Categorías
Todo sobre el embarazo

Dor nas costas: automedicação pode mascarar doenças graves

A dor nas costas afeta atualmente entre 80% e 90% dos adultos em algum período de suas vidas. Muitas vezes podem ser sintomas atenuados, com apenas uma dor localizada, geralmente após a realização de algum esforço que não faz parte da rotina, ou por permanecer períodos a mais em uma mesma posição.

A dor nas costas afeta atualmente entre 80% e 90% dos adultos em algum período de suas vidas. Muitas vezes podem ser sintomas atenuados, com apenas uma dor localizada, geralmente após a realização de algum esforço que não faz parte da rotina, ou por permanecer períodos a mais em uma mesma posição.

Casos de sintomas iniciais leves podem ser tratados com medicamentos analgésicos simples, que podem ser adquiridos nas farmácias sem a necessidade de receita. No entanto, se as dores persistem ou a dor passa a ser acompanhada de sinais de alerta esses medicamentos devem ser interrompidos e a consulta médica se faz necessária.

Os principais sintomas de alerta, associados a dores na coluna, devem ser investigados, como:

  • Dores de forte intensidade, com limitação do movimento, mais conhecido como «coluna travada»
  • Dores que irradiam para as pernas, ou braços e outras regiões
  • Sensação de dormência ou formigamento juntamente com as dores
  • Fraqueza em pernas ou braços
  • Apresentar dor apenas nos períodos noturnos
  • Dores espontâneas sem motivos aparentes
  • Diminuição de peso
  • Febre ou mal estar associado as dores
  • Alteração para urinar ou evacuar
  • Dificuldade para andar
  • Dores em jovens ou persistentes em idosos
  • Falta de melhora com medicamentos analgésicos simples
  • Dor após queda ou trauma
  • Dor recorrente após uma mesma atividade.

Esses são os principais sinais de que a automedicação poderá atuar não para o bem, mas sim para retardar um diagnóstico mais importante e um tratamento mais adequado para o seu caso. Logo, se estiver acontecendo qualquer um destes sinais acima, procure uma avaliação médica.

É importante ainda lembrar que as informações obtidas pela internet são apenas informativas. O que se passou com uma pessoa pode não ser o mesmo que o seu caso, mesmo ela tendo descrito os mesmos sintomas. Em muitos casos, estas informações podem gerar dúvidas e preocupações desnecessárias. Por isso nada substitui a consulta médica.

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *