por complicações após cirurgia cardíaca, cirurgia abdominal, trauma acidental múltiplo ou insuficiência respiratória aguda.
Categorías
Todo sobre el embarazo

Fuja dos erros que engordam quem resolve virar vegetariano

O vegetarianismo está cada vez mais popular. E existem muitas variações nesse grupo: desde os que não comem carne vermelha até os que não se alimentam de nada que tenha origem animal (incluindo leite e ovos). Em torno desse hábito de vida, existem muitas polêmicas, começando pelo abandono definitivo do consumo de carne, que pode levar a uma aneimia, caso não haja outra boa fonte de proteína na alimentação.
Mesmo sem as carnes, ainda há uma lista imensa de alimentos, muitos deles engordativos, que fazem parte do cardápio dos vegetarianos. E é a escolha errada deles e algumas combinações que levam ao ganho de peso.
O primeiro erro cometido pela maioria é o excesso de pratos ricos em carboidratos, como massas e arroz. Muitas vezes, mais de uma porção de carboidratos na mesma refeição. Outro hábito muito comum é o excesso de queijo nas receitas e frituras. A dieta pode ser bastante variada mesmo sem carne, mas é preciso balancear muito bem para que o que não haja carências nutricionais e nem aumento de peso.
«É freqüente vermos vegetarianos acima do peso. Isso ocorre, na maioria dos casos, porque a dieta puramente vegetariana muitas vezes não é capaz de suprir a quantidade necessária de proteínas, a menos que seja muito bem orientada», explica o médico endocrinologista Fillipo Pedrinola, de São Paulo (SP).
A dieta vegetariana é caracterizada por níveis reduzidos de gorduras saturadas, colesterol e proteínas animais, e níveis superiores de carboidratos, fibras, potássio, antioxidantes, tal como as vitaminas C e E. Mas isso não significa que os vegetarianos não engordem.
«Como toda dieta, não existe milagre! A alimentação dos vegetarianos deve ser balanceada assim como qualquer outra. Excessos podem causar aumento de peso. Um erro muito comum é o excesso de massas e de gordura na alimentação, já que se restringe o consumo de carnes», diz a nutricionista Michele Ferreira de Simone, também de São Paulo (SP).
A relativa falta de proteínas pode sinalizar o centro da fome – localizado no cérebro – com a informação que deve compensar essa deficiência aumentando, assim, o consumo de carboidratos. «Esses carboidratos, principalmente aquele de alto índice glicêmico ou refinados (pão branco, açúcar, batata, massas e tortas), se ingeridos em excesso, levam ao ganho de peso», completa Filippo.
7 DICAS PARA PERDER PESO
A nutricionista Michele Ferreira, apresenta dicas para eliminar as gordurinhas indesejadas:
1. Dê preferência aos carboidratos integrais (arroz, massas e pães integrais) que são mais nutritivos do que os refinados
2. Evite o consumo de doces e açúcares
3. Consuma grãos como trigo, centeio, cevada que têm uma quantidade grande de fibras e causam a sensação de saciedade por mais tempo
4. Controle o consumo de queijos gordurosos, ovos e frutos oleaginosos como nozes e amêndoas
5. Prefira as versões light e desnatados
6. Abuse das ervas naturais para dar mais sabor às preparações (alecrim, manjericão, orégano, cebolinha, entre outras)
7. Pratique atividade física!

Categorías
Todo sobre el embarazo

DST (IST): conheça 15 doenças sexualmente transmissíveis

Quando o assunto é DST, muita gente logo pensa em enfermidades que são passadas somente por sexo com penetração. Mas, ao contrário do que parece, as doenças sexualmente transmissíveis não são propagadas apenas por relações sexuais propriamente ditas. Outros tipo de contato, como o beijo e o toque na pele, também podem passar algumas delas.

Em primeiro lugar, é importante saber que o Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saúde, alterou a nomenclatura de DST para «IST» (Infecções Sexualmente Transmissíveis) em 2016.

Seguindo uma tendência já adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a mudança considera que o termo «doença» implica em sintomas e sinais visíveis no organismo da pessoa contaminada, enquanto «infecção» engloba também problemas assintomáticos (ou seja, enfermidades que não apresentam sintomas).

