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Fisioterapia pélvica: por que é tão importante na gravidez?

A fisioterapia pélvica é utilizada em diversos aspectos e tem um papel na preparação para o parto natural e também no alívio de diferentes sintomas durante a gravidez, como a incontinência urinária. Cerca de 40% das gestantes apresentam um ou mais episódios de incontinência durante a gestação ou logo após o parto.

A fisioterapia pélvica é utilizada em diversos aspectos e tem um papel na preparação para o parto natural e também no alívio de diferentes sintomas durante a gravidez, como a incontinência urinária. Cerca de 40% das gestantes apresentam um ou mais episódios de incontinência durante a gestação ou logo após o parto. Com a fisioterapia, que reforça os músculos perineais, ocorre uma diminuição da perda de urina.

Durante a gestação, com o crescimento do útero, haverá uma sobrecarga do períneo. Esses são músculos importantes para o controle urinário e também na parte sexual. Por isso, preparar essa região através da fisioterapia pélvica é muito importante. Principalmente para que a mulher possa retomar a vida normal depois do parto.

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Muitas mulheres acreditam que esse tratamento será útil apenas para quem se submeteu ao parto natural. Mas os benefícios são comprovados também durante a gestação, no parto cesárea e no período após o parto.

O objetivo da fisioterapia é preparar a mulher para o parto normal, evitar a diástase (separação dos músculos do abdômen), prevenir incontinências e fazer o fortalecimento da musculatura do períneo. Um estudo divulgado pelo Jornal Internacional de Obstetrícia, em 2018, mostrou que a mulher que faz a fisioterapia apresenta uma redução no período de expulsão do bebê. Mas independente do tipo de parto, vários outros benefícios foram comprovados.

A episiotomia pode ser evitada?

A fisioterapia pélvica também se torna uma grande aliada contra um dos maiores medos da gestante durante o parto natural, a episiotomia (corte na região do períneo). O tratamento pode evitar essa prática e deixar região pélvica mais preparada para a saída do bebê.

Essa prática da episiotomia deveria sempre ser evitada. Ela é necessária apenas em casos muito específicos. A Organização Mundial de Saúde indica que apenas 10% dos partos podem precisar desse recurso. Nesse sentido, a fisioterapia também poderá auxiliar, fortalecendo esses músculos para evitar esse corte. Mas caso a mulher seja submetida a isso, o tratamento ajudará na cicatrização e na preparação da musculatura para o retorno à vida sexual.

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Benefícios da fisioterapia pélvica

No pré-parto:

  • Diminuição dos desconfortos lombares
  • Melhora da capacidade respiratória
  • Relaxamento muscular
  • Revenção da diástase e das incontinências urinária e fecal.

No pós-parto:

  • Melhora a flacidez do períneo
  • Fortalecimento da musculatura abdominal
  • Evita dor durante a relação sexual
  • Auxilia na retomada da vida sexual
  • Prevenção e tratamento das incontinências urinária e fecal.

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