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Pressão baixa na gravidez: o que fazer para evitar?

Mesmo não sendo considerado um problema de saúde grave, é normal que a queda de pressão cause um grande incômodo nas gestantes. O sintoma é mais frequente em dias de calor, mas episódios de pressão baixa podem ocorrer em qualquer época do ano.

A pressão é considerada normal quando está entre 90x60mmHg e 140×90 mmHg.

No entanto, ao analisar a saúde de uma gestante, é importante também considerar qual é a pressão base da mulher, ou seja, aquela que ela sempre teve antes de engravidar.

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É normal ter pressão baixa na gravidez?

Especialistas explicam que sim, é normal que a pressão sanguínea diminua durante a gestação. «Há aumento no trajeto do sangue, principalmente pelos vasos da placenta, e a gestante ainda está aumentando sua quantidade de líquido e sangue para suprir as necessidades», conta a ginecologista e obstetra Fernanda Torras.

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O ginecologista Ricardo Cabral explica que as veias da mulher estão mais flexíveis durante a gestação, e o volume do abdômen dificulta o retorno do sangue para as partes de cima do corpo, resultando na queda de pressão.

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Sintomas de pressão baixa

  • Fraqueza
  • Mal estar
  • Boca seca e sede em excesso
  • Batimentos cardíacos acelerados
  • Suor intenso
  • Tontura
  • Sensação de desmaio
  • Visão turva
  • Dor de cabeça
  • Desmaio

Além desses sintomas, é possível haver mudanças no ritmo da mulher.

«A mulher normalmente vai se sentir mais preguiçosa, com mais vontade de deitar-se e dormir. Isso já seria uma manifestação da pressão e os hormônios que estão diferentes nesta fase», explica Ricardo Cabral.

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Ter pressão baixa no final da gravidez é perigoso?

No último trimestre da gestação, a gravidez já está em um estado mais avançado. O tamanho do bebê já está evoluindo, o que gera grandes mudanças no corpo da mulher, facilitando a queda de pressão.

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Os riscos não são tão altos como os causados pela pressão alta, mas ainda assim é preciso estar atenta. As possíveis quedas e desmaios podem colocar o bebê e a gestante em risco, por isso é preciso prevenir esses episódios.

Algumas maneiras de evitar a pressão baixa são:

  • Ingerir bastante líquido
  • Se alimentar de 3 em 3 horas
  • Ter sempre bolacha de sal na bolsa

«Em casos extremos, há possibilidade do uso de pitada de sal embaixo da língua para atingir rapidamente níveis de pressão e alívio rápido dos sintomas. Não devemos orientar de rotina esta sobrecarga de sal, porém, em situações de urgência é uma medida útil», conta Fernanda Torras.

Fontes

Fernanda Torras, CRM 130.332, médica ginecologista, mastologista e obstetra

Ricardo Cabral, CRM 31594/MG, médico ginecologista e coordenador do Projeto EUSADE

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Lifting facial: cirurgia acaba com flacidez e rugas do rosto

O que é o lifting facial

Lifting facial é a cirurgia plástica da face para rejuvenescer, ou seja, eliminar rugas, flacidez e remover o excesso de pele. A técnica promove um levantamento do rosto, ameniza consideravelmente os vincos e resgata e aprimora os contornos faciais.

O envelhecimento da face se dá principalmente por perda de gordura, além da flacidez dos tecidos. No caso o lifting facial, ou ritidoplastia, é realizado no terço médio da face para elevar e reposicionar o tecido e a musculatura. É uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil.

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Lifting é uma palavra derivada do verbo americano lift, que significa levantar, é usada para determinar cirurgias em que os tecidos necessitam ser reacomodados aos seus lugares de origem, no caso do lifting facial isso é feito no rosto. No Brasil, o lifting facial compreende as seguintes áreas: pálpebras, pescoço, mandíbula e área frontal (região T, que inclui nariz e testa).

Tipos

Minilifting Este é um termo utilizado para a cirurgia de face que está associada a cicatrizes menores que as clássicas. Na verdade, essa cirurgia é a mesma que o lifting facial, porém maquiado com um termo novo que promete menor descolamento com menores cicatrizes. Entretanto, a essência cirúrgica é a mesma da ritidoplastia clássica.

Lifting temporal Essa cirurgia é designada para o levantamento da região temporal, resultando num melhor posicionamento do supercílio, tornando o olhar mais jovial e descansado. Basicamente, ele levanta a região da cauda da sobrancelha.

Lifting frontal Nesse tipo de cirurgia são tratadas as rugas estabelecidas na região da testa, bem como a musculatura que «gerou» essas rugas, uma vez que nessa região elas são, na maioria das vezes, dinâmicas, isto é causadas pela movimentação muscular da região. É como se fosse uma aplicação de toxina botulínica mais duradoura.

Lifting cervicofacial É a cirurgia que trata a face e o pescoço, conforme uma ritidoplastia clássica. Esse procedimento devolverá os tecidos para sua posição original e tornará a silhueta mais jovial, uma vez que tratará a flacidez e excesso de pele da face e pescoço, bem como tratará a musculatura abaixo dessa pele.

Lifting endoscópico O lifting endoscópio é a cirurgia de face realizada com o auxílio de um sistema óptico que permite a realização de menores incisões, porém sem limitar a extensão do descolamento. Ainda caracteriza-se por uma cirurgia que é possível preservar estruturas nobres, uma vez que está sendo toda feita sob visualização direta, o que não ocorre nas outras modalidades cirúrgicas. Os resultados são os mesmos da Ritiplastia clássica, porém com menor trauma cirúrgico e cicatrizes mais discretas.

Outros nomes

Face lifting, plástica facial, facelift, ritidoplastia e ritidectomia.

Indicações do lifting facial

O lifting facial é indicado para pacientes com envelhecimento facial ou flacidez excessiva no rosto.

Em geral esse envelhecimento é causado pela ação natural do tempo e fatores externos que aceleram o processo, como fotoenvelhecimento provocado pela radiação solar, radicais livres, maus hábitos ou herança genética.

Pessoas com sulcos profundos, flacidez, vincos nasogenianos (bigode chinês), rugas, excesso de flacidez e pele, perda de tônus muscular na face inferior com ausência do contorno da região mandibular são as mais indicadas. Geralmente é aconselhado após os 40 anos.

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Quem é o profissional apto a realizar o lifting facial?

O ideal é qualquer cirurgia plástica seja realizada por um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Pré-requisitos para fazer a cirurgia

É importante que o paciente esteja em boas condições de saúde, portanto é feita uma anamnese completa com exames pré-operatórios de rotina, avaliando não só seu estado geral de saúde como também qualquer condição específica de saúde.

Além disso, é importante que o paciente deixe de fumar até um mês antes da operação e durante todo o pós-operatório. O cigarro compromete a cicatrização e ainda pode causar necrose do tecido.

Contraindicações para o lifting facial

Não estar saudável, possuir alguma enfermidade séria pré-existente (cardiopatias, diabetes, etc.) e ter uma idade muito avançada são contraindicações comuns para o lifting facial.

Além disso, o procedimento não é indicado para pessoas muito jovens, que queiram um efeito preventivo, nesses casos o ideal são tratamentos dermatológicos, como o lifting cosmético, peeling e tratamentos a laser.

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Por fim, o profissional deve também observar se o paciente apresenta características de dismorfismo, que é a síndrome da distorção da imagem, um transtorno psicológico marcado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente. É importante que o paciente tenha expectativas reais sobre o resultado do procedimento.

Pré-operatório do lifting facial

No pré-operatório do lifting facial são analisados os aspectos da face do paciente para se chegar a um consenso sobre as possibilidades que podem ser realizadas, muitas vezes com a análise de fotos. Também em alguns casos é aconselhado associar outras cirurgias para se chegar a um resultado mais favorável, como, por exemplo, a blefaroplastia, que retira o excesso de pele das pálpebras inferiores e superiores. Cada caso precisa ser estudado e examinado pelo especialista juntamente com o paciente. A partir de então, o paciente deve passar por uma série de exames (risco cirúrgico, hemograma completo, raio-X, exame de urina, coagulograma) que atestarão se está em condições físicas de fazer o procedimento.

Como é feito o lifting facial

O lifting facial é feito por meio de cortes que permitem com que o profissional tracione a pele, remodelando os tecidos subjacentes abaixo dela, que são posicionados para adicionar volume em áreas depressivas, reposicionando a musculatura do rosto.

A incisão pode ser feita em partes diversas do rosto como na frente ou atrás da orelha e no couro cabeludo na região temporal ou em sua parte inferior. Uma segunda incisão, abaixo do queixo, poderá ser necessária para aperfeiçoar o aspecto de envelhecimento no pescoço. Suturas ou adesivos de pele são utilizados para fechar os cortes. As linhas de incisão do lifting ficam bem escondidas no couro cabeludo e nos contornos naturais do rosto e do ouvido.

O procedimento é feito com anestesia local e sedação, mas alguns casos podem requerer anestesia geral.

Plástica eutrófica

Essa é uma nova modalidade de lifting facial em que a incisão é mínima, restrita ao redor da orelha num raio de quatro centrimetros. A técnica não causa o descolamento da pele, o que mantém os vasos e nervos do rosto intactos e também impede que o resultado final seja um ar plastificado, sem brilho e «marmorizado».

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Duração da cirurgia

A cirurgia pode durar entre duas e três horas, principalmente se houverem outros procedimentos conjuntos envolvidos.

Pós-operatório do lifting facial

Normalmente é necessário um dia de internação antes do lifting facial. Após a cirurgia é colocada uma bandagem em volta da face para minimizar o edema (inchaço) e os hematomas, que são comuns neste tipo de cirurgia. A pessoa usa esse curativo por entre um e dois dias, de acordo com a indicação do cirurgião. O local fica inchado e é indicado colocar compressas de gelo. Também são prescritos anestésicos.

Edemas (inchaço), equimoses, certa hipersensibilidade de alguma área, insensibilidade de outra, são comuns a todos os pacientes; evidentemente, alguns pacientes apresentarão estes fenômenos com menor intensidade que outros.

Os três primeiros dias devem ser de relativo repouso, inclusive evitando baixar a cabeça e fazer movimentos bruscos. Mas o paciente pode lavar os cabelos com cuidado no dia seguinte à cirurgia. Depois deste período é indicado a drenagem linfática. Também não se deve fazer nenhum esforço físico por duas semanas e evitar exercícios intensos por quatro semanas. Os brincos estão proibidos por um mês. Evite o sol direto por três meses e sempre use filtro solar com fator de proteção solar maior ou igual a 30. O paciente também deve evitar deitar sob a cirurgia. Precisa ter boa alimentação para ajudar o processo de cicatrização.

Possíveis complicações do lifting facial

Hematomas e inchaço são as complicações mais frequentes, mas geralmente não comprometem o resultado do lifting facial.

Entre as complicações mais raras, porém possíveis em qualquer cirurgia plástica, estão o rompimento das suturas, dormência ou demais alterações de sensibilidade da pele, necrose da pele ou do tecido adiposo, má cicatrização, despigmentação da pele, acúmulo de líquido (seroma), riscos anestésicos entre outros.

Antes e depois do lifting facial

Após o lifting facial o resultado esperado é uma aparência mais jovem e suave sob os efeitos do tempo, com menos flacidez e redução das rugas. A técnica atualmente empregada na cirurgia plástica traz um aspecto natural e harmonioso, bem diferente das técnicas utilizadas antigamente que deixavam muitas vezes a fisionomia artificial. Os resultados começam a ser percebidos a partir da segunda a terceira semana.

Atualmente a maior parte das cirurgias de lifting facial são realizadas com um pequeno corte na frente da orelha e se trabalha por dentro da musculatura. Por isso, a cicatriz pós-cirurgia segue somente a linha auricular, ficando muito mais natural. Mas também existem técnicas do lifting facial que empregam a cicatriz entendida (na frente e atrás no couro cabeludo), que também é discreta.

Fontes

Cirurgião plástico André Eyler (CRM-RJ: 667.862), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Sociedade Americana de Cirurgia Plástica

Cirurgião plástico Edmar da Fontoura Lopes (CRM 229.730), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da International Society of Aesthetic Plastic

Cirurgião Plástico Marcelo Daher (CRM-RJ 195.937), membro da Internacional Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC)

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Cranberry: para que serve, benefícios e como consumir

O que é?

Arbusto pequeno originário da América do Norte, o cranberry era usado por tribos indígenas como alimento, em cerimônias e como medicamento. A planta dá origem a um fruto vermelho bastante ácido atualmente usado para consumo direto ou na culinária. No Brasil, o mais comum é o consumo do suco.

Principais nutrientes do cranberry

O cranberry é rico em proantocianidina, substância apontada por estudos como sendo de 15 a 25 vezes mais potente do que a vitamina E para inibir a aderência e evitar a translocação (saída do intestino para o trato urinário) de bactérias principalmente do tipo E.coli na mucosa da bexiga, combatendo infecções do trato urinário. A fruta ainda é composta pelas vitaminas C e E, mas tais nutrientes se tornam pouco significativos dentro de uma dieta que respeite a recomendação diária de ingestão do alimento. O cranberry ainda oferece substâncias antioxidantes, como os flavonoides e ácidos fenólicos ao organismo.

CRANBERRY
SUCO DE CRANBERRY
Água (g)
87,13
87,13
Calorias (Kcal)
46
46
Proteínas (g)
0,39
0,39
Carboidratos totais (g)
12,2
12,2
Fibras (g)
4,6
0,1
Açúcar (g)
4,04
12,1
Lipídios (g)
0,13
Cálcio (mg)
8
8
Ferro (mg)
0,25
0,25
Magnésio (mg)
6
6
Fósforo (mg)
13
13
Potássio (mg)
85
77
Sódio (mg)
2
2
Zinco (mg)
0,1
0,1
Vitamina C (mg)
13,3
9,3
Vitamina A (µg)
3
2
Vitamina E (mg)
1,2
1,2
Vitamina K (µg)
5,1
5,1

Benefícios do cranberry

O principal destaque do cranberry é a crescente evidência de sua eficácia na prevenção de infecções do trato urinário, como a cistite. A fruta também é utilizada por pacientes com bexiga neurogênica, doença do sistema nervoso ou de nervos envolvidos no controle da micção, assim como por pessoas que sofrem de incontinência urinária com o objetivo de desodorizar a urina.

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Algumas pessoas usam cranberry para aumentar o fluxo de urina, matar germes, acelerar a cicatrização da pele e ajudar a controlar a febre. A ingestão da fruta ainda é comum entre portadores do diabetes tipo 2, da síndrome da fadiga crônica, do escorbuto, da pleurisia, de câncer e de doenças cardiovasculares pelo alto teor de antioxidantes nela presentes.

Estudos mostram ainda que a presença de proantocianidinas é capaz de impedir a fixação da bactéria Helicobacter pylori na mucosa estomacal, evitando, assim, gastrites e úlceras. Há evidências também de que o cranberry seja capaz de barrar a colonização de bactérias periodontopatogênicas, causadoras da placa bacteriana.

Onde encontrar o cranberry

No Brasil é mais dificil encontrar a fruta in natura , porém nas versões congeladas e secas é um pouco mais fácil O suco de cranberry também pode ser usado e podem ser encontrados em supermercados, lojas de produtos naturais e feiras orgânicas. A versão em cápsula (extrato) é frequentemente recomendada por nutricionistas e ginecologistas por serem mais fácil de administrar em altas doses.

Como consumir o cranberry

Receita de cupcake de cranberry e aveia é rica em antioxidantes

O cranberry está disponível para consumo como fruta fresca, suco, calda e fruta seca.

Contraindicações para o consumo de cranberry

Suco de cranberry - Foto Getty Images
Suco de cranberry – Foto Getty Images

O consumo de cranberry é seguro para a maior parte das pessoas, desde que a ingestão não ultrapasse a quantidade diária recomendada (480 ml). Para gestantes e mulheres no período de aleitamento só não é recomendada a ingestão de suplementos de cranberry, pois não se sabe se eles são seguros para este público, por não ter ainda estudo que comprovem sua segurança no uso e na quantidade.

Riscos do consumo de cranberry

O cranberry contém quantidades significativas de ácido salicílico, semelhante à aspirina, portanto deve ser evitado por pessoas alérgicas ao medicamento. Vale lembrar ainda que alguns sucos de cranberry têm açúcar de adição, não sendo recomendados por portadores do diabetes para esses pacientes o uso recomendado é da fruta in natura.

