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Dicas para evitar dores nas costas e nas articulações no inverno

Já reparou que durante o inverno tudo dói mais? Basta ficar muito tempo sentado e depois tentar levantar que parece que o corpo ?desaprendeu? a ficar de pé e começa a doer as costas, os ombros, o ciático…

Já reparou que durante o inverno tudo dói mais? Basta ficar
muito tempo sentado e depois tentar levantar que parece que o corpo
?desaprendeu? a ficar de pé e começa a doer as costas, os ombros, o ciático…

Isso acontece porque, com as temperaturas mais baixas, o
corpo passa por uma deficiência no suporte sanguíneo, gerando queda no
metabolismo, encurtamento das fibras musculares, limitação articular e
alterações biomecânicas e posturais, que dificultam certos movimentos do corpo.
«Todos esses fatores são responsáveis pelo aumento de dores,
principalmente nas regiões lombar e cervical», conta a fisioterapeuta
Patrícia Prieto.

A lombar, inclusive, é a região do corpo mais afetada por
esse problema. «As dores nessa região são o segundo maior motivo de falta
no trabalho. Dores articulares, de artrites e artroses, também pioram muito no
inverno por conta da rigidez articular», explica.

Saiba mais:
Dor nas costas: automedicação pode mascarar doenças graves

Quem sofre mais com essas dores?

As dores podem acometer todo tipo de pessoa, porém, existem
grupos mais suscetíveis a isso. Patrícia alerta para que pacientes com
problemas nas articulações, como artrites e artroses, tomem cuidado redobrado,
já que no inverno essas inflamações tendem a se agravar.

Além disso, pacientes em período pós-operatório ou com
patologias nevrálgicas e pessoas que estiveram gripadas recentemente também
podem sofrer com crises agudas de dores, já que a tosse e os resfriados exigem
muito da musculatura da coluna.

Como evitar as dores no inverno

A chave principal para afastar esses incômodos é manter-se
ativo, mas sem exagerar na dose, caso contrário você estará aumentando o risco
de uma lesão. «A prática de caminhadas, alongamentos e exercícios de baixo
impacto são bons aliados para prevenir o aumento dessas dores», diz ela.

Também é importante, de acordo com Patrícia, fazer de tudo
para manter o corpo bem aquecido, «principalmente nas extremidades,
evitando ao máximo que o corpo sofra com as alterações climáticas e,
consequentemente, posturais», completa. Aposte também nos banhos quentes,
fuja dos golpes de ar frio e consuma alimentos que aquecem o organismo:
pimenta, gengibre, canela, entre outros.

Saiba mais:
Alongamentos podem ajudar quem passa muito tempo sentado

Já os tratamentos específicos para o problema envolvem
terapias posturais, cinesioterapia, massagens e acupuntura com moxas e
ventosas, que melhoram a circulação do sangue e aceleram o metabolismo.

E se a dor estiver muito forte?

Muitas pessoas acabam sofrendo com a dificuldade de realizar
as atividades diárias comuns por causa das fortes dores. «Essas pessoas
apresentam dificuldade para se deitar ou levantar, para andar e outras
atividades simples, como entrar no carro ou se mover na cama», alerta a
fisioterapeuta.

Por isso, é importante ficar atento aos sinais do corpo.
«Um fator de extrema importância é o tratamento adequado para a primeira
crise de dor na coluna. Isso porque, quando bem tratada, uma segunda crise
demora mais tempo para ocorrer. Por outro lado, quando não tratado
corretamente, esse problema pode ser agravado, fazendo com que uma segunda
crise ocorra em um curto espaço de tempo e com dores ainda mais intensas»,
diz.

A dor está muito intensa? «O indicado é que se procure
por um médico para que o profissional examine o paciente e indique uma
medicação adequada para o problema», conclui.

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