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Trate bolsas de gordura e pálpebras caídas para manter o rosto jovem

Homens e mulheres têm procurado cada vez mais a blefaroplastia, cirurgia que corrige os excessos de pele da pálpebra superior e da pálpebra inferior, retirando também as bolsas de gordura, que podem aparecer precocemente, por pré-disposição genética ou pelo passar dos anos, com a perda natural de elasticidade da pele.

Bolsas de gordura

O maior objetivo da blefaroplastia é eliminar o excesso de pele e
gordura ao redor dos olhos, fruto, em alguns casos, de doenças oculares.
O excesso de gordura nos olhos já pode começar a aparecer a partir dos
30 anos. O grau de intensidade do excesso de gordura ou de pele vai
depender, sobretudo, da qualidade do tecido de cada pessoa e de fatores
genéticos e características familiares. A blefaroplastia é uma cirurgia simples, mas delicada. Dura, em média, 90 minutos. Pela extensão da cirurgia e boa qualidade dos anestésicos, a maioria dos casos é operada sob anestesia local. Raramente é feita com anestesia geral.

Para realizá-la adequadamente, o cirurgião mede a quantidade de pele ou gordura a ser retirada e depois realiza a incisão. Deve-se tomar muito cuidado, pois a retirada excessiva de pele ou gordura pode dar um aspecto de falta de mobilidade ao olho, transformando o olhar do paciente e prejudicando a ação de piscar, gerando o ressecamento ocular. O resultado pleno da cirurgia é obtido entre três e seis meses após a cirurgia, quando há a acomodação dos tecidos e a cicatrização completa. A exposição solar poderá ser liberada após um ou dois meses, tomando alguns cuidados, como o uso de óculos escuros e de protetores solares.

Ptose palpebral

«O maior objetivo da blefaroplastia é eliminar o excesso de pele e gordura ao redor dos olhos, fruto, em alguns casos, de doenças oculares»

Quando a pálpebra superior está caída, encobrindo o olho mais do que o normal, o desconforto estético é evidente. Dentre as causas mais frequentes para o aparecimento da ptose palpebral, destacam-se as de origem congênita, a ocorrência de doenças como um AVC ou uma miastenia grave e traumatismos diversos.

Pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade podem apresentar o problema – existem graus severos de ptose e outros moderados. A cirurgia plástica está indicada principalmente para os casos de traumatismo. O procedimento consiste em corrigir a deficiência do músculo elevador da pálpebra. O tratamento se faz a partir da mesma incisão usada numa blefaroplastia convencional. Em síntese, para cada quatro milímetros de encurtamento do músculo elevador da pálpebra, se obtém um milímetro de elevação da borda ciliar.

Entrópio senil

Quando a borda palpebral está virada para o globo ocular, ou seja, a linha ciliar invade os olhos, ela pode provocar lesões, como arranhaduras, no globo ocular. O oposto do problema se denomina ectrópio, isto é, quando a linha ciliar se apresenta virada para fora mais do que o normal.

Para corrigir estes problemas é preciso fazer uma cirurgia denominada cantoplastia. Ambas as deformidades palpebrais – entrópio e ectrópio – podem ser resultado do envelhecimento, de inflamações palpebrais ou de traumatismo palpebrais prévios.

Saiba mais:
Preenchimento facial com ácido hialurônico: tratamento para rugas

A cirurgia de reposicionamento palpebral é necessária para garantir a saúde dos olhos e evitar que surjam outros problemas, como, por exemplo, uma lubrificação deficiente dos olhos. Os procedimentos podem ser realizados com anestesia local e sedação.

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Estiramento muscular: como reconhecer, prevenir e tratar

O estiramento muscular é uma lesão indireta caracterizada pelo «alongamento» das fibras dos músculos além dos limites normais. Ele está entre as lesões mais frequentes nos esportes e modifica significativamente os hábitos de treinamento e de competição dos praticantes.

Normalmente estiramentos musculares são causados por displicência dos atletas. Usar uma técnica de treino de maneira incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, diferença de comprimento de membros inferiores e diminuição da amplitude de movimento são os erros mais comuns entre os que praticam esporte. Porém, a contração rápida e explosiva, é quem fundamentalmente proporciona o surgimento da lesão.

Possíveis causas de estiramento muscular

O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido. A intensidade da dor é variável e geralmente provoca desequilíbrio e interrupção do movimento. Os sintomas que podem ser observados depois são: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas, lesões musculares que não melhoram, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções e dificuldade de coordenar movimentos.

Existem grupos musculares mais propensos a este tipo de lesão, como os músculos posteriores da coxa, os da panturrilha, a musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa. Estudos indicam a junção músculo-tendão, também conhecida como região distal do ventre muscular, como o principal local da lesão. Mesmo assim, é bom deixar claro que qualquer ponto do músculo é suscetível ao estiramento.

Diagnóstico de Estiramento Muscular

O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido

O diagnóstico deve abranger uma história e exames clínicos adequados, baseados em queixas de dores localizadas, dores à contração isométrica e à palpação. O exame da ultra-sonografia complementa o diagnóstico. Conhecer e tratar o estiramento de maneira precoce é muito importante para conseguir tratar essa lesão muscular.
Como os fatores de produção da lesão são diversos, é importante saber detalhes da história clínica do paciente.

O médico sempre deve observar o condicionamento físico do atleta, se sofreu a lesão no início ou no final da competição, como foi feito o aquecimento, condições climáticas e o estado de equilíbrio emocional, se o atleta lesionado foi muito exigido na competição. Se o profissional não levar em conta esses fatores, é aconselhável que o paciente procure uma segunda opinião após o diagnóstico.

