Рубрики
Todo sobre el embarazo

Espante a sonolência que ataca durante o dia

A sonolência durante o dia é um problema que afeta mais de sete milhões de brasileiros segundo um levantamento feito pelo IBGE em 2009. De acordo com a instituição, esse problema traz malefícios para o bem-estar e saúde dos indivíduos, já que o desânimo prejudica, e muito, a execução de tarefas diárias.

Segundo o coordenador do setor de ritmos biológicos Sílvio Júnior, do Centro de Estudos em Sonolência e Acidentes da Unifesp, os jovens sofrem ainda mais com a sonolência. Isso acontece porque entre 14 e 22 anos, o ciclo do sono tende a ser mais vespertino. «O corpo do jovem está mais disposto a dormir tarde e acordar tarde. Quando uma pessoa de até 22 anos passa a conviver com a rotina de trabalho, ela passa a ter um déficit de sono».

Homem dormindo - Foto Getty Image
Homem dormindo — Foto Getty Image

Além disso, como a vida social é muito comum nessa faixa etária, e o jovem não quer gastar o tempo livre dormindo, é comum que ele durma apenas cinco horas por noite. Com tão poucas horas de sono, o resultado é você caindo pelas tabelas em plena luz do dia. Mas dá para vencer a batalha contra a sonolência. Logo abaixo, você confere algumas dicas, mas a regra número 1, e mais eficiente, e tentar passar melhorar a qualidade do seu sono.

Prato saudável

De acordo com Sílvio Júnior, uma vida mais regrada diminui a fadiga durante o dia. «Estabelecer um horário para fazer as refeições, atividades físicas, leitura e, principalmente, uma hora para dormir, regula o ritmo hormonal e faz com que o sono chegue na hora certa», explica.

No entanto, o isso não é o bastante para acabar com a sonolência. Outro fator importante é a alimentação. Fazer as refeições em um horário pré-determinado é uma das principais aliadas contra a sonolência. É ela que vai regular o ritmo da produção de hormônios no organismo. «Além disso, exagerar na comida pode levar a um quadro de obesidade, que prejudica ainda mais a sensação de sonolência, já que pessoas com sobrepeso têm mais dificuldade para dormir», aponta Silvio.

Fazer as refeições em um horário pré-determinado é a principal aliada contra a sonolência. É a alimentação que vai regular o ritmo da produção de hormônios no organismo.

Vale o cuidado para o consumo de alimentos ricos em carboidratos complexos, como pães, massas e doces. O nosso organismo leva muito mais tempo para digeri-los, o que significa que o corpo irá gastar mais energia no processo digestivo, muito menos nas outras funções. Isso deixará a pessoa mais cansada. Invista em alimentos como nozes, legumes e frutas ricas em vitamina C, como laranja, limão, tangerina e caju, que deixam o corpo com mais energia durante o dia.

Efeito rebote

Café, refrigerantes do tipo cola e alguns chás: eles são ricos em cafeína, um poderoso estimulante que faz o corpo reagir assim: o sistema nervoso é acionado, glândulas liberam adrenalina, o coração bate mais rápido e o sangue ganha mais glicose. Por isso, a cafeína é conhecida como uma grande aliada para aumentar a disposição, melhorar a concentração e aplacar o sono.

Mas, quando é consumida em exagero, ela acelera o ritmo cardíaco, faz a pressão subir e os rins trabalharem mais, aumentando a vontade de urinar. O ideal é consumir, no máximo, 300 mg de cafeína por dia, o que equivale a três xícaras de café. Porém, esse limite pode variar (para menos ou para mais), já que cada pessoa tem um grau diferente de sensibilidade à cafeína.

Mulher dormindo- Foto getty image
Mulher dormindo- Foto getty image

Principalmente as bebidas que contém cafeína na composição agem como um estimulante, deixando a pessoa mais disposta por algumas horas e pronta para realizar tarefas. No entanto, uma vez que o efeito passa, o problema da sonolência pode permanecer e até piorar. Tomar bebidas estimulantes causa um efeito cumulativo, ou seja, no dia seguinte é bem provável que a pessoa sinta mais sono e cansaço do que antes.