Tipos de ISTs

Como o nome indica, as ISTs englobam todas as doenças e infecções que são transmitidas por contato sexual (ou íntimo). Dentro dessa classe, há diversos tipos de patologias, que podem ser causadas por bactérias, vírus ou parasitas. Entre as principais ISTs, estão:

  • Candidíase
  • Herpes genital
  • HPV (Papiloma Vírus Humano)
  • Sífilis
  • Tricomoníase
  • Clamídia
  • Gonorreia
  • Hepatites virais

Enquanto algumas são facilmente tratáveis, outras não têm cura definitiva, como é o caso do AIDS. Em geral, a realização do tratamento correto faz toda a diferença para a saúde de quem está ou tem algum desses problemas, assim como para o bem-estar de seus parceiros.

Estudos recentes indicam que até mesmo o vírus ebola pode ser uma doença transmitida através do sexo, além do Mycoplasma genitalium, que nem sempre causa sintomas e os especialistas acreditam que grande parte da população o possui sem saber.

Conheça abaixo 15 tipos de IST e como se prevenir de cada um deles:

Saiba mais:
Cancro mole: o que é, sintomas, tratamento e causas

HPV

O que é HPVHPV é a sigla para Papiloma Vírus Humano. Este vírus infecta uma camada do epitélio (parte interna da bexiga), podendo causar lesões benignas, como as verrugas genitais, ou malignas, como alguns tipos de câncer, sendo o câncer de colo de útero e o câncer de anus os mais comuns.

Existem mais de cem tipos de HPV e a grande maioria não causa câncer ou grandes complicações, uma vez que são combatidos pelo próprio organismo. Porém, sempre é necessário a avaliação de um médico para diagnosticar o risco da doença em cada caso.

Formas de contágio

O HPV é transmitido pelo contato direto com a pele ou mucosa infectada pelo vírus, sendo que a principal forma é a sexual (oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital). Por isso, não é preciso ter penetração para contrair o vírus. Também é possível que a doença seja transmitida durante o parto.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos do vírus ao longo da vida, sendo que este número é ainda maior em homens.

A maioria destas infecções é transitória, ou seja, combatida espontaneamente pelo corpo e regride entre seis meses até dois anos após a exposição ao vírus.

Como prevenir e tratamentos

«O uso de preservativos é sempre indicado, mas não previne totalmente contra a transmissão do HPV, uma vez que este pode ser transmitido pelo contato mais superficial durante as preliminares. Daí a importância da vacina como estratégia preventiva», diz Otelo Rigato Júnior, infectologista do Hospital Sírio Libanês.

Existem dois tipos de vacinas para HPV disponíveis e ambas devem ser aplicadas em três doses. A idade preferencial para o uso da imunização é a pré-puberal, ou seja, logo antes da idade sexualmente ativa, tanto em meninas quanto em meninos. Vale ressaltar que, em mulheres, o exame de papanicolau também é importante para detectar a doença precocemente.

Saiba mais detalhes sobre o HPV.

Cancro mole

O que é cancro moleCancro mole é uma doença sexualmente transmissível causada por uma bactéria chamada Haemophylus ducrey. «É caracterizada por lesões genitais múltiplas e ulceradas, dolorosas e que apresentam secreção tipo pus. É muito mais comum nos homens do que nas mulheres», diz o infectologista Rigato Júnior.

Nos homens, as feridas aparecem na glande (cabeça do pênis), enquanto que nas mulheres elas ficam na vagina e/ou no ânus. As lesões, no entanto, nem sempre são visíveis, mas provocam dor durante o sexo ou ao evacuar.

Formas de contágio

Segundo o especialista, a única via de transmissão é a sexual.

Como prevenir e tratamentos

A forma de se prevenir da doença é usando preservativo em todas as relações sexuais. Já o tratamento é feito com antibióticos.

«Quando não tratada pode se complicar, ocasionando infecções secundárias da região genital. Essas complicações são raras, porque os pacientes, em geral, procuram atendimento médico precocemente em decorrência da natureza dolorosa das lesões», explica o especialista.