O suco de cranberry ainda é rico em oxalato, podendo aumentar os níveis dessa substância química na urina em até 43%. Como pedras no rim são formadas principalmente pela combinação de oxalato com cálcio, a ingestão máxima recomendada do suco para pessoas com histórico da doença deve ser estabelecida por um profissional de saúde.

Efeitos-colaterais do consumo de cranberry

Beber muito suco pode causar dor de estômago e diarreia leve.

Interações com o cranberry

O cranberry estende o tempo de permanência da varfarina, medicamento usado para retardar a coagulação do sangue, no organismo. Assim, o consumo por quem usa o fármaco pode aumentar o risco de hematomas e sangramento.

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O cranberry diminui a velocidade com que o fígado metaboliza alguns medicamentos. Beber suco de cranberry durante um tratamento com medicação que é alterada pelo fígado, portanto, pode aumentar os efeitos esperados e os efeitos colaterais do remédio.

Receitas com cranberry

  • Suco de cranberry e morango
  • Suflê de cranberry
  • Pão nuvem de cranberry
  • Cupcake de cranberry e aveia

Quantidades recomendadas de cranberry

Especialistas usaram diferentes quantidades de suco de cranberry em suas pesquisas, mas estudos consistentes publicados no American Journal of Clinical Nutrition, em 2011, e The Journal of Nutrition, em 2010, apontaram benefícios significativos com o consumo diário de aproximadamente 480 ml da bebida. Vale lembrar que a pesquisa foi realizada nos Estado Unidos, local onde a Cranberry pode ser encontrada e consumida in natura.

Fontes consultadas:

United States Department of Agriculture

Nutricionista do Esporte Israel Adolfo, Especialista em Fisiologia do Exercício ? UNIFESP

Nutróloga Marcella Garcez Duarte nutróloga, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran)

Nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran)

Aqui no Brasil é possível consumir o suco industrializado, que não contém as mesmas vitaminas e minerais da fruta e pode contar com adição de açúcares.

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Brigadeirão fit para comer antes ou depois do treino

brigadeirao - Foto: Instagram
brigadeirao – Foto: Instagram

Giovanna Lancellotti, Bruna Marquezine, Thaila Ayala. É longa a lista de famosas que buscam a orientação da nutricionista funcional Patricia Davidson Haiat. Com boas soluções para o dia o dia, ela traz em seu Instagram diversas opções de receitas gostosas, sem sair da dieta. «Quem disse que só de shake se faz pré/pós treino? Rs! Dependendo do plano alimentar da pessoa, esse brigadeirão pode ser uma ótima opção, principalmente para quem gosta de doce», contou ela. Abaixo, veja a receita:

Ingredientes

  • 3 gemas
  • 3 col. (sopa) de biomassa de banana verde
  • 300 ml de bebida vegetal de castanha, arroz ou aveia
  • 3 col. (sopa) de whey protein de chocolate
  • 3 col. (sopa) de cacau em pó
  • 2 col. (sopa) de stevia culinária
  • Óleo de coco para untar
  • Gotas de cacau

Como fazer

Bata todos os ingredientes no liquidificador e depois coloque-os em uma forma untada com óleo de coco. Asse em banho-maria em fogo baixo por aproximadamente 45 minutos. Depois, salpique com as gotas de cacau para confeitar e leva à geladeira por pelo menos três horas.

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Como fazer arroz? Conheça receitas e benefícios

O arroz está entre os alimentos mais consumidos no mundo todo e, por ser rico em carboidratos, é uma excelente fonte de energia. «O arroz possui nutrientes importantes para o organismo, como vitaminas do complexo B, além de um aminoácido essencial conhecido como lisina», explica a nutricionista Thayana Albuquerque. Porém, existem diferentes tipos de arroz e, segundo a nutricionista Audrey Abe, cada um possui uma qualidade específica, seja em relação ao seu valor nutritivo ou nas diferenças de sabor.

Benefícios do arroz

  • Anticancerígeno: «Aliado ao feijão, o consumo de arroz reduz o risco de câncer oral, que compreende a cavidade bucal, a faringe e laringe. Tanto o arroz quanto o feijão têm baixo nível de gordura saturada, além de possuírem fibras e proteínas vegetais complementares. A ideia é de que o consumo conjugado de arroz e feijão oferece elementos importantes que previnem contra o câncer oral», explica a nutricionista Patrícia Oliveira Brito.
  • Melhora a saúde cardiovascular: «Cereais e grãos integrais são extremamente importantes para o bom funcionamento do nosso organismo. O arroz integral, por exemplo, apresenta alto teor de fibras que ajudam na regularização do intestino. Porém, também é um grande aliado no controle de colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. Isso porque as fibras ajudam a diminuir tanto a retenção de líquidos e o colesterol no sangue», afirma Patrícia.
  • Ameniza as náuseas na gestação: «O Arroz é benéfico em qualquer fase da vida, porém durante a gestação pode suavizar as náuseas. Não é apenas interessante nos casos de diabetes gestacional, mas também nos primeiros meses de gravidez, sobretudo quando existem náuseas, já que proporciona energia durante um tempo prolongado sem um grau de esforço digestivo, além de uma sensação de saciedade que ajuda a suavizar as náuseas», diz Patrícia.
  • Auxilia atividades neurotransmissoras: «O arroz possui altos níveis de nutrientes que estimulam o crescimento e atividade dos neurotransmissores. Vários tipos de arroz selvagens foram testados para estimular as enzimas neuroprotetoras no cérebro que inibem os efeitos dos radicais livres e outras toxinas perigosas que podem causar demência e doença de Alzheimer. Além de possuir antioxidantes, é rico em vitaminas do complexo B que são responsáveis por atividades neurotransmissoras, pois trabalham em conjunto para promover o sistema imune e o cérebro saudável, por proteger tecidos nervosos contra a oxidação, aumento da memória e por isolar as células nervosas», explica o nutricionista Carlos Cristovão.
  • Regulariza o intestino: «Os arrozes ajudam na regularização do trato intestinal, mas o mais indicado para isso é o arroz integral. Este grão apresenta maior quantidade de fibras concentradas, vitaminas e minerais, auxiliando a regular e limpar o intestino», explica Patrícia.

Arroz faz bem para a pele

A dermatologista Bhertha Tamura afirma que os efeitos benéficos do arroz, da aveia e do amido são utilizados há muitos anos na dermatologia para o tratamento de várias afecções da pele, especialmente na área da pediatria, pelas suas propriedades calmantes, nos banhos ou compressas. Saiba aqui quais os benefícios do arroz na pele.

Nutrientes do arroz

Tipos de Arroz
Calorias (kcal)
Carboidratos (g)
Proteínas (g)
Gorduras (g)
Fibras (g)
Branco
124
26,6
2,32
1,18
0,49
Integral
76
14,5
3,0
1,0
2,7
Parboilizado
123
25,6
3,2
0,6
0,63
Cateto
180
39,1
4,0
1,0
1,0
Arbóreo
175
39,2
4,16
1,7
0,50
Basmati
171
38,1
3,5
0,5
0,8
Vermelho
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Negro
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Selvagem
170
35,6
6,0
0,5
3,0

Receitas com arroz

Bolinho de arroz light: assado e integral

  • Arroz cremoso com legumes light
  • Arroz de forno fit
  • Arroz integral com bacalhau
  • Arroz integral com Pequi
  • Arroz de couve-flor

Tipos de Arroz

Variedade de tipos de arroz: vermelho, preto, basmati, branco, parboilzado e arbório - Foto: Shutterstock
Variedade de tipos de arroz: vermelho, preto, basmati, branco, parboilzado e arbório – Foto: Shutterstock

Arroz Polido ou Agulha (Branco)

Esse é o arroz mais comum, também chamado de arroz branco ou tradicional. Como tem sua «casca» retirada durante o seu processo de fabricação – por isso recebe o nome de polido -, não é um dos tipos de arroz mais nutritivos. O seu ponto forte é ser o mais barato, mais fácil de encontrar e o que tem maior funcionalidade, podendo ser usado para fazer uma lista grande receitas.

Além disso, o arroz polido é o que demora menos tempo para ficar pronto. A proporção para o cozimento deve ser de duas xícaras de água para cada uma de arroz, para que ele fique macio e sem ficar com o aspecto «papa» ou grudento.

Arroz Integral

Por não passar pelo processo normal de industrialização, o arroz integral mantém a camada externa do grão, conservando as suas principais qualidades; e contém três vezes mais fibras do que o industrializado, cinco vezes mais vitaminas e quatro vezes mais magnésio. «Além de ter vitaminas A, B1, B2, B6, B12 e minerais, é rico em fibras, que ajudam a manter o intestino regulado», diz a nutricionista Audrey Abe.