Na hora de dormir

A qualidade do sono é essencial para evitar a sonolência no dia seguinte. «Dormir em um lugar escuro, com temperatura amena e sem muito barulho é um ótimo método de evitar a sonolência no dia seguinte», diz Silvio. Essa dica é importante, principalmente para as pessoas que não podem aumentar o número de horas dormidas.

«O que importa nem sempre é a quantidade, e sim a qualidade do sono.»
Uma medida simples que ajuda a acabar com a insônia e previne a sonolência no dia seguinte é uma das mais populares: tomar leite quente. «O leite não faz diferença, o que ajuda a pessoa a dormir é elevar a temperatura do corpo. Quando o corpo está «morno» há uma série de reações que servem como sinais para que o organismo diminua o ritmo e sua temperatura. Por isso que bebidas como leite, chá ou qualquer outra com a temperatura mais elevada, ou até mesmo um banho quente, ajudam a pegar no sono por causar uma resposta termorreguladora», explica Silvio.

Terapias

Mulher fazendo Ioga- Foto Getty Image
Mulher fazendo Ioga- Foto Getty Image

Existem alguns tratamentos que podem ajudar a controlar o sono e diminuir a sonolência durante o dia. Dois delas são a ioga e a aromaterapia.
Segundo um estudo feito TriHealth Sleep Center, em Cincinatti, a ioga pode auxiliar nos problemas do sono relaxando músculos tensos, liberando a tensão e colocando o corpo em um profundo estado de relaxamento.

Os exercícios de respiração e alongamento são feitos para diminuir a ansiedade e o estresse. Fazer esse exercício um pouco antes de dormir melhora o sono e a disposição no dia seguinte. Depois de um tempo, as aulas de ioga servem como estimulantes e ajudam a regular o metabolismo.

A aromoterapia também pode atenuar e até acabar com a sonolência e regular a produção de hormônios que regulam o sono. Pesquisadores da American Herb Association Quarterly constataram que o aroma de canela reduz a sonolência, a irritabilidade e a frequência de dores de cabeça. Além da canela, aromas de limão e menta são usados para reduzir a sonolência no meio do expediente de trabalho.

Mesmo que essas terapias consigam resultados satisfatórios a maioria das vezes, o paciente que procurar esse tipo de tratamento deve ficar atento a alguns detalhes. Existem dois tipos de classificação para as pessoas em relação ao sono: as pessoas de sono longo, que precisam dormir aproximadamente 10 horas para recuperar as energias, e as pessoas de sono curto, que ficam satisfeitas e revigoradas depois de cinco horas de sono. «O tratamento contra a sonolência deve levar em conta o perfil de cada pessoa. Por isso, indicar receitas para tirar ou aumentar as horas de sono antes de saber qual é o tipo de sono de cada paciente é pouco eficiente e pode até piorar a vida da pessoa», diz Sílvio.

Se a pessoa tiver algum tempo livre durante o dia, uma boa dica que é recomendada por todos os terapeutas é praticar algum tipo de exercício físico. Além de regular a produção de hormônios e deixar o metabolismo funcionando de um modo mais acelerado, a prática de atividades físicas faz o corpo gastar muito energia, que precisa ser recuperada durante o sono. E, depois de uma boa noite de sono, não há quem não fique mais disposto.

Fuja deles

Outros dois maus hábitos grandes causadores da sonolência são o tabagismo e o consumo de bebida alcoólica. O álcool e o cigarro alteram o funcionamento de nosso corpo, deixando-o mais ativo, quando deveríamos estar dormindo, e sem energia, enquanto deveríamos estar alerta.

Saiba mais:
Crianças que dormem bem evitam a obesidade
Рубрики
Todo sobre el embarazo

Mousse vegano de maracujá: feito com tofu

Foto: Instagram @nutriclaricecruz
Foto: Instagram @nutriclaricecruz

A nutricionista Clarice Cruz ensinou em seu Instagram uma receita vegana de mousse de maracujá, com poucos ingredientes e super fácil de fazer. Confira:

Ingredientes

  • 1 xícara de castanha de caju
  • ½ xícara de leite de coco (pode substituir por leite de castanha ou amêndoas)
  • ½ xícara de suco de maracujá (bater 1 maracujá grande com um pouco de água e coar)
  • ½ xícara de tofu (pode substituir por inhame cozido)
  • 1 colher (chá) de extrato de baunilha (opcional)
  • 3 a 4 colheres de xilitol (ou açúcar demerara)

Modo de preparo

Deixe as castanhas de molho por pelo menos 8 horas, descarte a água e as lave bem. No liquidificador bata as castanhas com o leite de coco e o suco de maracujá até obter uma mistura cremosa e homogênea. Acrescente os demais ingredientes e bata bem. Coloque na geladeira por mais uma hora se quiser um creme mais firme.