A classificação dos estiramentos tem importância no diagnóstico, já que identifica e quantifica a área lesada do músculo, os fenômenos decorrentes desse problema, a gravidade da lesão, os critérios de tratamento, o tempo de afastamento do esporte e a previsão de sequelas.
Podemos classificar os estiramentos de acordo com as dimensões da lesão em:

Tipos de estiramento muscular

Grau I – é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão em menos de 5% do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode desaparecer no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.

Grau II – O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (a lesão atinge entre 5% e 50% do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. O tratamento do problema é mais lento.

Grau III – Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão atinge mais de 50% do músculo), resultando em uma grave perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.

Saiba mais:
Aquecimento melhora o rendimento do treino

Tratamentos para Estiramento Muscular

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Após tratamento inicial na fase aguda da lesão, com gelo, repouso, elevação, uso de anti-inflamatórios prescritos por um profissional médico, ultrassom pulsátil, microcorrentes e laser, inicia-se a recuperação do movimento ativo, com carga que não produza dor. A inclusão dos exercícios de alongamentos são fundamentais na recuperação da lesão.

Após esta sequência, utiliza-se os exercícios de recuperação
funcional que têm como objetivo retornar o atleta ao nível de atividade
antes da lesão, restaurando a estabilidade funcional e os padrões de
movimentos específicos para o esporte, minimizando o risco de nova
lesão. A evolução do tratamento deve obedecer a uma avaliação diária da
dor, amplitude do movimento, força muscular e a sensação subjetiva do
paciente.

Nas atividades esportivas, existe uma permanente preocupação com o atleta de alto nível, no cumprimento do planejamento de treinamento e na manutenção do estado atlético. Negligenciar o tratamento leva freqüentemente a recidivas, com novas lesões no mesmo músculo e que podem resultar sequelas e longos períodos de afastamento do esporte.

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Ejercicio y nutrición

Leche de vaca

La leche de vaca es uno de los alimentos más completos que existen. Tiene una amplia variedad de nutrientes esenciales para el crecimiento, desarrollo y mantenimiento de una vida equilibrada y saludable. Su composición es variada, debido a la variación de cada animal y también a la forma de cría (pasto, tiempo entre ordeños, etc.).

Contiene 35 g de proteína / L, básicamente dividida en lactoalbúmina, lactoglobulina y caseína. Es un alimento con proteínas de alto valor biológico porque contiene todos los aminoácidos esenciales. Cuando se analiza mediante la metodología PDCAAS (Puntuación de aminoácidos corregidos de digestibilidad de proteínas) establecida por la OMS, la leche tiene una puntuación de 1.0 (según PDCAAS, las proteínas con una puntuación superior a 0.8 son de alto valor biológico).

Los carbohidratos corresponden al 4.7% de la composición de la leche, siendo la lactosa la principal. Ayuda a proporcionar energía, promover la absorción de calcio y desarrollar la flora microbiana intestinal adecuada.

Los lípidos representan del 3.0 al 6.0% de la leche entera. Tanto en la leche humana como en la bovina, la parte principal del contenido de lípidos son los triacilgliceroles. El resto contiene fosfolípidos (lecitina), esteroides, carotenoides, vitaminas liposolubles E, K y algunos ácidos grasos libres. La leche entera tiene un alto contenido de grasa que aumenta su valor calórico, mientras que la leche semidesnatada y desnatada corrige esto.

Tanto la leche de vaca como la leche materna son bajas en hierro, pero el hierro en la leche materna está relacionado con la lactoferrina y tiene una mayor biodisponibilidad.

Los diferentes tipos de leche en el mercado se basan en la leche de vaca fresca, y su composición puede modificarse fortificando o reduciendo nutrientes (por ejemplo, sin lactosa; enteros, desnatados, semidesnatados, sin colesterol; enriquecidos o fortificado: calcio, hierro, vitaminas A, D, E, B6, omega-3, omega-6).

En otras palabras: ¿la leche es buena para la salud? ¿La leche es mala para tu salud? Lo que es bueno o malo para su salud es una dieta equilibrada, no un alimento en particular. Sí, la leche se puede insertar en una dieta sana y equilibrada. No es un veneno ni una poción milagrosa.

Ricardo Borges
Traitleta | Treinus Partner

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Recetas

Torta de frango e abobrinha

Ingredientes:

Garfo cortando o pedaço da torta de frango - Foto Getty Images
Garfo cortando o pedaço da torta de frango – Foto Getty Images

1 cebola picada

2 colheres (chá) de azeite

2 abobrinhas raladas

Tomilho fresco a gosto

300g de peito de frango moído

2 claras

Salsa picada a gosto

2 dentes de alho amassados

1 colher (sopa) de molho inglês

Sal a gosto

1/2 xícara (chá) de farinha de rosca

2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

1 pitada de páprica doce

Modo de Preparo:

Refogue a cebola no azeite, junte a
abobrinha e o tomilho e deixe cozinhar; reserve. À parte, misture bem o
frango
moído, a clara, a salsa, o sal, a farinha de rosca, o parmesão e a
páprica.
Forre o fundo do refratário com metade da mistura da farinha de rosca,
queijo parmesão e a páprica. Acrescente a massa de frango e leve para
assar. Retire e coloque por cima a abobrinha refogada e o restante da
farinha e leve ao forno médio por mais 5 minutos.

Receita cedida pelo site Rudge SBC

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Tabelinha menstrual: como fazer e como calcular

Tabelinha é um método usado por muitas mulheres para saber quais os dias mais férteis dentro de seu período menstrual e então calcular quando devem ou não ter relações desprotegidas.