O arroz integral pode ser encontrado com facilidade, mas o seu preço é maior que a versão tradicional. Na hora de preparar um prato com arroz integral, é importante lembrar que ele demora mais para ficar pronto e precisa de mais água para ter uma consistência boa para consumo. Deve-se usar o mesmo número de xícaras de água e de arroz, e esperar pelo menos duas vezes mais tempo até tirá-lo da panela.

Arroz Parboilizado

Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade de vitaminas do complexo B em cada grão.

«O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parboilização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais nutrientes da casca», diz Audrey Abe. Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco.

Arroz Cateto ou Japonês

Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Os grãos curtos, curvados e um pouco transparentes têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tendem a ficar mais macios e cremosos, se comparados com do arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional.

«Esse tipo de arroz também tem a sua versão ‘integral’, que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e minerais», explica a nutricionista Audrey Abe. Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz.

Arroz Arbóreo

Possui o grão mais arredondado e concentra bastante amido, conferindo consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos. Por isso, é o mais indicado para preparações de risotos. «Como não possui casca e não passa por nenhum processo que conserve seus nutrientes, o arroz arbóreo tem o mesmo valor nutricional do arroz tradicional», diz Audrey Abe. Ele pode ser encontrado em redes de supermercados normais, e o seu modo de preparo é o mesmo do arroz tradicional.

Arroz Basmati ou Indiano

Famoso por seu aroma adocicado de nozes, o diferencial do arroz basmati em relação ao comum é o seu gosto mais forte e a sua capacidade de reter água durante o preparo sem que os grãos fiquem grudados uns nos outros. «Os grãos deste tipo de arroz são bem mais longos e ficam ainda mais compridos quando cozidos. Mesmo que os níveis nutricionais sejam praticamente iguais aos do arroz branco, ele pode ser usado em ocasiões especiais para variar o cardápio», diz a especialista. O arroz indiano é mais caro que o tradicional, e é possível encontrá-lo em lojas especializadas em produtos naturais ou orientais. Como já possui um gosto bastante característico, ele dispensa a adição de temperos durante o preparo.

Arroz Vermelho

O arroz vermelho é rico em monocolina, substância que pode auxiliar na redução do nível de LDL (colesterol ruim) no sangue, aquele que pode causar infartos e derrames cerebrais. Além disso, segundo a nutricionista, o extrato desse tipo de arroz pode auxiliar na circulação sanguínea, na digestão e nas funções intestinais.

Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional. Ele também é bastante acessível e pode ser encontrado em redes de supermercados.

Arroz Negro

Apesar de ainda não ser muito popular, o sabor e a cor acastanhada do arroz negro podem ser novidade por aqui, mas já é conhecido na China há milhares de anos. «Este tipo de arroz contém 20% a mais de proteínas e 30% a mais de fibras em relação ao arroz integral», diz Audrey Abe. Quer mais? Ele tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico.

Análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e até câncer.

Arroz Selvagem

Ainda pouco encontrado no Brasil, o arroz selvagem, apesar do nome, não é um arroz de verdade, mas um tipo diferente de gramínea. Os grãos são escuros (marrons e pretos) e o seu comprimento é três vezes maior que o do arroz comum, tendo em seu interior um aspecto claro e macio.

«Ele é bastante usado na culinária oriental, mas como são poucos os lugares em que é produzido (Estados Unidos e Canadá), ainda é pouco conhecido no Brasil e difícil de ser achado fora de lojas especializadas em produtos naturais», diz a nutricionista Audrey Abe. As suas qualidades nutricionais também chamam a atenção, pois este grão é pobre em gorduras e rico em proteínas, lisina (um aminoácido benéfico ao corpo) e fibras. É também uma boa fonte de potássio, fósforo e vitaminas.

Quantidade de arroz por pessoa

A nutricionista Thayana Albuquerque afirma que o arroz pode ser consumido diariamente em quantidade moderada, o que significa em média 4 colheres de sopa de arroz por dia. «Se a pessoa for diabética, sugere-se o consumo de arroz integral, preto ou vermelho para que as fibras presentes não causem um aumento rápido de insulina e glicemia», orienta Thayana.

Contraindicações

A nutricionista Patrícia Brito alerta que o arroz, assim como qualquer outro alimento, se consumido em excesso pode ser prejudicial à saúde. Isso porque, além das fibras, o arroz é rico em carboidratos, e por isso seu consumo deve ser controlado.

Referências

Nutricionista Audrey Abe, colaboradora da rede Natural em Casa

Médica Bertha Tamura, com mestrado e doutorado em Dermatologia pela Universidade Estadual de São Paulo (USP)

Nutricionista e educador físico Carlos Cristóvão

Nutricionista Patricia Oliveira Brito

Nutricionista e naturopata Thayana Albuquerque, pós-graduada em Geriatria e Gerontologia, Nutrição e Suplementação Esportiva, mestre em Neurociências e Biologia Celular

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Abdominoplastia: antes e depois, preço, cicatriz e fotos

O que é a abdominoplastia?

Abdominoplastia é uma cirurgia plástica realizada para retirar o excesso de pele, gordura localizada e recuperar a firmeza dos músculos da região abdominal. Esse procedimento também consegue remover as estrias localizadas na região, pois há a remoção de pele.

Outros nomes: Dermolipectomia de abdômen e plástica de abdômen.

Foto: Reprodução/Shutterstock
Foto: Reprodução/Shutterstock

Indicações da abdominoplastia

A abdominoplastia não pode ser considerada como um tratamento à obesidade ou uma alternativa para substituir uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos. Candidatos à abdominoplastia devem ser saudáveis e relativamente em forma, tanto mulheres, quanto homens.

O cirurgião plástico Carlos Alberto Komatsu, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica que em pacientes cuja musculatura da parede abdominal é muito fraca, a costura realizada durante a cirurgia pode ficar comprometida, uma vez que os músculos não são estabilizados tão facilmente. Mesmo com a musculatura fraca, a plicatura dos músculos reto abdominais fornece a correção da diástase e estabilização da parede abdominal. Musculatura fraca não contra indica o procedimento, pelo contrário, é mais um fator para se indicar.

Em geral, a abdominoplastia é bastante requisitada por mulheres que tiveram múltiplas gestações, pessoas que geneticamente possuem acúmulo de gordura na região da barriga ou quem teve perda substancial de peso. O que esses pacientes têm em comum é o desenvolvimento de flacidez da pele, depósitos de gordura e estrias na região da barriga. Além da diástase dos músculos reto abdominais, principal indicação desta cirurgia.

Tipos de abdominoplastia

Além da abdominoplastia comum, existe a miniabdominoplastia, que tem uma extensão menor e por isso recebe este nome. Ela retira acúmulos de gordura e pele apenas da região inferior da barriga, resultando em uma cicatriz menor. Tanto a abdominoplastia quanto a miniabdominoplastia podem ser associadas à lipoaspiração para melhores resultados e para um melhor contorno corporal.

Como funciona a cirurgia de abdominoplastia?

O cirurgião plástico vai avaliar o abdômen do paciente, verificando a quantidade e a localização dos acúmulos de gordura, excesso de pele ou diástase dos músculos do abdômen. Normalmente, a abdominoplastia requer duas incisões:

– A primeira é horizontal na região logo acima dos pelos pubianos que se estende até próximo dos quadris, levemente curvada para cima. A extensão dessa incisão e a forma variam conforme a quantidade de pele a ser removida. É feita uma marcação em elipse, em que a primeira incisão se faz na parte inferior. Não tem incisão vertical. De acordo com a elipse marcada é que se faz a retirada da pele.

– A segunda incisão é feita na vertical, finalizando ao redor do umbigo, por onde os excessos de pele da parte superior do abdômen são separados das partes profundas. Aqui se faz um descolamento subcutâneo expondo os bordos da musculatura do reto abdominal. Nesse momento os músculos abdominais são suturados para que se tornem mais rígidos, o que irá proporcionar uma barriga mais plano e uma cintura mais definida. Essa pele em excesso é esticada para baixo para que seja removida e é feito um orifício para recolocar o umbigo em sua posição de origem.