Aids (HIV)

O que é Aids (HIV)HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, que é o causador da Aids. Logo, HIV e Aids não são a mesma coisa.

A Aids é uma doença crônica potencialmente fatal, que acontece quando a pessoa infectada pelo HIV tem o seu sistema imunológico danificado pelo vírus. Isso interfere na habilidade do organismo de lutar contra os invasores que causam a doença, além de deixá-lo mais suscetível a infecções oportunistas, como a tuberculose.

Hoje, uma pessoa com HIV consegue viver melhor do que antigamente, mas é necessário que ela faça o uso de medicamentos por toda vida, ou seja, ainda não há cura ou vacina contra o HIV.

Saiba mais:
AIDS: o que é, sintomas, tratamentos e prevenção

Formas de contágio

«O HIV é transmitido principalmente por relações sexuais sem o uso do preservativo e compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas com sangue, o que é frequente entre usuários de drogas ilícitas», diz Karina T. Miyaji, médica infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

«Outras vias de transmissão são por transfusão de sangue, o que é muito raro, uma vez que a testagem do banco de sangue é muito eficiente; e da mãe para o filho na gestação e, principalmente, no momento do parto, o que pode ser prevenido com o tratamento adequado da gestante e do recém-nascido», afirma.

Como prevenir e tratamentos

A melhor forma de se prevenir contra a infecção do HIV é usando o preservativo em todas as relações sexuais (vaginais, orais ou anais) e não compartilhando agulhas e seringas. Além disso, é importante fazer o pré-natal corretamente, uma vez que serão solicitados exames para verificar a presença ou não do vírus.

HTVL

O que é HTLVHTLV é a sigla de Vírus Linfotrópico T humano, da mesma família do HIV, e que pode causar infecção crônica nos seres humanos.

Existem dois tipos: HTLV-1 (que pode causar tipo raro de leucemia, a de células T) e HTLV-2, sendo que ambos podem causar mielopatia, um tipo de paralisia decorrente da infecção da medula espinhal. Contudo, não são todas as pessoas infectadas pelo HTLV que desenvolverão estas doenças.

Formas de contágio

O HTLV, assim como o HIV, é transmitido por via sexual, via vertical (da mãe para o bebê durante a gestação e principalmente no aleitamento), e por via sanguínea.

Como prevenir e tratamentos

A principal forma de se prevenir o HTLV é usando preservativos em todas as relações sexuais, além de não reutilizar objetos perfurocortantes e fazer o pré-natal adequado.

«Não existe tratamento para o HTLV. Os portadores devem ser acompanhados periodicamente com o objetivo de se verificar se houve o aparecimento de suas complicações», diz o infectologista Rigato Júnior.

Gonorreia

O que é gonorreia

Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, a gonorreia é a mais comum das doenças sexualmente transmissíveis. Ela afeta tanto homens quanto mulheres e pode ser transmitida pelo contato sexual vaginal, oral ou anal.

A bactéria Neisseria gonorrhoeae, que causa a doença, pode infectar a região genital masculina e feminina, além do reto, olhos, garganta e articulações.

Formas de contágio

A gonorreia é transmitida em qualquer contato sexual desprotegido com a pessoa infectada. Também pode ser transmitida de mãe para filho no momento do nascimento ou ainda dentro do útero.

Nas mulheres, os sintomas demoram mais a aparecer do que nos homens e, para ambos, podem haver consequências graves, como infertilidade, infecções e maior risco de contrair HIV.

Como prevenir e tratamentos

Para se prevenir, sempre faça sexo com preservativos; evite ter relações sexuais com alguém que está com gonorreia (até que a pessoa esteja completamente tratada); e, caso você tenha sido infectado, converse com seus parceiros para que eles procurem um médico para verificar se também estão com a bactéria.

Por ser uma infecção bacteriana, a gonorreia é tratada com antibióticos e deve-se evitar relações sexuais neste período. O médico, depois de fazer o diagnóstico, indicará qual o melhor remédio para cada caso. A gonorreia tem cura e não oferece grandes complicações quando o tratamento é realizado precocemente e de forma adequada.