A tabelinha pode ser usada tanto como método contraceptivo (para evitar a gravidez) quanto para acelerar a concepção de um bebê.

Como fazer a tabelinha menstrual

Para fazer a tabelinha é importante observar o ciclo menstrual e saber exatamente quanto tempo ele dura. Lembrando que cada ciclo começa no primeiro dia da menstruação e acaba um dia antes da próxima.

Os ciclos menstruais nem sempre duram a mesma quantidade de dias, então alguns especialistas recomendam observar entre três e seis meses quanto tempo seu ciclo dura em média.

  • Isso observado, você subtrai 14 dessa média de dias e chegará no dia da provável ovulação
  • Os dias com mais chance de engravidar são os dois antes e os dois depois dessa data estabelecida
  • Ou seja, se seu ciclo tem 30 dias, a ovulação acontece no 16º – com a margem, o período fértil é entre o 14º e 18º dias do período
Saiba mais:
Ciclo menstrual: o que é, fases e como calcular

No entanto, algumas pessoas preferem colocar uma margem maior, já que o espermatozoide pode ficar em 3 e 5 dias vivo no útero da mulher. Portanto, você pode estabelecer uma margem de 5 dias antes e depois.

Neste caso, se você tem um ciclo de 30 dias, a ovulação acontece no 16º dia e o período mais fértil é entre 11º e o 21º dias.

Isso feito, sempre anote no calendário qual dia começa sua menstruação e quais dias serão os mais férteis para se proteger ou não, dependendo do objetivo.

Saiba mais:
Período fértil: como calcular e quais são os sintomas

Como começar a fazer tabelinha

É importante explicar, em primeiro lugar, que mulheres que usam anticoncepcionais hormonais (como pílula, anel vaginal, injeção anticoncepcional, DIU de Mirena, etc.) não precisam fazer tabelinha, já que os hormônios contidos interferem no ciclo menstrual, não havendo um período fértil.

No caso das mulheres que esquecem de tomar a pílula de vez em quando, a tabelinha também não ajuda, pois com a oscilação hormonal os dias férteis são irregulares, não obedecendo a lógica da tabelinha.

Caso você não tome anticoncepcionais hormonais, o mais importante é observar a duração do seu ciclo por entre três e seis meses para ter uma média de quanto tempo ele dura.

Caso você tenha acabado de deixar de tomar anticoncepcionais, o corpo leva entre um a dois meses para se readaptar e voltar ao ciclo menstrual normal. Portanto, observe por mais tempo sua menstruação e se proteja durante o ciclo todo neste período, usando camisinha.

Quais as chances de engravidar fazendo tabelinha?

A tabelinha não é considerada um método anticoncepcional seguro pelos ginecologistas, pois as chances de erro são altas. Até porque, existem diversos fatores que podem mudar a data da menstruação, como fortes emoções, estresse, uso de alguns medicamentos e até mesmo um simples resfriado. E isso muda a data da ovulação, atrapalhando o método.

No entanto, eles costumam indicá-la quando o desejo é engravidar, já que ajuda a ter tentativas mais assertivas.

Alie a tabelinha a…

Camisinha Tanto a camisinha masculina quanto a camisinha feminina são fundamentais para quem faz tabelinha e qualquer mulher com vida sexual ativa. Isso porque os outros métodos anticoncepcionais não protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Além disso, no caso da tabelinha, a camisinha permite que a mulher possa continuar com sua vida sexual ativa mesmo quando está em seus dias férteis.

DIU de cobre O DIU de cobre não interfere no ciclo menstrual, pois sua ação apenas libera íons de cobre no útero, causando uma inflamação, o que torna o ambiente inóspito para os espermatozoides. Apesar de ter uma chance de engravidar pequena, aplicar a tabelinha enquanto ele é usado ajuda a torná-lo ainda mais seguro.

Vantagens e desvantagens da tabelinha

Uma das maiores vantagens da tabelinha é que ela é um método não hormonal, o que não traz efeitos colaterais.

Além disso, ela possibilita à mulher um conhecimento maior do seu organismo e ciclo menstrual, permitindo que elas saibam o que esperar de seu corpo em cada fase do mês.

Entre as desvantagens está o fato de que normalmente a tabelinha deve ser relacionada a outro método contraceptivo, como a camisinha, pra que não haja abstinência sexual no período fértil. É sempre bom ressaltar que a camisinha deve ser usada como proteção para doenças sexualmente transmissíveis, que não são evitadas com nenhum outro contraceptivo.

Além disso, fatores que alterem a menstruação podem aumentar o risco de erros ao adotar este método, o que pode levar a uma gravidez não planejada.

Contraindicações da tabelinha

Algumas mulheres não têm indicação para fazer tabelinha, como:

Adolescentes Meninas que acabaram de menstruar e ainda estão com os aparelhos reprodutores em desenvolvimento costumam ter um ciclo menstrual mais irregular, o que torna a tabelinha um método com maior risco de erro.

Mulheres com problemas ginecológicos A síndrome dos ovários policísticos, principalmente quando não tratada, costuma mexer com o ciclo menstrual, alterando os dias de menstruação e até criando ciclos curtos ou longos demais, incompatíveis com a ovulação.

Mulheres que usam anticoncepcional hormonal Nesses casos os hormônios alteram o ciclo menstrual, fazendo com que a mulher deixe de ovular, ou seja, não existem dias férteis para serem controlados na tabelinha.

Portanto, mesmo em casos que a mulher não tome o anticoncepcional corretamente, eles ainda influenciam no ciclo menstrual, tornando-o irregular e não havendo como prever quais dias serão férteis.