Após a cirurgia, são colocados drenos de aspiração no abdômen, para evitar o acúmulo de líquidos na região abdominal. Esses drenos são inseridos na parte inferior da barriga, próximo ao púbis, permitindo que a cicatriz seja disfarçada entre os pelos pubianos, mas nem sempre são necessários. Normalmente os pacientes têm o dreno retirado no dia da cirurgia ou eles podem ser liberados para casa com os drenos, que são de simples manuseio. Os drenos só causam dor no momento da retirada, que pode ser feita na clínica do cirurgião. Feito isso, as incisões da cirurgia poderão ser completamente fechadas, resultando em uma única sutura na linha da região púbica e uma dentro do umbigo, e são colocados os curativos e bandagens.

Abdominoplastia + Lipoaspiração

A lipoabdominoplastia é a junção das duas cirurgias e é comprovadamente segura, de acordo com o cirurgião plástico Wulkan. O Brasil foi inclusive o «pioneiro» na lipoabdominoplastia que realiza simultaneamente a lipoaspiração com a abdominoplastia.

No entanto, cada caso deve ser avaliado em particular pelo médico de escolha do paciente para se certificar de que o benefício da cirurgia será maior do que eventuais riscos. Como cautela, a SBCP sugere que o volume máximo de lipoaspiração nesses casos não ultrapasse 7% do peso corpóreo.

O benefício de se associar as duas cirurgias é que pode-se conseguir um contorno corporal do tronco mais definido. Muitas vezes, quando se realiza apenas a abdominoplastia, pode «sobrar gordura» em áreas onde não se retirou o excesso de pele. Outro benefício é que a lipoaspiração pode facilitar retirar mais pele pendente e ajudar a ter uma cicatriz de menor tamanho.

Existem centenas de trabalhos científicos que demonstram variações técnicas da associação da abdominoplastia e lipoaspiração. Por exemplo, mais recentemente a revista Aeshtetic Plastic Surgery publicou uma nova abordagem da abdominoplastia com lipoaspiração chamada TULUA. Essa abordagem é uma possível variante de técnicas já conhecidas por todos os cirurgiões plásticos. É melhor? Não, pois não é indicada para todos os casos.

«Portanto, o que precisamos entender é que cada paciente apresenta uma necessidade particularizada de maneira que a técnica usada pelo cirurgião plástico tem que se adequar à necessidade do paciente e não o contrário», ressalta o especialista.

Anestesia necessária para abdominoplastia

Em geral, é utilizada a anestesia raqui ou peridural com sedação e não é necessário mais de um dia de internação no hospital.

O cirurgião Carlos Alberto Komatsu conta que, em muitos casos, é recomendado fazer outra cirurgia no mesmo momento em que é realizada a abdominoplastia. A lipoaspiração, por exemplo, ajuda a definir os contornos corporais. Podem ser feitas também cirurgias de mama e até procedimentos menores na face. «No entanto, é necessário que os procedimentos associados não demandem muito tempo, o que pode aumentar a duração da cirurgia além do recomendado».

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Diabetes: quais os cuidados em procedimentos cirúrgicos?

Tempo de duração da abdominoplastia

O tempo de duração da abdominoplastia pode variar muito, mas a maioria dos procedimentos dura entre uma a três horas. O tempo varia conforme a extensão do tratamento, quantidade de tecido a ser removido e da associação ou não da lipoaspiração. Cirurgias muito longas aumentam o risco de trombose.

Quem é o profissional apto a realizar a miniabdominoplastia?

Esse tipo de procedimento deve ser feito por um cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Cicatriz da abdominoplastia

Local da cicatriz: A abdominoplastia é a cirurgia que retira o excesso de pele e gordura da parte de baixo da barriga, especialmente aquela parte que fica bem à vista quando nos sentamos. Existem dezenas de técnicas e variantes, mas geralmente o cirurgião plástico realiza uma incisão na parte de baixo do abdômen, região que fica escondida pelos peças de roupa íntima.

Tamanho da cicatriz: O tamanho da cicatriz varia conforme o excesso de pele. Se o excesso for até as partes do lado da barriga, a cicatriz chega até esses locais. Se for mais centralizada, a cicatriz pode ficar quase tão pequena como de uma cesárea.

Apenas durante a consulta médica com o cirurgião plástico será possível estimar o tamanho final da cicatriz pois não existe uma técnica universal na abdominoplastia, mas uma abordagem personalizada conforme a necessidade do paciente.

Contraindicações da abdominoplastia

A abdominoplastia não é recomendada nos casos em que sejam previstos gestações futuras ou cenários de grandes ou ganhos de peso após a cirurgia plástica.

Pessoas com obesidade e fumantes tem maior risco de terem necroses, portanto não devem ser submeter a essa cirurgia. No caso de pessoas com obesidade, é importante emagrecer ou passar por uma lipoaspiração antes da abdominoplastia.

Há casos que precisam ser avaliados individualmente pelo cirurgião plástico, como exemplo: pessoas que tenham realizado cirurgias anteriores e tenham cicatrizes na região abdominal, pessoas com alguns tipos de doença do colágeno e alguns tipos de fumantes.

Dependendo da cicatriz que já existe, ela até pode impossibilitar a realização da abdominoplastia. O cirurgião plástico Wagner Montenegro, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, reforça que, nesse sentido, é muito importante a transparência durante a consulta com o cirurgião plástico com relação a todos os detalhes que forem perguntados pelo médico. «A relação de confiança e honestidade entre paciente e cirurgião plástico é essencial para bons resultados».

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Cicatriz de abdominoplastia: etapas e cuidados necessários

Antes e depois da abdominoplastia

Logo após a realização da abdominoplastia, o paciente já consegue notar os novos contornos. É normal que haja inchaço nesse período, portanto, são tomados todos os cuidados necessários para uma recuperação tranquila, sem complicações. O resultado definitivo, em que o paciente já apresenta a completa cicatrização, chamada de fase de involução, acontece entre oitavo e décimo segundo mês após a abdominoplastia.

Veja algumas fotos de antes e depois de abdominoplastias, compartilhada por cirurgiões plásticos norte-americanos da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos:

Antes e depois da abdominoplastia - Fotos: American Society of Plastic Surgeons / Meegan Grunber e M; Vicent Makhlouf
Antes e depois da abdominoplastia – Fotos: American Society of Plastic Surgeons / Meegan Grunber e M; Vicent Makhlouf
Antes e depois da abdominoplastia - Fotos: American Society of Plastic Surgeons / Kent Hasen e Rudolf Thompson
Antes e depois da abdominoplastia – Fotos: American Society of Plastic Surgeons / Kent Hasen e Rudolf Thompson

Pré-operatório da abdominoplastia

Nos dias anteriores à cirurgia devem ser realizados todos os exames laboratoriais prescritos pelo médico, deve ser suspenso o uso de medicamentos anticoagulantes – como o ácido acetilsalicílico- e cigarro e bebidas alcoólicas, evitados. Sobre o uso de remédios é fundamental informar ao médico, todos os medicamentos estão sendo usados e ao longo de quanto tempo.

Além disso, deve ser realizado jejum absoluto de sólidos e líquidos nas oito horas que antecedem o procedimento. Em caso de gripe ou mal estar, o médico deve ser avisado.

Não esqueça de preparar a casa e familiares para ajudar no pós operatório, evitando obstáculos no caminho, escadas e camas muito altas que dificultam a subida/descida do paciente.

O cigarro é inimigo da cicatrização e aumenta muito as complicações da cirurgia. Se for operar, não fume.

Na consulta médica pré-operatória

Nas consultas antes da operação é muito importante conversar com o cirurgião. Veja algumas perguntas importantes para fazer antes de uma abdominoplastia:

  • Eu tenho indicação para fazer esta cirurgia?
  • O que depende de mim para que o procedimento tenha os melhores resultados?
  • Onde e como será feita minha cirurgia?
  • Qual técnica cirúrgica é mais recomendada para mim?
  • Quanto tempo dura o período de recuperação e de que tipo de ajuda precisarei nesse período?
  • Quais são os riscos e complicações possíveis deste procedimento?
  • Como devo esperar que fique minha barriga após esse procedimento?
  • Quais as minhas opções se eu ficar insatisfeito com a aparência da minha barriga após a cirurgia?

Recuperação da abdominoplastia

Durante um período mínimo de 35 dias, é obrigatório o uso de malha compressora, também conhecida como cinta pós-cirúrgica, de tamanho adequado ao paciente. Também é necessário evitar esforços físicos, como carregar peso, além de procurar manter-se numa postura levemente curvada durante os primeiros 15 dias. O paciente deve caminhar dentro de casa com amparo de alguém e evitar subir e descer escadas.

