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Conheça os tratamentos para acabar com as varizes e evite que elas voltem

Elas causam um desconforto horrível: dói ficar em pé, incomoda ficar deitado, causa vergonha usar uma saia ou vestido mais curto. Só no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, estima-se que mais de vinte milhões de pessoas sofram com as varizes.

Elas causam um desconforto horrível: dói ficar em pé, incomoda ficar deitado, causa vergonha usar uma saia ou vestido mais curto. Só no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, estima-se que mais de vinte milhões de pessoas sofram com as varizes. E, dessas pessoas, as maiores vítimas são as mulheres por causa dos hormônios femininos (principalmente a progesterona) que levam à dilatação das veias.Mas, felizmente, o tratamento do problema está cada vez mais eficaz. Seja para acabar com as mais profundas ou para secar os vasinhos, a medicina dispõe de uma série de opções. Para saber tudo sobre elas, o MinhaVida foi atrás de duas dermatologistas que conhecem tudo sobre o assunto. Confira a

seguir a entrevista com Mônica Carvalho-Nakatsubo e Silvia de Almeida Zimbres, ambas da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Existe mais de um tipo de varizes?

Na verdade, as varizes podem ser superficiais ou profundas. Dependendo da profundidade, o tratamento deve ser cirúrgico. Já as mais superficiais são tratadas com esclerose (processo de secagem dos vasos). Tecnicamente, as varizes são divididas em três tipos:

– Telagiectasias: menor calibre, menores que 2mm (capilares e vênulas dilatadas);

– Microvarizes: entre 2 e 5 mm;

– Varizes: veias dilatadas de maior calibre- maiores que 5 mm

Por que elas se formam?

As varizes podem se formar por tendência genética. Mas há outros fatores que contribuem para o surgimento delas, como o uso de anticoncepcional à base de hormônios, sedentarismo, gravidez, menopausa, obesidade e envelhecimento.

Quando há necessidade de cirurgia?

Existe a necessidade de cirurgia em casos de varizes que causam dores, sensação de peso e inchaço nas pernas. Sendo assim, o paciente deve procurar um cirurgião vascular e realizar um exame mais complexo, chamado ultra-som Doppler (útil para avaliar a necessidade de cirurgia).

A alimentação pode ajudar no controle de novas varizes? Sem dúvida. A obesidade, por exemplo, dificulta o retorno venoso do sangue para o coração e desencadeia varizes. Além disso, o consumo de sal deve ser restrito, evitando ainda mais o aumento de pressão nos vasos e o acúmulo de líquido no tecido.

Os vasinhos são uma espécie de antecedente das varizes?

Os vasinhos são veias mais finas e superficiais. A pessoa pode ter só vasinhos ou vasinhos e varizes. Na verdade, eles não são antecedentes, mas servem para indicar que já existe uma pressão maior nos vasos dos membros inferiores e, por isso, existe uma predisposição maior para o aparecimento de vasos de calibre maior (varizes). Por isso, o cuidado deve ser redobrado nessas pessoas.

Quais são os tratamentos disponíveis hoje em dia para deixar as pernas lisinhas?

Há a cirurgia, para os vasos de maior calibre, que são retirados cirurgicamente. A segunda opção é a esclerose de vasos mais superficiais, com uso de um agente esclerosante (glicose, polidocanol, por exemplo) que faz as paredes dos vasos juntarem-se umas na outras. A técnica é feita pelo dermatologista e custa, em média, R$ 200 por sessão. A terceira opção é o tratamento a laser para secar os vasinhos.

– Esclerose: aplicações com pequenas injeções de glicose e anestésico em vasos pequenos (telagiectasias e algumas microvarizes)

– Laser através de pele: o mais usado é o Nd-YAG 1064 nm, principalmente para telagiectasias.

– Laser endovascular (por dentro do vaso): usado para vasos maiores.

– Cirurgia: usado para vasos maiores, consiste em mini-incisões com pinçamento e ligadura dos vasos. Segundo a médica vascular Francisca Hatta, a cirurgia sai por R$ 5 mil, em média.

Que mudanças de hábitos são necessárias para evitar novos casos?

Evitar anticoncepcionais via oral, parar de fumar, fazer atividade física freqüentemente e usar meias elásticas, em caso de pessoas que trabalham muito tempo sentadas ou mesmo de pé.

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