No entanto, vale lembrar que existem relatos de mulheres que mesmo tomando anticoncepcionais continuam ovulando, apesar de serem casos raros. O ideal, ao fazer seu ultrassom de rotina, sempre avisar o médico que está realizando o exame que você usa anticoncepcionais, assim ele observará se ele está mesmo atuando nos seus ovários.

Fontes consultadas

Pedro Monteleone, médico ginecologista, coordenador técnico do Centro de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e diretor da Clínica de Reprodução Humana Monteleone, CRM-SP 81123

Alfonso Massaguer, médico ginecologista especialista em reprodução humana da Clínica Mãe (SP), CRM 97.335

Cássio Sartório, médico ginecologista especialista em reprodução humana da Clínica Vida (SP), CRM RJ-52.75951-1

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Strogonoff funcional de frango

Strogonoff Funcional de Frango / Foto Getty Images
Strogonoff Funcional de Frango / Foto Getty Images

Ingredientes

250 gramas de peito de frango cortado em tirinhas

Sal do Himalaia a gosto

Pimenta do reino a gosto

1 dente de alho picado

1 cebola picada

1 colher (sopa) rasa de manteiga ghee (pode substituir por azeite de oliva extra virgem ou óleo de coco)

2 tomates sem sementes picados

2 colheres (sobremesa) de mostarda

3 colheres (sopa) de biomassa de banana verde

1 xícara de chá de água mineral

1 xícara de cheiro verde picado

Modo de preparo

Comece temperando o frango com sal do Himalaia e pimenta do reino. Reserve por 30 minutos na geladeira para pegar sabor. Refogue a cebola e o alho na manteiga. Acrescente o frango e deixe dourar bem. Incorpore os tomates picados, refogue, acrescente a água e deixe reduzir em fogo baixo. Junte a mostarda, a biomassa de banana verde e misture bem. Mantenha em fogo baixo por 15 minutos, mexendo de vez em quando.

Para finalizar, acrescente cheiro verde picado a gosto e sirva!

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Calorias por porção:258,25

Dra. Regina Moraes Teixeira, nutricionista funcional, especialista em reeducação alimentar, fitoterapia em nutrição e nutrição gestacional.

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Sintomas de baixa autoestima: saiba como identificar

Valorizar alguém que amamos é um exercício que não costuma ser muito complicado. Geralmente a convivência e a observação contribuem para que qualidades se destaquem e formemos uma opinião positiva sobre a pessoa. Mas e quando esse alguém é você mesmo? O que você percebe? Consegue reconhecer e enaltecer suas próprias qualidades com a mesma precisão com que percebe seus pontos de melhoria? Enquanto você lê essa matéria tente olhar para dentro de si e se lembrar da última vez que conseguiu comemorar uma conquista. Ou quando sentiu que sua atitude diante de uma situação lhe deu orgulho, não por ter sido melhor do que outra pessoa, mas por ter sido coerente com o que acredita. E até mesmo quando em um momento em que as coisas não saíram como o planejado você soube se acolher e reconhecer que fez o que estava ao seu alcance.

Se após fazer essa breve reflexão você percebeu que há descompasso entre os pontos que gosta em si e a lista de defeitos, pode ser um sinal de baixa autoestima. De acordo com a psicóloga e orientadora transpessoal Wanessa Moreira, a autoestima é o valor que damos a nós mesmos. «É a sensação de reconhecimento que cada um desenvolve por si. Ter autoestima é conseguir se enxergar com respeito e encontrar o próprio valor, ainda que existam aspectos que precisem ser melhorados ou desconstruídos».

Ela ressalta que ter estima consigo tem importância fundamental na maneira como uma pessoa vai se colocar na própria vida. «Uma pessoa com baixa autoestima deixa de ocupar o seu melhor lugar, pois se percebe como menos, as situações não lhe agradam e ela vê seu desempenho como insuficiente, mesmo que tenha conseguido bons resultados» explica a especialista.

Uma baixa autoestima é um equívoco de autopercepção, como se o indivíduo se visse a partir de um óculos embaçado. No entanto, de acordo com Wanessa, ver a si mesmo de forma limitada não é o único sintoma que pode indicar uma baixa autoestima. A seguir você encontra diferentes comportamentos não-óbvios que podem mascarar esse sentimento.

Saiba mais:
Autoestima: significado, como aumentar e frases

Pensar demais antes de agir

Ter precaução e medir riscos e consequências é uma hábito importante, pois ajuda a ser mais prudente. No entanto, de acordo com Wanessa, em momentos de baixa autoestima é comum que pensamentos sabotadores apareçam, desencorajando assim uma tomada de decisão, ou a realização de um hábito simples. Será que você pode estar fazendo isso com você?

Sensação constante de culpa

Segundo Wanessa, ter a percepção de que não consegue realizar os próprios projetos traz uma sensação de culpa. Se você sente que seu nível de exigência consigo está muito alto pode ser um indício de baixa autoestima. Ter ambição para realizar sonhos é saudável, se autodepreciar e não se acolher quando as coisas não saem como planejado só gera insegurança e não indica um próximo passo.

Autocrítica excessiva

A autocrítica também é um aspecto presente quando se está com baixa autoestima. É como se houvesse uma necessidade constante de afirmar os próprios defeitos. «O problema, explica Wanessa, é que nesse contexto a autocrítica serve apenas para confirmar que a pessoa está se vendo como menos. Não dá um caminho ou uma solução», esclarece.