Antes da liberação médica o paciente também não deve dirigir e não pode usar roupas apertadas (roupas íntimas, calças jeans, etc.). É fundamental o cuidado ao sentar-se para não esticar demais o tronco e não se curvar demais para frente. Exposição ao sol, ao calor excessivo e compressas quentes no local da sutura da abdominoplastia também são proibidos.

O paciente deve seguir todas as orientações até conseguir a liberação médica para retomar a rotina normal aos poucos.

O cirurgião plástico deve prescrever analgésicos para serem usados caso o paciente sinta dor no período pós-cirúrgico. É comum que o paciente sinta incômodos nos primeiros dias, mas isso vai sumindo gradativamente.

Como garantir uma boa cicatriz no pós operatório? O cirurgia plástico Marcelo Wulkan enumera algumas dicas:

  • Deve-se evitar esforços e exercícios físicos nas primeiras semanas
  • O uso da cinta abdominal é recomendado usualmente por no mínimo 4-6 semanas
  • O médico pode recomendar pomadas a serem usadas na cicatriz, laser ou outro tratamento dermatológico
  • Se durante a cirurgia for realizada lipoaspiração também, é importante fazer sessões de drenagem linfática assim que o médico permitir
  • O cuidado com o sol é importante. Deve-se evitar expor a região operada, especialmente se tiver manchas roxas/avermelhadas
  • Use sempre filtro solar se for na praia, mas apenas quando seu médico permitir
  • Usualmente, o filtro solar deve ser usado por no mínimo 6 meses na cicatriz, caso ela seja exposta ao sol.

Posso engravidar depois de uma abdominoplastia?

A abdominoplastia não impede a gestação ou causa qualquer risco à mãe ou ao feto, garante o cirurgião plástico Henrique Lopes Arantes. O tratamento realizado na musculatura abdominal durante a cirurgia apenas reposiciona esses músculos ao seu local original e reforça a porção central para melhorar a estética do abdômen. Porém, isso não impede o crescimento uterino numa futura gestação. «Eu já tive algumas pacientes que engravidaram após abdominoplastia e as gestações ocorreram sem problemas», explica o especialista.

A única recomendação seria ter um controle adequado do peso durante a gestação, já que ela pode causar um afastamento lateral da musculatura do abdômen, conhecido como diástase, além de poder causar estrias ou flacidez na pele. Porém, um controle adequado de peso, alimentação saudável e boa hidratação da pele ajudam muito a evitar a perda do resultado da cirurgia. Além disso, a realização de exercícios específicos para melhora da postura e fortalecimento abdominal ajudam muito na recuperação.

Saiba mais:
Abdominoplastia: veja cuidados no pós-operatório

Quais os riscos da abdominoplastia?

O maior risco de complicação relacionado à abdominoplastia é o de trombose e embolia pulmonar, por isso ela deve ser feita com um cirurgião apto.

Além disso, existe chance de haver retalho abdominal, que ocorre na pele do abdômen e compromete o resultado final, pois ocorre necrose do tecido. Esse risco é maior para fumantes. Pode ocorrer o aparecimento de queloides, que dependendo da gravidade precisam ser tratados com medicamentos, cirurgia a até radioterapia. Segundo o cirurgião plástico Carlos Alberto Komatsu, há também as complicações comuns a qualquer cirurgia, como sangramento, infecção e óbito.

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Cirurgia plástica: você está preparado para ela?

Quanto custa a abdominoplastia?

O preço de uma abdominoplastia pode varia de 10 mil a 25 mil reais, dependendo da cidade em que você está, extensão da cirurgia ou se ela será aliada a outras técnicas.

Cada médico trabalha de uma forma, mas geralmente os valores estão
relacionados aos custos da equipe médica (cirurgião, assistente, anestesista e
instrumentadora), internação hospitalar e medicamentos.

Além disso, existem gastos após a cirurgia, como malha compressiva, drenagens linfáticas pós-operatórias e o período de afastamento do trabalho.

Alie a abdominoplastia a…

Conforme a indicação médica, alguns dias após a abdominoplastia é recomendado fazer sessões de drenagem linfática, respeitando seu processo de cicatrização, sem machucar ou oferecer riscos ao paciente. «Para todas as cirurgias plásticas, a drenagem linfática pós-operatória auxilia bastante na cicatrização e na recuperação saudável» explica o cirurgião Wagner Montenegro.

Cheque antes da consulta de abdominoplastia:

  • O médico que você irá consultar deve ter registro no Conselho Federal de Medicina (CFM), é possível fazer essa checagem no site da instituição
  • O profissional deve, obrigatoriamente, ser membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Outras instituições não avaliam a formação e experiência do profissional desta área
  • A cirurgia deve ser feita em hospital que tenha creditação para realizar cirurgias de médio porte. Entre em contato com o hospital para checar
  • Converse com alguém que já fez a cirurgia com o mesmo médico e informe-se sobre o procedimento e os resultados
  • O tempo de internação após a abdominoplastia deve ser de, no mínimo, 24 horas. Sair do hospital logo após o procedimento é um erro e pode causar danos à saúde.

Abdominoplastia masculina

Como explica o cirurgião plástico Marcelo Wulkan, a abdominoplastia do homem é muito parecida com a cirurgia feita nas mulheres. Alguns detalhes de posicionamento da cicatriz são diferentes pois a maioria dos homens usam roupa íntima na região baixa do abdômen de maneira diferente que as mulheres usam suas calcinhas/biquínis. Existe também uma diferença no local de depósito de gordura que deve ser notado pelo cirurgião plástico.

Mesmo assim, a abdominoplastia nos homens é uma cirurgia altamente eficaz quando existe excesso de pele e gordura pendente. «Ela pode sim melhorar a famosa barriguinha de chopp desde que essa barriga seja composta de gordura que se localiza na parte de fora dos órgãos, ou seja, aquele tipo de gordura que não é do tipo visceral», considera o especialista.

No entanto, essa cirurgia não é uma forma de conseguir um «tanquinho», que se deve ao esforço do próprio paciente que precisa ter dieta saudável e prática de exercícios regulares. Leia mais em Abdominoplastia masculina: tudo que você precisa saber.

Fontes consultadas

Cirurgião Plástico Wagner Montenegro, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (CRM: 51769)

Cirurgião Plástico Carlos Alberto Komatsu, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (CRM: 59334)

Cirurgião Plástico Marcelo Wulkan, doutor pela USP e membro da Sociedade Americana e Brasileira de Cirurgia Plástica (CRM 108732/RQE 28948)

Cirurgião Plástico Henrique Lopes Arantes, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e membro ativo da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) – (CRM 90.405)

Site da American Society of Plastic Surgeons – Disponível em: https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/tummy-tuck

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Dieta da proteína: cardápio e como fazer para emagrecer

O que é dieta da proteína?

Dieta da proteína - Foto: nehophoto/Shutterstock
Dieta da proteína – Foto: nehophoto/Shutterstock

É um tipo de dieta que prega o alto consumo de proteínase baixa ingestão de carboidratos – no geral, mais de 40% da alimentação diária é reservada ao nutriente. Não existe uma única dieta da proteína, mas sim um grupo de dietas neste modelo. As proteínas ingeridas nessas dietas normalmente são de origem animal, como carnes, peixes, ovos e laticínios (queijos, iogurtes, coalhadas etc.).

Alguns exemplos de dieta da proteína são:

  • Dieta dukan
  • Dieta Atkins
  • Dieta paleolítica
  • Dieta south beach

Alimentos permitidos na dieta da proteína

Os alimentos que podem ser consumidos na dieta da proteína incluem aqueles ricos em proteínas, além de verduras, legumes e outros:

  • Peixes: atum, bacalhau e sashimi
  • Frutos do mar: camarão, lagosta, siri ou caranguejo e mexilhões
  • Carnes: todos os cortes de frango, aves, porco e boi
  • Derivados do leite: queijos, iogurtes, coalhada
  • Verduras: salsa, repolho, chicória, cebola, alface, agrião, espinafre, couve-flor, couve, brócolis, acelga, aspargos e salada verde
  • Legumes: vagem, chuchu, tomate, cenoura, sopa de legumes, pimentão, abobrinha verde, rabanete, quiabo, pepino, nabo, berinjela e cogumelo
  • Outros: sal, ovos, omelete, gelatina dietética, pimenta, azeitona com tempero, azeite, manteiga, margarina, limão e jiló
  • Bebidas: chá, café descafeinado, água com gás, água tônica diet e água natural.
Saiba mais:
7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber

Como a dieta da proteína ajuda a emagrecer?