Clamídia

O que é clamídiaA clamídia também é uma DST causada por bactéria, a Chlamydia trachomatis, que é transmitida por via sexual vaginal, anal ou oral, e de mãe para filho. A doença costuma ser assintomática (não apresentar sintomas) e pode afetar tanto homens quanto mulheres.

Formas de contágio

A clamídia é transmitida por meio do sexo, seja vaginal, anal ou oral. Também pode haver o contágio da DST por via vertical, ou seja, de mãe para filho durante a gestação.

Como prevenir e tratamento

A clamídia é tratada com antibióticos, receitados pelo médico de acordo com o quadro e história do paciente. Por ser uma doença assintomática (sem sintomas), ao descobrir que o parceiro está com a doença, é necessário procurar ajuda médica, mesmo sem apresentar nenhum sintoma, para que ele verifique e também indique um antibiótico para evitar complicações.

É uma DST curável com tratamento correto, mas, caso não seja diagnosticada rapidamente, ela pode causar uma série de complicações, como DIP, epididimite, inflamação na próstata e artrite reativa. «Ela também pode causar problemas nas trompas, infertilidade, gravidez ectópica ou simplesmente não deixar o espermatozoide subir», diz Granato.

Também é importante saber que ser infectado pela doença uma vez não torna a pessoa imune ao problema. Ou seja, no caso de fazer novamente sexo desprotegido com alguém infectado, a pessoa pode voltar a ter clamídia.

Mycoplasma genitalium

O que é Mycoplasma genitaliumMycoplasma genitalium é uma bactéria de transmissão sexual que causa uma doença semelhante a clamídia e a gonorreia, mas que provoca uma secreção mais transparente.

Os especialistas acreditam que muitas pessoas podem ter a doença e não saber, uma vez que ela raramente apresenta sintomas. Além disso, no caso das mulheres, é ainda mais difícil que ela seja notada, pois muitas têm uma secreção normal, então o sintoma passa desapercebido.

Formas de contágio

Um estudo publicado no International Journal of Epidemology mostrou que a maioria dos homens e mulheres com a doença apresentaram comportamentos sexuais considerados de risco, como um grande número de parceiros sexuais e sexo desprotegido no último ano.

Algumas das mulheres infectadas disseram apresentar sangramento após o ato sexual, mas 56,2% das mulheres e 94,4% dos homens não reportaram nenhum sintoma de DST.

Como prevenir e tratamentos

«O Mycoplasma é uma bactéria um pouco diferente, ela não aparece em um exame comum. Então, caso o médico não desconfie dela e peça um exame específico, o problema não será detectado», diz Celso Granato, infectologista do Fleury Medicina e Saúde.

«Dentre as complicações, homens e mulheres podem ter dor que vão além da parte mais baixa do trato genital. Pode acontecer uma inflamação de ovário, lesão nas trompas, assim como uma infecção no epidídimo ou na próstata, e uretrite», completa o especialista. Por isso, é importante fazer exames periodicamente e seguir o tratamento indicado pelo médico à risca.

Doença Inflamatória Pélvica (DIP)

O que é Doença Inflamatória Pélvica

A Doença Infamatória Pélvica (DIP) é uma DST que afeta mulheres, principalmente as que já têm alguma outra infecção sexualmente transmissível não tratada, como gonorreia e clamídia.

Ela pode ser causada por diversas bactérias que acarretam inflamações nos órgãos sexuais internos da mulher, como útero, ovários e trompas.

Formas de contágio

A infecção, normalmente, ocorre após a relação sexual desprotegida, por causa do contato com as bactérias durante o ato. Mas também pode ocorrer depois de procedimentos médicos, como inserção do Dispositivo Intra-Uterino (DIU), curetagem e biópsia do útero.

Como prevenir e tratamentos

«Como muito frequentemente a DIP é causada por uma infecção da clamídia, que subiu para os órgãos sexuais internos da mulher, a prevenção desta doença é feita basicamente se prevenindo da clamídia, além de ficar atenta à qualquer mudança na secreção e relatar o quanto antes ao seu ginecologista», afirma Granato.