Рубрики
Todo sobre el embarazo

Pãozinho de beterraba: aprenda fazer receita sem glúten e lactose

 Pãozinho de beterraba sem glúten e lactose - foto: Divulgação/Instagram
Pãozinho de beterraba sem glúten e lactose — foto: Divulgação/Instagram

A nutricionista funcional Fernanda Granja ensina a fazer essa receita deliciosa que não contém glúten e lactose. Um pãozinho rápido, saudável e saboroso é tudo que você precisa hoje. Além disso, é uma ótima opção para a criançada. Aprenda a fazer!

Ingredientes:

  • 1 e 1/4 xícara (chá) de polvilho doce
  • -1 xícara (chá) de polvilho azedo
  • -2 colheres (sopa) de chia
  • -1/2 colher (sopa) de sal
  • -1 colher (chá) de pimenta do reino
  • -1 colher (chá) de páprica defumada
  • -1 colher (chá) de orégano
  • -250 gramas de batata salsa cozida e amassada
  • -1/4 xícara (chá) de azeite de oliva
  • -1/2 xícara (chá) de suco de beterraba (150g de beterraba + água)
  • -1/2 colher (chá) de suco de limão
  • -1/2 colher (chá) de vinagre.

Preparo:

Cozinhe e amasse a batata. Reserve e deixe esfriar. Pique a beterraba, coloque em uma panela com água suficiente para cobrir e cozinhe até ficar macia. Escorra e bata no liquidificador ou no processador e volte para a panela. Deixe reduzir em fogo baixo até cerca de 2/3 da quantidade inicial.

Meça 1/2 xícara (chá) do suco e acrescente o limão e o vinagre. Acrecente o suco e o azeite na batata. Em uma vasilha grande, misture os polvilhos, a chia, o sal, a pimenta, a páprica e o orégano. Junte todos os ingredientes, misturando com as mãos. Usando a medida de uma colher de sopa, forme bolinhas e disponha em numa assadeira.

Asse por cerca de 10 minutos em forno pré aquecido a 240°C. Depois abaixe para 180º C e asse por mais 10 minutos ou até os pãozinhos racharem.

Saiba mais:
Pão low carb de liquidificador
Рубрики
Todo sobre el embarazo

Orientação sobre prática sexual do adolescente deve ser feita pelos pais conforme o assunto surge

Durante a adolescência acontecem várias mudanças físicas e emocionais, entre elas o desenvolvimento da sexualidade. Junto com as mudanças corporais e as modificações hormonais, os adolescentes começam a se tornar mais curiosos com relação ao tema do sexo. Ao mesmo tempo ocorre uma mudança na sua atitude social, com maior distanciamento de seus pais e maior proximidade com outros jovens, com os quais espera descobrir o mundo dos adultos.

Atualmente o contato com o sexo acontece de forma muito precoce, pois vivemos em um mundo onde o a sexualidade é usada como ferramenta do comércio, como um atrativo para melhorar o marketing ou para aumentar a audiência. Desde muito cedo as crianças têm contato com situações com algum apelo sexual, seja nas novelas, nas propagandas da mídia escrita ou televisiva ou nas músicas e suas coreografias. Cabe aos pais orientar seus filhos a respeito do tema, para que iniciem sua vida sexual de forma segura e saudável.