A dieta da proteína pode ajudar a emagrecer, uma vez que esse nutriente dá mais saciedade – ou seja, você demora mais para sentir fome – e diminui o consumo de carboidratos, principalmente os considerados simples, como açúcares, massas, farinha branca, etc.

Os carboidratos são os nutrientes que fornecem energia para o funcionamento do organismo, então, como eles estão sendo consumidos em quantidade muito menor, o indivíduo passa a produzir uma maior quantidade de corpos cetônicos para funcionar. Esses corpos cetônicos são frutos da queima de gordura corporal, motivo pelo qual a pessoa passa a perder peso.

Além disso, quando se reduz a quantidade de carboidratos que a pessoa come por dia, se diminui também a retenção hídrica, o que ajuda a diminuir o inchaço e fazer o ponteiro da balança baixar.

Saiba mais:
Veja 19 dúvidas respondidas para quem quer emagrecer através da dieta da proteína

Benefícios da dieta da proteína

O maior benefício das dietas da proteína é promover o emagrecimento rápido, além de priorizar alimentos saudáveis – uma vez que normalmente legumes e verduras são liberados – e diminuir a ingestão de carboidratos refinados, como os açúcares e farinha branca.

Por causa do emagrecimento rápido a pessoa se sente motivada a continuar emagrecendo até chegar no seu peso recomendado e ideal, então esta também é uma boa vantagem. Além destes, ela pode promover um discreto aumento no colesterol HDL (bom) e não afetar o LDL (ruim).

Dicas para realizar a dieta da proteína

  • Verifique se a dieta se encaixa nas suas preferências alimentares: antes de começar qualquer tipo de dieta, é importante analisar a proposta e se ela se encaixa às suas preferências alimentares. Na dieta rica em proteínas, a restrição de carboidratos é um fator determinante para que a aderência à nova proposta de emagrecimento dê certo ou não. Como você se sente sem batata, arroz, macarrão ou pão? Se não te faz tanta falta, siga em frente
  • Analise se a dieta rica em proteínas será fácil de seguir: na correria do dia a dia é comum fazer aquele pit stop em um restaurante mais conveniente ou em uma cafeteria para fazer um lanchinho. Se o controle da dieta não depende apenas do que será consumido em casa, verifique se os alimentos permitidos podem ser encontrados nos lugares que você frequenta mais
  • Mantenha o foco nos alimentos permitidos: tenha sempre no escritório, na porta da geladeira e na bolsa uma pequena lista com os alimentos permitidos. Assim, na dúvida, basta consultá-la para saber o que é ou não possível ingerir na fase em que se encontra da dieta.

Receitas ricas em proteína

Rolinho de frango: experimente esta receita saborosa e fácil de fazer.

Confira algumas receitas que são ótimas para quem está fazendo uma das dietas da proteína:

Omelete no saquinho nutritivo

Omelete de saquinho nutritivo: delicioso e rico em proteína

  • Receita: canelone fit de berinjela e funghi
  • Receita: tomate recheado Low Carb
  • Receita: escondidinho de vegetais low carb
  • Receita: frango de forno cremoso
  • Receita: mousse de tomate proteica
  • Receita: mousse de mamão proteica

Tipos mais comuns de dieta da proteína

  • Dieta Dukan: método de emagrecimento dividida em quatro fases que prevê o consumo de grande quantidade de proteínas e a redução de ingestão de carboidratos
  • Dieta atkins: rica em proteínas e gorduras, não há restrição de calorias e a pessoa pode comer a quantidade que quiser de carnes, embutidos, queijos e ovos
  • Dieta paleolítica: propõe a volta da alimentação dos nossos ancestrais, que se alimentavam de carne, frutos e sementes, com a justificativa que essa é a alimentação para a qual nosso organismo foi moldado por milhões de anos
  • Dieta South Beach: foi desenvolvida pelo cardiologista Arthur Agatston para reduzir os níveis de colesterol total, LDL e triglicerídeos sanguíneos de seus pacientes. Como foi percebido o emagrecimento desses pacientes, a dieta passou a ser utilizada para este propósito.

Tempo de duração da dieta da proteína

O tempo que uma pessoa poderá continuar fazendo a dieta da proteína dependerá do seu estado de saúde no geral, do seu objetivo com este método e de qual das dietas for escolhida pelo profissional de saúde junto do paciente. Logo, apenas este profissional poderá dar o tempo e indicar o melhor cardápio para cada pessoa.

Tudo que você precisa saber antes de fazer a dieta da proteína

Antes de começar uma dieta, é sempre importante procurar ajuda de um profissional nutricionista e/ou nutrólogo, uma vez que elas podem trazer riscos e nem sempre o que a pessoa imagina como ideal para ela mesma é o que irá fazê-la alcançar seu objetivo. Será necessário avaliar caso a caso para poder determinar se a pessoa é indicada ou não para fazer uma das dietas da proteína.

Pessoas com problemas renais, diabetes, hipertensão ou com problemas de mastigação correm mais riscos com uma dieta da proteína, não sendo, portanto, recomendada para esses grupos.

A maior desvantagem da dieta da proteína é que a pessoa tende a recuperar o peso perdido. Isso porque ela não promoveu uma reeducação alimentar, ou seja, comer de tudo de forma equilibrada e saudável, e sim retirou quase por completo um grupo de alimentos da dieta (carboidratos).

A diminuição drástica de carboidratos combinada a uma ingestão maior de proteínas pode deixar o organismo desequilibrado. Os carboidratos são a principal fonte de energia do corpo, e a falta de ingestão desse nutriente faz o organismo buscar outras formas de obter essa energia, levando à queima de músculos. Isto porque a outra fonte de energia que o organismo utiliza diante da falta de carboidratos vem dos aminoácidos presentes nos músculos. Esta queima de músculos é especialmente prejudicial para o processo de emagrecimento, pois estes músculos gastam muita energia para existir, ou seja, a presença deles ajuda na perda de peso.

Essa situação leva ao quadro de cetose, que reduz o apetite, fazendo a pessoa emagrecer de forma muito rápida por não comer. Contudo, esta pessoa também passa a urinar mais, o que pode provocar a perda de potássio e gerando cãibras.

Saiba mais:
Dieta do ovo cozido: ajuda a emagrecer e é fácil de fazer

Além disso, a dieta da proteína também sobrecarrega os rins, acarretando num aumento da produção de ureia, ácido úrico e creatinina, o que a longo prazo poderá provocar hipertensão (pressão alta), perda de massa muscular, queda da imunidade e maior predisposição a infecções, deficiências de vitaminas e minerais, alteração no sono, irritabilidade, desmaios, entre outros.

Referências

Lenina Matioli, médica nutróloga especialista pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) – CRM: 95271/SP

Adriana Lúcia Van Erven Avila, nutricionista – CRN: SP-2816.

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Frango com vinagrete de morango

Ingredientes:
8 coxas de frango médias limpas – 480g
3 colheres (sopa) de azeite de oliva espanhol – 30g
10 morangos médios picados – 220g
Folhas de ½ maço pequeno de cebolinha-verde picadas – 8g
1 cebola pequena em pedaços bem pequenos – 80g
3 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco – 45ml
4 colheres (sopa) de vinho branco – 60ml
1 colher (sopa) de pimenta-do-reino verde em conserva – 10g
Sal a gosto
Modo de Fazer
1. Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).
2. Tempere as coxas de frango com sal e pincele a superfície com 1 colher (sopa) de azeite de oliva. Disponha-as em uma assadeira e leve ao forno por 35 minutos ou até dourarem. Retire do forno e reserve. 3. Misture em uma tigela os morangos, a cebolinha-verde, a cebola, o vinagre, o
vinho, o sal, a pimenta-do-reino e 1 colher (sopa) de azeite de oliva.
4. Montagem: disponha as coxas nos pratos e sirva com o vinagrete de morango. Decore com cebolinha francesa picada e regue com o azeite de oliva restante.
Rendimento: 4 porções de 180 g
Tempo de preparo: 10 minutos (mais 35 minutos de forno)
Valor nutricional por porção:
185 Kcalorias;
6,5 g de carboidratos;
18,5 g de proteínas;
8,5 g de gorduras totais (1,5 g de saturada, 4,5 g de monoinsaturada e 1,5 g de poliinsaturada);
70 mg de colesterol;
1,5 g de fibras;
3 mg de ferro;
54 mg de cálcio
Foto: Andre Ctena

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Prisão de ventre

O incômodo ocasionado pela prisão de ventre é conhecido por muitos brasileiros. De acordo com a Associação Americana de Gastroenterologia, cerca de 20% da população brasileira sofre com a constipação intestinal, ou seja, têm dificuldade para evacuar.