Sífilis

O que é sífilisA sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum e pode se manifestar em três estágios: nos dois primeiros, acontecem os sintomas e ela é mais contagiosa; no terceiro, não há sintomas – o que faz parecer que a pessoa está curada (mas não está).

Formas de contágio

A sífilis, além de ser transmitida pela relação sexual desprotegida e pela transfusão com sangue contaminado, também pode ser passada através do beijo na boca quando há feridas nas mucosas – apesar de ser uma forma mais rara.

Além disso, ela pode ser transmitida da mãe para o filho. Por isso, é importante fazer o pré-natal corretamente, em que a gestante será testada para a doença na primeira consulta, no terceiro trimestre e no momento do parto.

Como prevenir e tratamentos

A melhor forma de se prevenir da sífilis é através do uso de preservativos em todas as relações sexuais, inclusive a oral. A transmissão através do beijo na boca é bastante rara, mas pode acontecer quando há feridas, que não precisam estar do lado de fora ou visíveis para ocasionar o problema.

Por esta razão, é bom sempre ter acompanhamento médico e realização periódica de exames para verificar esta condição. A sífilis é muito perigosa quando não tratada, podendo se espalhar pelo corpo inteiro e ocasionando, por exemplo, AVC, meningite, surdez, problemas de visão, demência, aneurisma, aborto ou morte do bebê durante a gestação ou nos primeiros dias de vida.

Ebola

O que é ebolaA ebola é uma doença ocasionada por um vírus de mesmo nome, que é altamente infeccioso e pode atingir uma taxa de letalidade de até 90%. O vírus é original da África, que de tempos em tempos sofre com surtos da doença.

O seu principal sintoma é febre hemorrágica, que causa sangramento dos órgãos internos e pode levar à morte.

Formas de contágio

As formas de contágio mais comuns do vírus ebola são por meio de contato direto com os fluídos de um humano ou animal infectado, o que inclui sangue, saliva, sêmen, vômito, urina ou fezes.

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, em outubro de 2015, indicou que foi possível detectar o vírus no sêmen de dois terços dos homens participantes seis meses após eles terem sido considerados curados da doença. Já 26% dos homens com o sêmen coletado de sete a nove meses após a cura do ebola, também continha o vírus.

«Considerando que o ebola também é transmitido de forma indireta, pelo contato com o sêmen da pessoa que foi infectada depois de tanto tempo, ele pode ser considerado uma DST. Contudo, estes são casos excepcionais e ainda não sabemos o impacto que isso pode ter na população», afirma Celso Granato.

Como prevenir e tratamentos

A melhor forma de se prevenir do ebola é não ir aos locais com surto da doença, evitar o contato com pessoas infectadas ou com o corpo daquelas que não resistiram, sem a devida proteção.

Além disso, segundo o médico, após a cura do ebola era dada a orientação de não fazer sexo sem preservativo pelos três meses seguintes. Porém, com a descoberta da presença do vírus tanto tempo depois no sêmen, ainda não há um consenso do tempo recomendado.

Herpes

O que é herpesHerpes simples é uma infecção viral, que se manifesta através do surgimento de pequenas bolhas frequentemente ao redor dos lábios ou genitais, mas que também podem surgir em qualquer região do corpo.

Normalmente, a herpes labial é causada pelo vírus da herpes simples tipo 1, o HSV1; e a herpes genital pelo HSV2. Entretanto, ambos os tipos podem provocar tanto o herpes labial quanto o genital.

Formas de contágio

«Tanto a herpes genital quanto a herpes labial podem ser transmitidas mesmo nos períodos entre as crises, não apenas quando os sintomas estão visíveis, quando há lesão», explica o infectologista Granato.

«Em todos os tipos de relação, é possível contrair o vírus. Entretanto, não é porque o parceiro tem herpes crônica que necessariamente esta pessoa terá também», comenta. A transmissão por objetos infectados, como toalhas e talheres, também pode ocorrer, mas é bastante rara.