Hoje no Brasil a média de idade para a primeira relação sexual é de 15 anos. Segundo pesquisa do IBGE realizada em 2012, 28,7% dos estudantes do 9º ano de escolas públicas e privadas já tinham tido relação sexual. Estes dados mostram que precisamos sim orientar nossos filhos desde cedo e achar que eles não estão preparados para o assunto é uma ingenuidade que resulta em maior exposição aos riscos associados à prática sexual, tais como gravidez e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

Em geral as primeiras curiosidades relacionadas ao sexo surgem na infância, quando a criança começa a perceber as barrigas grávidas. A pergunta «de onde vêm os bebês?» deve ser respondida de forma simples e honesta. Depois disso, comumente passam-se anos de calmaria quanto ao assunto até o final do ensino fundamental 1, quando os corpos começam lentamente a mudar. A grande maioria das escolas neste momento dá aulas sobre os sistemas reprodutores masculino e feminino e a fecundação. Mas, não se iluda, isso não é o suficiente para satisfazer a crescente curiosidade das crianças, sendo no máximo um bom início de conversa. A partir daí cada indivíduo anda em seu ritmo e fica a cargo das famílias sentir o momento do aprofundamento do tema. Não é porque a média de idade de iniciação sexual é de 15 anos que seu filho obrigatoriamente seguirá esta regra, mas este é um dado que nos mostra que não se pode tardar para iniciar o bate papo.

O diálogo em casa é sempre a melhor forma de orientar a prole, sobre qualquer tema. É preciso estimular momentos de convívio familiar, seja durante as refeições ou em programas conjuntos. Está comprovado, por exemplo, que em famílias nas quais pelo menos uma vez ao dia a refeição é realizada com todos os seus membros, a incidência do uso de drogas é menor. O lema é não perder a oportunidade. Qualquer situação que surja relacionada ao tema deve ser aproveitada como gancho para debater o assunto, seja ela um evento que aconteceu na escola, uma notícia nos jornais ou uma cena de novela. Falar sobre o quê? Tudo! Amor, amizade, respeito, relacionamento, carinho, beijo, tesão, sexo, prevenção de gravidez e DSTs e tudo o mais que venha à pauta.

A orientação sexual tem que acontecer de forma natural, acompanhando o surgimento das dúvidas e aproveitando as oportunidades do dia a dia. Tratar o tema sem preconceitos torna tudo mais fácil. Aos pais ansiosos, cuidado: esperem seus filhos demonstrarem interesse pelo assunto. Dar informações muito cedo pode gerar confusão e/ou medos. Como saber qual é a hora certa? Conhecendo seu filho você vai saber, seja através de perguntas que ele faça ou de mudanças de comportamento.

Рубрики
Todo sobre el embarazo

Colágeno funciona? Veja benefícios, como tomar e fontes

Aproximadamente um terço da proteína de nosso corpo é colágeno. Ele tem uma função estrutural que protege outros tecidos menos resistentes e permite a sua conexão com o esqueleto ósseo.

Vamos esclarecer tudo o que você precisa saber sobre essa proteína ótima para saúde.

O que é?

O colágeno é uma proteína composta por 3.000 aminoácidos dispostos em três correntes moleculares entrelaçadas, formando uma espécie de hélice tripla flexível e robusta.

Ele tem inúmeros atributos: deixa a pele resistente e elástica, reforça tendões e ligamentos que unem os músculos aos ossos e sustenta os órgãos internos. Ossos e dentes são feitos pela adição de minerais à matriz de colágeno, e 75% da pele é colágeno.

Tipos de colágeno

Mais de 20 tipos de colágeno são encontrados no corpo, de acordo com um artigo publicado na revista científica Advanced Drug Delivery Reviews.

A estrutura e a função do colágeno são determinadas pela sequência dos aminoácidos. Em alguns tecidos, como órgãos, o colágeno pode ter a forma de um gel.

Em outros, como os tendões, o colágeno vem como fibras apertadas para fornecer a resistência.

Fonte de colágeno

O colágeno é um produto de origem animal, e é basicamente extraído da pele, cartilagens e tendões de aves, suínos e bovinos.

Há um processo de agregação de água ao colágeno animal, chamado de hidrólise, obtendo-se assim o colágeno hidrolisado, em forma de pó branco.

Benefícios do colágeno

O colágeno atua no fortalecimento de unhas frágeis e promove maior resistência, espessura, crescimento e brilho aos cabelos.