Se preocupar demais com a opinião dos outros

Levar em consideração o que os outros pensam é um atributo importante para a socialização e para criar conexão. Mas submeter a opinião que se tem de si aos outros cria dependência afetiva e demonstra falta de autoconhecimento e autoestima. De acordo com Wanessa, nosso valor não está atrelado a uma outra pessoa. Nosso valor vem do reconhecimento de que somos uma manifestação de vida. É desse lugar que deve nascer nossa autoestima.

Reclamar demais da vida

A baixa autoestima atua como uma lente embaçada em nossa percepção. Desta forma, não apenas nosso autoconceito fica equivocado, mas também a forma como interpretamos as situações à nossa volta. Wanessa pontua que uma pessoa com baixa autoestima enxerga tudo sob um viés negativo, tendo dificuldade, inclusive, em reconhecer situações que possam ser favoráveis para ela.

Se comparar a outras pessoas

Um dos fatores que mais se manifesta em pessoas com baixa autoestima é a comparação. Como se no outro houvesse todas as qualidades que faltam em nós. Muitas vezes praticamos esse hábito sem perceber, mas eles podem indicar que não estamos muito bem conosco. O momento que cada um vive agora é consequência de uma trajetória, de vitórias, derrotas, aprendizados. É orgânico, constante e em desenvolvimento. É possível, cada um à sua maneira, honrar e transformar a própria história.

Tentar agradar a todos

Procurar fazer o bem a quem está ao redor é uma forma saudável de interagir e estabelecer relações positivas. Porém, em um quadro de baixa autoestima, é possível que o crivo que regula o bom relacionamento com os semelhantes fique desregulado, juntamente com uma necessidade incalculada de agradar. Isso acontece porque diante de uma baixa autoestima sentimos a necessidade de aprovação do outro a todo momento, como se essa aprovação fosse fundamental para validarmos a nós mesmos. O equívoco nessa prática está em terceirizar essa legitimação para o outro, pois pode ser que esse reconhecimento não venha. Além disso, não é justo com você mesmo esperar que um outro alguém mensure o valor que você tem. Afinal, nossos amigos, companheiros afetivos, parentes e pessoas que interagimos diariamente não estão na nossa pele, não viveram as experiências sob a mesma ótica que nós.

Negligenciar as próprias necessidades

Quando se olha demais para as necessidades de outras pessoas, em algum grau, é possível que as próprias demandas fiquem em segundo lugar. Esse tipo de prática tem a ver com o mecanismo de tentar agradar o outro como forma de obter um possível reconhecimento que valide a própria autoestima. Ignorar as próprias necessidades mostra que o indivíduo não considera a própria importância diante da vida, como se não houvesse valor em atender o que precisa. Trabalhar além do horário regulamentar, ter dificuldade em dizer não, abrir concessões a todo momento, não se colocar nas relações e não dizer o que pensa são algumas formas de negligenciar as próprias necessidades.

Criticar demais os outros

Assim como o excesso de autocrítica, apontar demais os erros dos outros também pode ser um sinal de baixa autoestima. Isso porque de acordo com Wanessa, muitas vezes quando a pessoa está com a autoestima baixa também não consegue reconhecer qualidades nas outras pessoas, pois seu olhar está condicionado a enxergar as coisas como se fossem menos, tanto em si quanto nos outros. Além disso, em muitos casos, a sensação de criticar os outros pode proporcionar um alívio emocional. Porém, é importante ressaltar que fazer críticas demasiadamente e sem cuidado pode prejudicar o relacionamento social e também não resolve as questões de baixa autoestima.

Medo excessivo de cometer erros

É comum procurar realizar as atividades corretamente, mas as situações não estão sob o nosso controle e eventualmente os erros acontecem. Uma pessoa que está se sentindo bem consigo age de forma espontânea e, caso as coisas não saiam como o esperado, lida com a situação de forma resiliente. No entanto, em um quadro de baixa autoestima é comum manifestar uma necessidade de controle para que tudo saia como esperado, como forma de evitar uma possível frustração.

Por que ficamos com baixa autoestima?

Existem muitos fatores que podem abalar a autoestima de uma pessoa, como eventos traumáticos, rotina estressante, não conseguir alcançar os objetivos, mudanças bruscas na vida ou perda de um ente querido. Apesar de existirem várias possibilidades, existe um ponto em comum entre elas: são fatores externos, em outras palavras, coisas pelas quais nós não temos total comando.

«Na vida aprendemos a colocar nossa autoestima em coisas mutáveis, ou seja, que não estão sob o nosso controle. Esse tipo de aprendizado pode até trazer satisfação em um primeiro momento, mas não se sustenta, pois, além de serem fatores que vem de fora, com o passar do tempo eles também perdem o prazo de validade», explica Wanessa Moreira.

Além disso, somos levados a acreditar que ter uma autoestima elevada é um sinônimo de ter sucesso em tudo que se faz, como se fosse possível ser um campeão em tudo. Verdade seja dita: ninguém consegue subir e se sustentar em todos os pódios. Justamente porque a vida é mutável, orgânica e imprevisível. Isso faz com que ela seja instigante e assustadora ao mesmo tempo.

Ter consciência de que vivemos em um mundo no qual nem todas as oportunidades são fáceis de serem alcançadas e sustentadas ajuda a mostrar que se colocarmos o amor que temos por nós mesmos nesses fatores vamos viver oscilando e estaremos condicionados à aprovação dos outros para legitimarmos nossa própria aprovação.

Wanessa explica que para criarmos autoestima, precisamos nos conhecer intimamente, aceitar e acolher nossas virtudes e defeitos, para assim sabermos que eles são apenas aspectos do que somos e não representam nossa totalidade.

Como aumentar a autoestima?