Outro dado curioso é que os sintomas são três vezes mais freqüentes em mulheres e as causas são as mais diversas, indo desde timidez em usar outro banheiro que não seja o habitual, até influências de algum medicamento, como por exemplo, analgésicos e antidepressivos.Além destes fatores, uma dieta pobre em fibras, pouca ingestão de líquidos e o não-atendimento, repetidamente, à «chamada» da evacuação também podem causar a prisão de ventre.
Pelo fato de serem as mais atingidas, as mulheres também são as que mais se automedicam com diferentes tipos de laxantes.

No entanto, o médico e professor de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da PUC Campinas, Flávio Quilici, diz que este tipo de medicamento pode ser prejudicial à saúde, se usado de forma abusiva. » O uso prolongado de laxativos sem orientação (em especial os que irritam as terminações nervosas do intestino, como sene, cáscara sagrada, ruibarbo e fenolftalerina) podem provocar uma piora acentuada da própria constipação, pois eles acabam por inibir os movimentos intestinais», explica.

Um estudo feito pelo Departamento de Cirurgia Colorretal da Cleveland Clinic Florida, nos Estados Unidos, em 1998, mostrou que 40% dos pacientes que usaram laxantes três ou mais vezes por semana, durante mais de um ano, apresentaram lesões na anatomia intestinal.

O especialista afirma também que o uso recomendado para que não haja futuros danos à saúde é o menos possível. » A freqüência ideal é o mínimo tempo necessário para regularizar o funcionamento intestinal», diz.

De acordo com Flávio, o tratamento ideal para o bom desempenho do intestino é uma dieta rica em fibras e com muita ingestão de líquidos. Além disso, é importante atender ao reflexo evacuatório, sempre que possível. Frutas como mamão, laranja, ameixa e melão, verduras e cereais também facilitam a eliminação das fezes.

Ele ressalta ainda que praticar algum tipo de atividade física bastante, não só na resolução do problema, como também na prevenção. Caso nenhuma das alternativas melhore a constipação intestinal, o melhor remédio é procurar um especialista.

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Sêmen: cor e aparência podem indicar doenças na área íntima

Garantir a saúde íntima masculina envolve, entre muitos fatores, uma higiene adequada, uso de camisinha e a atenção com sintomas que podem indicar a presença de DSTs, como verrugas genitais e ardência ao urinar. Inclusive a aparência e odor do sêmen podem denunciar doenças na área íntima masculina. Conheça as características de um esperma saudável e quando ele levanta suspeitas:

Composição

A composição do sêmen pode ser divida em duas partes: o plasma seminal e os espermatozoides. De acordo com o urologista Reginaldo Martello, do Departamento de Reprodução Humana da Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 70% do plasma seminal é produzido nas vesículas seminais, contendo aminoácidos, enzimas e principalmente frutose, que é a fonte de energia das células espermáticas. «Os outros 30% são produzidos pela próstata e contém, entre outros elementos, a fosfatase ácida e o ácido cítrico», afirma. Essas substâncias têm o papel de neutralizar o ambiente ácido do canal vaginal, que é naturalmente nocivo ao esperma.

Já os espermatozoides são conduzidos e ao mesmo tempo alimentados pelo sêmen até chegar ao interior do útero. Eles são produzidos nos testículos e se juntam ao líquido seminal na uretra prostática, para então serem liberados no momento da ejaculação. O espermatozoide é uma célula composta por um núcleo («cabeça»), que carrega o material genético, e uma cauda ou flagelo, responsável pela motilidade.

O especialista completa dizendo que hábitos como tabagismo, alcoolismo e uso de drogas ou anabolizantes podem afetar drasticamente a composição do sêmen e a fertilidade masculina. «Infecções das vias genitourinárias também desempenham uma interferência importante na constituição seminal.»

Consistência e cor

Logo após a ejaculação o sêmen é heterogêneo, pois se encontra coagulado. A consistência viscosa e espessa serve para auxiliar a aderência do esperma no útero, facilitando a fecundação. «Posteriormente, o esperma vai se tornando uniforme e mais líquido conforme acaba o efeito coagulante», diz o urologista Reginaldo.

A cor varia do branco ao transparente, podendo variar conforme o período de intervalo entre as ejaculações ou com a abstinência sexual. Sangramentos da próstata ou vesículas seminais podem deixar o sêmen com uma coloração marrom. «A presença de sangue vivo no esperma também deve ser um alerta para buscar ajuda médica», afirma o urologista Mauro Pinheiro, do departamento de Medicina Sexual e Infertilidade da Sociedade Brasileira de Urologia – Regional Rio Janeiro. Infecções virais ou bacterianas podem deixar o sêmen com um aspecto amarelo ou purulento – sintoma que também deve ser investigado.

Cheiro

De acordo com os especialistas, o sêmen tem seu cheiro característico, que pode variar de pessoa para pessoa. «Alterações de odor muito marcantes podem ser suspeitas de infecção», afirma o urologista Mauro. Por isso, se notar qualquer mudança no odor do sêmen, principalmente cheiros muito fortes ou pútridos, marque uma consulta médica.

O gosto realmente pode mudar?

Muito se fala sobre a influência da dieta no gosto do sêmen – uma vez que os aminoácidos e a frutose que compõem o esperma provêm também da alimentação. Sob essa lógica, o tipo de proteína ingerida (animal ou vegetal), bem com a quantidade de frutas e açúcares consumidos poderiam interferir no sabor, deixando-o mais amargo, ácido ou mesmo doce. Entretanto, o urologista Reginaldo afirma que não há informações suficientes na literatura científica confirmando essa possibilidade. «A composição do sêmen de fato é basicamente aminoácidos, enzimas e frutose, mas isso não quer dizer que a dieta possa alterar essa composição ou o gosto do esperma», explica.

Quantidade não indica qualidade

O esperma saudável tem um volume ejaculado igual ou maior a 1,5 ml, sendo que os espermatozoides contribuem com apenas 5% desse total. «Portanto, a quantidade de esperma ejaculado não tem nenhuma relação com a fertilidade do homem», ressalta Reginaldo Martello. Isso porque um sêmen com volume normal pode não conter nenhum espermatozoide (azoospermia), ou ter quantidade e qualidade muito alteradas, fazendo desse indivíduo um homem infértil. «Homens que já fizeram a cirurgia de vasectomia, por exemplo, podem ser totalmente inférteis e terem um volume de sêmen normal», completa o urologista Mauro. A avaliação da fertilidade só é, portanto, dimensionada com o a análise do sêmen (espermograma) e nunca pelo seu volume.

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Desejo sexual interfere na ejaculação?

«A quantidade de esperma varia principalmente com o intervalo de tempo ocorrido entre as ejaculações», explica o urologista Reginaldo. Dessa forma, passar vários dias sem ejacular pode resultar em um volume seminal, e ejaculações muito próximas uma da outra levam a um volume menor. «Entretanto, e excitação sexual estimula uma maior viscosidade e maior secreção das glândulas envolvidas na produção do sêmen, fatores que podem aumentar a quantidade de esperma no momento da ejaculação», diz Mauro Pinheiro.

Exames para avaliação da fertilidade

Como a aparência e a quantidade do sêmen não denunciam alterações na fertilidade masculina, é necessário consultar um urologista e fazer uma análise clínica e laboratorial completa. «O principal exame para investigar infertilidade é o espermograma, mas também podem ser pedidos testes hormonais e de imagem, biópsias e análises genéticas quando tiverem indicações específicas», explica o urologista Reginaldo. Esses testes são feitos principalmente quando existe um casal supostamente fértil em tentativa de gravidez sem sucesso, geralmente após um período mínimo de seis meses de tentativa. Qualquer outro sintoma que levante suspeita de infertilidade ou doenças genitourinárias também pedem avaliação médica.