A pele adquire mais tônus, hidratação, e pode haver uma redução da flacidez cutânea. O colágeno hidrolisado desempenha um papel importante na prevenção e no tratamento de dores articulares, artrose e osteoporose, e tem sido utilizado para minimizar a ocorrência de lesões na terceira idade, pois mantém o tecido articular mais hidratado e elástico.

Ele também é utilizado para prevenir lesões em atletas. Diversos estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos atestam esses benefícios.

Saiba mais:
Oito cuidados contra o envelhecimento da pele dos 40 aos 50 anos

Quando a produção de colágeno diminui?

A partir dos 25 anos, a produção de colágeno começa a diminuir (perdemos cerca 1% ao ano). «As linhas de expressão começam a aparecer, resultando em uma pele mais frágil e menos elástica, ou seja, flácida», explica a nutróloga Paula Guidi.

De acordo com a especialista, outro ponto importante é que as mulheres produzem menos colágeno do que os homens. Estudos comprovam que no período da menopausa a velocidade de perda dessa proteína é aumentada, chegando a atingir 30% nos primeiros cinco anos.

Colágeno comestível

O colágeno hidrolisado é composto por 90% de proteína, 2% de sais minerais, e 8% de água. Sua classificação é descrita como uma proteína comestível e seus principais aminoácidos são prolina e lisina, responsáveis pela síntese de colágeno endógeno com a ajuda de alguns cofatores, citados abaixo.

Ele é isento de gordura, colesterol e carboidratos. Além de tudo, é uma proteína de fácil digestão e assimilação devido ao processo de hidrólise, com inúmeras indicações tanto na área de saúde como nos cuidados com a beleza da pele, cabelos e unhas.

Aprenda como consumir colágeno - Foto: yulisitsa/Shutterstock
Aprenda como consumir colágeno — Foto: yulisitsa/Shutterstock

Como consumir colágeno hidrolisado

A dose recomendada é de dez a vinte gramas diárias (1 a 2 colheres de sopa) de colágeno hidrolisado diluído em meio copo de suco, leite ou iogurte.

A nutróloga Tamara recomenda o colágeno em pó puro, sem a adição de corante e adoçante. Uma forma muito prática é a apresentação em balas tipo goma, que contêm colágeno associado ao óleo de coco, garantindo um benefício duplo.

«Os primeiros efeitos podem ser notados após dois a três meses de consumo diário», explica. O colágeno hidrolisado é um alimento e não há nenhuma restrição ou contraindicação, nem limite de tempo para o seu uso.

O corpo produz colágeno

Existem nutrientes que ajudam o corpo a sintetizar e a preservar o colágeno por diversos caminhos metabólicos, agindo como cofatores. Para isso é preciso consumir alimentos ricos em lisina, ômega 3, vitamina A, enxofre, licopeno e vitamina C.

A lisina está presente em laticínios, carnes, aves, peixes e frutos do mar, ovos, lentilha, tofu, quinoa e semente de abóbora. Pescados fornecem o ômega 3, que reduz a degradação de colágeno, e neste grupo também entram chia, linhaça, nozes, castanhas e abacate. Fontes de enxofre incluem alho, cebola, azeitonas, couve-de-bruxelas, ovos, pepino e aipo.

Dessa forma, a vitamina A trabalha em conjunto com o enxofre para produzir novas fibras de colágeno e elastina, e está presente em frutas e vegetais de cor verde, vermelha, laranja e amarela, como cenoura, batata doce, melão, manga etc.

O licopeno inibe a colagenase, uma enzima que destrói o colágeno, e se concentra no tomate, melancia, goiaba, acerola, pimentão vermelho e beterraba.

Para finalizar, não pode faltar vitamina C, que se junta à lisina e prolina para formar os blocos de colágeno no corpo, abundante em frutas cítricas, vegetais folhosos de cor verde escura, pimenta vermelha, pimentão, goiaba, acerola, açaí e kiwi.

Saiba mais:
Vale a pena usar a suplementação de colágeno?

Reposição de colágeno em vegetarianos

Como o colágeno está presente em produtos de origem animal, os vegetarianos precisam ser bem cuidadosos na hora de montar o prato para não ter deficiência desta proteína essencial à saúde.