Imagine uma pessoa que você gosta bastante. Pode ser um amigo, parente, um parceiro afetivo. No momento em que você conheceu essa pessoa gostou logo de cara, na mesma profundidade que gosta hoje? Provavelmente não.

Primeiro vocês foram apresentados, descobriram as coincidências entre vocês e foram se conectando aos poucos até desenvolverem um vínculo afetivo. Esse enredo pode exemplificar uma relação social, mas também pode ser uma forma de nos relacionarmos conosco. De acordo com Wanessa, um dos principais motivos pelos quais as pessoas não têm autoestima é por não se conhecerem verdadeiramente.

A seguir, Wanessa dá dicas de como se conhecer melhor e aumentar a autoestima:

Olhe para dentro de você

Se você acha que está com baixa autoestima, é importante olhar para dentro de si. Ver como estão os seus sentimentos, sua percepção sobre si e sobre o mundo. De acordo com Wanessa, entrar em contato com esse sentimentos possibilita que se saia do automático. Parece um hábito comum, mas que muitas vezes deixamos passar. Esse é o primeiro passo para se conhecer melhor.

Busque sua força interior

Essa dinâmica ajuda a entrar em contato com as potencialidades que cada um carrega dentro de si. Muitas vezes, os acontecimentos e a rotina fazem com que a gente se esqueça da nossa força interior – no entanto, ela continua lá. Basta que a conexão com ela seja restabelecida. Caso não consiga, é importante refletir: em qual momento essa força foi perdida? Qual situação ofuscou o nosso brilho interno?

Tenha autocompaixão

Um elemento de grande importância para desenvolver autoestima é a autocompaixão. Wanessa explica que ter compaixão consigo possibilita que o indivíduo se acolha em momentos de tristeza, aceite ajuda e seja capaz de se reerguer quando necessário. Uma pessoa que tem autocompaixão sabe que seu valor existe apesar dos defeitos.

Abra espaço para pequenas mudanças

A autoestima é uma estrutura que precisa ser construída, portanto, é importante ter em mente que as transformações podem acontecer aos poucos. «As pessoas buscam grandes mudanças, mas é a partir do pequeno que as coisas acontecem. Olhar para dentro de si, encontrar um aspecto positivo e valorizá-lo já é um começo», explica Wanessa. Você também pode identificar uma característica em si mesmo que seja um motivo de orgulho e enaltecer esse valor. «Isso por si já é é uma mudança muito significativa», completa.

Não tenha medo de pedir ajuda

Uma baixa autoestima tem a ver com a forma como uma pessoa enxerga a si mesmo. Tem muito mais a ver com percepção do que com a ideia de sucesso e conquistas. Mas às vezes enxergar isso somente com as próprias referências pode ser difícil. Se você estiver com dificuldade em enxergar suas qualidades, procure ajuda de um profissional. De acordo com Wanessa, profissionais que trabalham saúde mental podem trazer novas maneiras de pensar, que podem ser mais difíceis de serem alcançadas sozinho.

Lembre-se que procurar auxílio não é sinal de fraqueza, pelo contrário, mostra que você está construindo a sua saúde com todas as ferramentas disponíveis. E não existe nada mais precioso no mundo do que nós mesmos – afinal, como vamos nos relacionar ou cuidar daqueles que amamos se não estivermos bem com nós mesmos?

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Por que sentimos prazer anal? Especialista explica

É incontestável que o sexo, além de ser muito bom, também traz diversos benefícios à saúde. Porém, até hoje a relação sexual é um assunto cercado de preconceitos e tabus para homens e mulheres.

Entre os maiores medos nos relacionamentos é o sexo anal. Será que dói? Como estimular a região? Como abordar o parceiro? Esses são apenas alguns dos questionamentos que surgem ao pensar nesta prática.

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Massagem tântrica: o que é, como é feita, depoimentos e vídeo

No entanto, o que nem todos sabem é que o ânus é uma zona erógena muito importante, porém a forma como deve ser estimulada é diferente entre os homens e as mulheres.

Prazer anal em homens

Há estímulos sensitivos que implicam em prazer na margem anal (região externa do ânus), no canal anal (parte interna) e no reto (região acima do canal, onde está a próstata).

«Há mais sensibilidade na região da margem anal e nos dois terços distais do canal anal, enquanto no terço proximal e no reto há mais receptores nervosos de pressão», revelou o médico coloproctologista João Ricardo Duda.

A região da próstata é considerada o ponto «G» dos homem, isso porque o seu estímulo pode implicar, em alguns casos, em orgasmos mais intensos e prolongados do que aqueles que ocorrem pela estimulação peniana.

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«A próstata pode ser acessada através do reto, sendo localizada em sua parede anterior, em média a 10 centímetros da margem anal», indica o especialista.

De acordo com João, estas regiões geram prazer sexual pois recebem terminações de um nervo chamado «pudendo», o mesmo que inerva o pênis, a pele da bolsa escrotal, o clitóris e os lábios vaginais.

Além disso, existe um fator de prazer psicológico: a mente também gera estímulos decorrentes dos conceitos comportamentais de dominação e submissão.

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Prazer anal em mulheres

Assim como nos homens, nas mulheres também existem estímulos sensitivos que implicam em prazer na margem anal e no canal anal. Contudo, pode haver prazer decorrente da pressão do pênis tanto na parede vaginal quanto da penetração no reto. A região do reto de maior prazer está em sua região anterior, em direção a vagina.

«Estas regiões geram prazer sexual pois recebem terminações do nervo pudendo, o mesmo que inerva o pênis, a pele da bolsa escrotal, o clitóris e os lábios vaginais», comenta João Duda.