Como prevenir e tratamentos

Ainda não há vacina para a herpes, portanto a única forma de realmente se prevenir da infecção é não tendo nenhum tipo de contato sexual desprotegido com quem tem o vírus.

Donovanose

O que é donovanoseA donovanose é uma infecção que afeta a pele e mucosas da região genital, da virilha e do ânus, causando úlceras e destruindo a pele infectada.

A infecção é causada pela bactéria Klebsiella granulomatis, sendo caracterizada por caroços e feridas vermelhas que sangram fácil e não causam dor, fazendo com que o paciente só procure ajuda quando o caso já está mais avançado.

Formas de contágio

Segundo Lucy Nagm, infectologista do Dr. Consulta, ainda não se sabe ao certo como a doença é transmitida, apenas que ela está frequentemente associada a uma infecção sexual.

Como prevenir e tratamentos

De acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia, o uso do preservativo em todas as relações sexuais, sejam vaginais, orais ou anais, é importante para prevenir a doença. Entretanto, isso só será eficaz se a área infectada estiver coberta pela camisinha, uma vez que, se houver contato com uma ferida aberta, a donovanose pode ser transmitida.

Já o tratamento é feito exclusivamente com antibióticos indicados pelo médico.

Hepatites virais

O que são hepatites viraisHepatite é qualquer degeneração do fígado por causas diversas. As mais comuns são as infecções pelos vírus do tipo A, B ou C e o abuso do consumo de álcool.

Formas de contágio

Os tipos hepatite B e hepatite C são transmitidos principalmente pelo sangue, sendo comum em usuários de drogas injetáveis e pacientes submetidos a material cirúrgico contaminado. A hepatite B também é frequentemente transmitida por via sexual.

Os tipos B e C de hepatite usualmente não apresentam sintomas, o que torna comum que as pessoas só saibam que têm a doença quando fazem, por acaso, algum teste para estes vírus.

Como prevenir e tratamentos

Além de fazer sexo com camisinha, se pode prevenir a infecção pelas hepatites B e C não compartilhando alicates de unha, lâminas de barbear, escovas de dente, equipamentos para uso de drogas, além de todo o controle efetivo dos bancos de sangue, órgãos e sêmen.

Também há vacina disponível para a prevenção da hepatite B, mas não para o tipo C da doença.

Linfogranuloma venéreo

O que é linfogranuloma venéreoLinfogranuloma venéreo é uma infecção crônica que se caracteriza pelo aparecimento de uma ferida ou elevação na pele da região genital, ou gânglios da virilha genital. Dura de três a cinco dias e não é facilmente identificada pelos pacientes.

Formas de contágio

A forma de contágio se dá por relação sexual vaginal, anal ou oral com a pessoa infectada.

Como prevenir e tratamentos

A forma mais garantida de se prevenir da doença é utilizando o preservativo em todas as relações e fazendo a higiene correta da região genital.

No tratamento, são utilizados antibióticos, mas, por normalmente ter diagnóstico tardio, é comum haver sequelas como estreitamento do reto e elefantíase dos órgãos sexuais. O parceiro da pessoa infectada também deve ser tratado.

Tricomoníase

O que é tricomoníaseA tricomoníase uma infecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis que afeta mais comumente as mulheres. Nelas, a doença ataca o colo de útero, a vagina e a uretra. Já nos homens, a tricomoníase ataca o pênis.

Formas de contágio

A transmissão da tricomoníase se dá por meio do contato sexual ou íntimo com as secreções de uma pessoa contaminada, principalmente nas relações entre homem/mulher e mulher/mulher. Ela causa micro-lesões e dores e pode favorecer a infecção por outras DSTs.

Como prevenir e tratamentos

A forma mais eficaz de se prevenir contra a tricomoníase é através do uso de preservativos em todas as relações sexuais, sejam vaginais, anais ou orais. No caso de descoberta da infecção, o parceiro também deve ser tratado. Nas relações entre mulheres ou homem/mulher, é possível utilizar a camisinha feminina.