Os precursores de colágeno citados acima não podem faltar, e a maior dificuldade reside na obtenção de lisina, pois a prolina é sintetizada pelo corpo a partir de outros aminoácidos.

Os ovolactovegetarianos não têm problema para obter lisina, pois ovos e laticínios são excelentes fontes do aminoácido.

A nutróloga Tamara Mazaracki listou algumas opções para os veganos, como:

  • Seitan (bife de glúten de trigo)
  • Proteína de soja (leite, tofu e carne de soja)
  • Ervilha
  • Lentilha
  • Feijões
  • Levedo de cerveja
  • Oleaginosas
  • Manteiga de amendoim

Neste caso, é importante consultar um especialista para saber a quantidade indicada de cada alimento para obter níveis adequados de lisina.

Suplemento alimentar

Por ser uma proteína de fácil digestão e assimilação, o colágeno é um suplemento alimentar com inúmeras indicações na área de saúde.

Com o passar dos anos ocorre uma redução gradual de colágeno nos tecidos corporais, e ele também sofre em qualidade, tornando-se menos elástico e hidratado.

O colágeno suplementar é usado para prevenir a degradação do colágeno corporal, ajudando assim a manter pele, tendões, ossos e ligamentos mais saudáveis.

«Estudos comprovam que usar diariamente o colágeno como suplemento nutricional pode melhorar, de forma significativa, diversos fatores na saúde interna e externa de quem usa», afirma a dermatologista Gladys Mattei.

Fontes consultadas

  • Nutróloga Tamara Mazaracki (CRM-RJ 52301716)
  • Nutróloga Paula Machado Guidi (CRM-SP 136053)
  • Dermatologista Gladys Mouessati Abud Mattei, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (CRM-SP 132042).

TAGs:
colágeno

Рубрики
Todo sobre el embarazo

Respostas para 17 dúvidas comuns sobre a acne

A tão odiada acne não é coisa só de adolescente. Há muitas mulheres e homens que sofrem deste mal também na fase adulta. Para lidar com este problema, é preciso entender as causas e fatores responsáveis pelo aparecimento das temidas espinhas. Até mesmo nossa alimentação pode influenciar no processo. A seguir, confira as respostas para todas as suas dúvidas sobre o tema.

1. Qual a diferença entre a acne na adolescência e na fase adulta?

Do ponto de vista clínico, nenhuma, já que as lesões são muito semelhantes. No entanto, a acne na adolescência é auto-limitada, ou seja, ao redor da terceira década tende a curar, sendo sua causa a condição genética propriamente dita. Já a acne adulta, é uma condição que, geralmente, é associada às questões hormonais, principalmente, alterações hormonais ovarianas, só se resolvendo mediante ao tratamento desta causa.

A acne adulta, é uma condição que, geralmente, é associada às questões hormonais, principalmente, alterações hormonais ovarianas

2. Quais as principais razões para o aparecimento da acne na fase adulta?

A principal são os cistos ovarianos. No entanto, o uso de medicamentos como anticoncepcionais, alguns antiinflamatórios, corticoides e, até mesmo, quimioterápicos, também podem ocasionar o início deste quadro.

3. Como se forma a espinha?

As espinhas (acne) se formam porque há o entupimento do ducto que drena para a superfície da pele o sebo produzido pela glândula sebácea. Esta rolha de ceratina é o chamado cravo, que em seguida inflama, deixando as lesões avermelhadas e pustulosas. A rolha é secundária à irritação do sebo que tem composição diferente (mais irritativa) do que de uma pessoa normal.

4. A herança genética influencia?
Sim, sem dúvida. Filhos de pais com acne têm mais chances de apresentarem acne na vida que os filhos de pais sem acne.

5. Quais são os graus de acne?

São 5 graus:

grau 1 — comedoniano: quando há o predomínio de cravos)

grau 2 — pápulo-pustulosa; quando predomina pontos vermelhos e de pus

grau 3 — cística: quando há o predomínio de cistos

grau 4 — conglobata: quando há cistos e ductos pustulosos que se intercomunicam

grau 5 — fulminante: quando há sintomas gerais, como febre, mal-estar e dores no corpo associados ao grau 5.