Além de tudo isso, o fator psicológico também é importante para as mulheres: «Há participação da mente, uma vez que a relação sexual anal remete ao erotismo e à pornografia, ao proibido e à dominação, sendo por esta razão bastante estimulante para muitas mulheres», comenta o especialista.

Diferença entre o prazer anal em homens e mulheres

O ponto comum entre os sexos é o fato de que ambos possuem o nervo pudendo, responsável pelo prazer tanto no homem quanto na mulher. A diferença ocorre pelo fato da mulher não possuir próstata e, consequentemente, o prazer decorrente da sua estimulação. A mulher depende muito do estímulo concomitante do clitóris, lábios vaginais e do ponto G vaginal.

«Para algumas mulheres o sexo anal não é prazeroso, sendo até mesmo doloroso e realizado somente para satisfazer ao seu parceiro. Já para outras é prazeroso, excitante, e até mais íntimo que a penetração vaginal», disse João Duda.

Segundo o coloproctologista, existe uma série de diversos benefícios decorrentes do sexo, sejam eles físicos, emocionais, sociais:

1. Melhora o sistema imune

2. Pode melhorar a frequência evacuatória

3. Pode ser mais prazeroso para o homem em relação ao sexo vaginal

4. Eleva a intimidade do casal

5. Reduz o medo de gravidez

6. Possibilita ter relações no período menstrual

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No entanto, é preciso ter em mente que há riscos, como os de lesões e traumatismos na região anorretal, incluindo o mecanismo esfincteriano anal. Além disso, as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis são maiores do que no sexo vaginal.

Como tornar o sexo anal mais prazeroso?

Uma das principais dicas para tornar essa experiência ainda mais prazerosa é relaxar e curtir o momento. Então, dedicar-se a uma boa preliminar ajudará ambos a tirarem a tensão do corpo, tornando assim a penetração do pênis, dos dedos ou de algum brinquedo sexual muito mais tranquila.

Além disso, o uso de lubrificantes é fundamental, pois a região anal não possui lubrificação natural. Os produtos à base de água são os mais recomendados, pois não têm risco de gerar reações alérgicas.

«Deve-se ter cuidado e delicadeza na penetração e movimentos iniciais, a fim de não causar dor e ferimentos. A limpeza prévia do reto, seja com duchas higiênicas ou enemas, é bem-vinda para muitos», aconselha o coloproctologista.

Como abordar o parceiro (a)?

O primeiro passo para resolver isso é ter uma conversa aberta com o companheiro (a). «A principal forma de tornar seu relacionamento melhor é serem sinceros um com o outro, ter uma relação aberta, conversarem sobre o sexo em si. Não existe forma correta, existe apenas o desejo e a intimidade de ambos. Então, em um ‘papo sexual’, se abrir, relatar sua curiosidade, até mesmo pesquisarem as áreas erógenas de ambos», comentou a psicóloga Flavia Tavares Perna.

Realizar fantasias pode proporcionar maior intimidade e melhor comunicação entre o casal. Por isso, não deixe de dialogar com seu parceiro (a). Caso não consiga é preciso buscar ajuda profissional para entender como é possível melhorar essa relação.

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Todo sobre el embarazo

Pílula do dia seguinte: valor, como tomar e nomes

A pílula do dia seguinte é um método usado para evitar a gravidez após a relação sexual não-segura. Apesar de ser vista como uma solução prática contra a gravidez indesejada, esse recurso é indicado apenas para casos de emergência e deve ser usado com cuidado, já que traz efeitos colaterais em curto e longo prazo.

Valor da pílula do dia seguinte

Pílula do dia seguinte pode ser adquirida gratuitamente em postos de Saúde - Foto: Shutterstock
Pílula do dia seguinte pode ser adquirida gratuitamente em postos de Saúde – Foto: Shutterstock

O método é gratuito em postos de saúde de todo Brasil: basta se dirigir ao local e retirar o medicamento. Além disso, a pílula do dia seguinte tem valor de R$ 3 a R$ 30 em farmácias, a depender da região, da dosagem e do laboratório que a desenvolveu. Pode ser adquirida sem prescrição médica.

Pílula do dia seguinte: nomes

  • Postinor-2
  • Pilem
  • Pozato
  • Diad
  • Minipil2-Post
  • Poslov

Como tomar a pílula do dia seguinte

O procedimento é bem simples. Para o tipo que tem apenas uma pílula, basta tomá-la até 72 horas depois do ato sexual – lembrando que a eficácia é maior nas primeiras 12 a 24 horas.

Para aquelas que vêm em duas doses, a primeira deve ser tomada preferencialmente logo após o coito, e a segunda depois de 12 horas.

Pílula do dia seguinte: aprenda a usar o contraceptivo de emergência

Tipos de pílula

O mercado disponibiliza dois tipos de pílula do dia seguinte:

Foto: Reprodução/Shutterstock
Foto: Reprodução/Shutterstock
  • Cartela com 1 comprimido, composto de 1,5 mg de levonorgestrel
  • Cartela com 2 comprimidos: composto cada um de 0,75 mg de levonorgestrel

Não existe diferença entre os dois tipos de pílula, uma vez que a dosagem é a mesma. Ambas representam uma enorme carga de hormônios ingerida de uma só vez, diferentemente das pílulas anticoncepcionais convencionais – ingeridas diariamente -, que possuem dosagem menor.

Como se trata de um método de emergência e não de prevenção, a dosagem da pílula, independentemente do tipo, é um turbilhão de hormônios.