Categorías
Todo sobre el embarazo

Como se blindar de comentários negativos durante a gestação

A felicidade de estar gerando uma criança é logo dividida com a irritação por causa dos palpites negativos que chegam sem autorização da gestante. É como se toda a privacidade desaparecesse, e a gravidez se tornasse de domínio público. Os comentários ruins, porém, podem afetar o emocional da grávida. O que fazer para se blindar desse inconveniente?

«O simples fato de a mulher estar grávida já gera um olhar diferente sobre ela», explica o psicoterapeuta Wimer Bottura. «Muitas pessoas têm intenção de ajudar e superproteger com os conselhos, mas eles normalmente geram muito mais preocupação do que tranquilidade», diz.

A psicanalista e escritora Marcia Tolotti explica que a infinidade de informações sobre a melhor forma de passar a gestação leva a mulher a uma dissonância cognitiva. «As opiniões são tantas, e muitas vezes até contraditórias – como a defesa ou a crítica sobre o parto normal ou cesariana – que a tensão é inevitável», diz. Para isso, a mulher precisa gerenciar a intensidade que a tensão das inúmeras opiniões provoca nela.

Para a especialista, há um caminho a seguir, considerando que palpites e comentários muitas vezes são manifestações de amor e carinho. «A mulher pode, então, receber o amor e neutralizar internamente a dica ou o palpite em si. Por que se incomodar com alguém manifestando carinho?», convida à reflexão Marcia Tolotti. «Se o conselho for inútil, basta descartar».

Emocional blindado: estabeleça limites

«Ser boazinha demais é péssimo», adianta Bottura. «A grávida pode confrontar um comentário negativo de forma educada e dizer: ‘olha, esse comentário me faz mal e não me ajuda’. Ela pode usar da sinceridade e dizer desta forma e, se a outra pessoa não tiver tolerância à sinceridade dela, ela vai poder inclusive saber com quem está lidando», avalia o psicoterapeuta.

Para ele, o ideal é não ser submissa e boazinha. «É aí que permitimos que as pessoas nos invadam. Nem sempre elas invadem com má intenção, mas sim porque há um espaço para ocupar – e elas ocupam. A grávida deve dizer de forma educada o que pensa e se expressar», diz Bottura.

Se a gestante não se sentir à vontade para expressar o que pensa, somado ao fato de que não é possível controlar o que as outras pessoas pensam, o ideal é que ela mude a maneira de lidar com esses comentários, de forma com que eles não a machuquem. «Se o ‘palpiteiro’ for alguém importante na vida da gestante, dependendo da opinião isso vai pesar bastante», diz Marcia.

«E temos que considerar o inconsciente também: muitas vezes achamos que alguém não nos afeta – e talvez racionalmente não -, mas inconscientemente o significado da fala pode pesar bastante. Se isso acontecer, avalie não o comentário me si, mas qual é a relação emocional que tem com o palpiteiro», recomenda a psicanalista.

Tenha um porto seguro

É preciso ter em quem confiar durante esse verdadeiro bombardeio de conselhos, palpites e diferentes opiniões. Nesse caso, o médico obstetra que acompanha a gestante é o indicado para desempenhar esse papel imprescindível.

«O obstetra vai ser um apoio fundamental no aspecto físico e emocional diante da vulnerabilidade psíquica da gestante, desde que haja um vínculo positivo com ele», explica a psicanalista.

«Isso porque o obstetra vai ser idealizado, então vai virar uma das referências mais importantes diantes das dúvidas. Quando há um bom vínculo onde a base é a confiança, muitas dúvidas serão sanadas com o próprio médico, diminuindo consideravelmente a angústia da gestante», diz Marcia.

Além disso, a gestante pode também confiar em alguém próximo – como a mãe – desde que os conselhos dela não sejam conflitantes com o do médico obstetra. «Nas consultas, a participação do pai do bebê, ou da mãe, do tio, ou do parceiro(a), enfim, é fundamental porque o conhecimento e as dúvidas também de quem vai acompanhar essa gestante na criação do bebê favorecem um equilíbrio adequado na construção de um espaço simbólico, físico e amoroso desse novo membro da família que vai chegar».

TAGs:
gravidez