Quando a pílula do dia seguinte é indicada

Foto: K.L-Pharma/Shutterstock
Foto: K.L-Pharma/Shutterstock
  • Houve relação sexual com penetração do pênis na vagina sem proteção (não usou camisinha ou anticoncepcional de qualquer tipo)
  • Se a camisinha estourou e a mulher não usa anticoncepcional de qualquer tipo

Quando a pílula do dia seguinte é contraindicada

  • Hipertensão descontrolada
  • Problemas vasculares
  • Doenças do sangue
  • Obesidade mórbida

Vantagens

  • A pílula do dia seguinte é o único método contraceptivo que pode ser utilizado após a relação sexual
  • No caso de falha do método e ocorrência da gravidez, não causa efeitos colaterais (teratogênicos) no feto
  • Previne a Gravidez Não-Planejada como mais uma opção contraceptiva

Além disso, não existe idade mínima para tomar o medicamento. A mulher já pode tomar a partir do momento em que tem uma vida sexual ativa. Já a idade máxima vai até o fim da vida fértil dela.

Entretanto, o ideal é sempre buscar ajuda profissional antes de fazer uso de qualquer método hormonal.

Desvantagens

  • O uso repetido ou frequente desregula o ciclo menstrual e período fértil da mulher
  • Maior risco de ocorrer relação sexual desprotegida em um dia fértil, facilitando a gravidez
  • Se usada frequentemente, prejudica o funcionamento do aparelho reprodutor feminino e dificulta futuras gestações desejadas
  • Pode aumentar o risco de gravidez ectópica no futuro se usada mais de uma vez por mês
  • É o contraceptivo com maior taxa de falha: 5%
  • Tem diversos efeitos colaterais

Efeitos colaterais da pílula do dia seguinte

Mesmo que ingerida uma vez ou numa frequência muito baixa, ainda é possível que a pílula do dia seguinte cause efeitos colaterais como:

  • Dor de cabeça
  • Dor no corpo
  • Náuseas
  • Diarreia
  • Tontura
  • Vômito

Na maioria das vezes, a pílula altera o fluxo normal da mulher, desregulando a menstruação. Dependendo do dia em que foi tomada, a pílula pode adiantar o sangramento ou mesmo retardar a menstruação.

Pílula do dia seguinte atrasa a menstruação?

A pílula do dia seguinte pode atrasar ou adiantar a menstruação, devido ao desequilíbrio hormonal que ela provoca. Após o uso, o organismo precisa se readaptar e reajustar o ciclo menstrual. Isso pode demorar algum tempo a depender de qual momento do ciclo menstrual você utilizou a pílula do dia seguinte.

Quantas vezes eu posso tomar a pílula do dia seguinte?

Não é recomendado tomar mais de uma pílula por mês, pois ela perde a eficácia, aumentando o risco de gravidez. Além disso, graças a sua alta dose de componentes hormonais, ela pode causar reações adversas como náuseas, alteração do ciclo menstrual, dor de cabeça e diarreia.

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Quais são as chances da pílula do dia seguinte falhar?

O risco de falha da pílula do dia seguinte gira em torno de 5%, quando usada corretamente. Explicando melhor: se 100 mulheres tomarem a pílula nas primeiras 24 horas após a relação sexual desprotegida, cinco dessas mulheres ainda engravidarão.

A taxa de insucesso é mais alta que outros métodos, porque a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo para ser usado de maneira recorrente, mas em caso de emergência. O corpo não está preparado para ela.

A ação do levonorgestrel – um tipo de progesterona – pode inibir ou retardar a ovulação. Ele é capaz de dificultar a passagem do óvulo ou do espermatozóide, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo.

Se ingerida depois da formação do feto, ela pode causar hemorragia e aborto, fatores de risco para a vida da mulher.

É possível engravidar depois de tomar a pílula do dia seguinte?

Normalmente, depois de tomar a pílula do dia seguinte, a menstruação pode ocorrer na mesma semana ou cerca de uma semana depois da data prevista.

Se a menstruação não ocorrer depois de 4 semanas da ingestão da pílula, convém fazer um exame de gravidez. Ou seja, há risco de engravidar depois de tomar a pílula do dia seguinte, sim.

Mulheres com alguma dessas condições que ingerirem a pílula correm mais risco dela não funcionar, ou então de sofrer complicações da doença. O uso nesses casos depende de avaliação individual.

Além disso, o tabagismo pode ser prejudicial se combinados com a pílula do dia seguinte. A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em associação, aumentam o risco de derrame (Acidente Vascular Cerebral – AVC) e trombose.

Outras contraindicações podem ser indicadas pelo ginecologista, que avaliará caso a caso.

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Recetas

Panqueca de óleo de cártamo com espinafre

Ingredientes da massa:

Aprenda a fazer a panqueca de óleo de cártamo com espinafre - Imagem ilustrativa - Foto: Getty Images
Aprenda a fazer a panqueca de óleo de cártamo com espinafre – Imagem ilustrativa – Foto: Getty Images
  • 1/2 xícara de molho de espinafre (só as folhas)
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 2 ovos
  • 1 colheres de sopa de óleo de cártamo
  • 2 xícaras de leite de soja sem sabor.

Ingredientes do recheio:

  • 200 gramas de ricota
  • Sal a gosto
  • Salsa a gosto
  • 1 colher de sopa de óleo de cártamo.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador todos os ingredientes da massa.
Modele as panquecas na frigideira e reserve-as no prato.
Amasse a ricota e tempere com sal, óleo de cártamo e salsa.
Enrole as panquecas com o recheio de ricota.

Sugestão: A panqueca pode ser servida com molho de tomate

Rendimento:

A receita rende seis panquecas de tamanho médio.