6. Quem sofre mais: as mulheres ou os homens e por quê?

Geralmente, as mulheres, devido à causa hormonal ovariana ser a principal causa desencadeante deste tipo de acne.

7. Em qual área do corpo é mais comum o surgimento da acne na fase adulta?

O surgimento da acne, geralmente, se limita à face, principalmente, na região mandibular.

8. Quais são as opções para tratamento?

Antes de tudo, tratar a causa: se for decorrente de cistos ovarianos, estes devem ser tratados; se for decorrente do uso de algum medicamento, este deve ser trocado.

9. O que há de novo no tratamento da acne?

Não há nada de novo. A nova tendência é a associação de retinóico sintético (adapaleno) com o agente que diminui a proliferação de bactérias (peróxido de benzoíla).

10. Como é feito o tratamento?

Sempre deve ser prescrito por um dermatologista, de acordo com a gravidade de cada caso.

11. A alimentação pode influenciar?

Cada vez mais, temos encontrado explicações na literatura que apontam para esta associação. Alimentos ricos em glicose e carboidratos, por estimularem a produção de insulina, parecem estar mais associados com esta piora. Neste sentido, o chocolate também participa de tal processo.

12. O excesso de maquiagem pode levar à formação de espinhas?

Sim, principalmente naqueles que já têm tendência à acne, pois fecha mais os poros, diminuindo a excreção do sebo.

13. E o uso indiscriminado de cremes, loções e protetores, ainda mais quando não são adequados ao tipo de pele, também podem favorecer o aparecimento da acne?

Sim.

14. Fumar também pode estar associado ao surgimento da acne?

Isto não está muito bem estabelecido, mas, atualmente, já existem algumas linhas de pesquisa que falam que o fumo, até mesmo a maconha, pode piorar o quadro de acne.

15. Quando é necessário procurar outros especialistas (como endocrinologistas e ginecologistas) para tratar o problema?

Sempre que houver suspeita de que a acne não seja uma condição genética exclusiva no paciente, mas sim, secundária a algum problema corporal, como alterações hormonais.

16. Quais as recomendações (dicas para lavar, proteger e hidratar a pele) para que o tratamento seja mais eficaz (especialmente no caso de uso de cremes e pomadas)?

Este deve ser prescrito pelo dermatologista, no ato de se indicar um tratamento, para que o uso seja compatível com os produtos indicados e, também, com o tipo de pele de cada um.

17. O que a mulher com acne deve evitar? O que acentua ainda mais o problema ou pode desencadeá-lo?

O uso de anticoncepcionais que não sejam específicos para o público de mulheres portadoras de acne.

Saiba mais:
Quiz: Você sabe aliar maquiagem e acne?

TAGs:
acne

cravos

espinhas

Рубрики
Todo sobre el embarazo

Dormir mal pode te impedir de emagrecer

Dormir bem é tão importante para o bem-estar quanto comer de forma equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e administrar o estresse.

Nossas avós já diziam que é importante dormir bem para poder crescer e ter boa disposição. E elas sempre tiveram razão.

A ciência já demonstrou há um bom tempo que a liberação do hormônio de crescimento (GH) é maior durante o período do sono, contribuindo para não só para o crescimento como também para o bom desenvolvimento dos ossos e músculos.

Será que dormir poucas horas ou ter uma má qualidade do sono pode dificultar sua perda de peso e até fazer com que você engorde? Pesquisas realizadas nos últimos anos indicam que sim, e identificaram dois hormônios que estão envolvidos diretamente nesse processo: Leptina e Grelina.

A privação crônica do sono parece realmente dificultar a perda de peso ou também a manter o peso ideal

A Leptina, que é produzida principalmente pelo tecido gorduroso, regula o seu apetite enviando sinal ao cérebro, indicando que você já comeu o suficiente e seu estômago está cheio.
Quando você dorme pouco, seus níveis de Leptina podem diminuir, favorecendo o aumento da necessidade de comer.

Já a Grelina, conhecida como hormônio do jejum, é produzida por células especificas do estômago e estimula o seu apetite. A falta de sono costuma elevar a produção de Grelina, consequentemente aumentando a fome.

Esse hormônio é tão importante que atualmente existe uma técnica de cirurgia bariátrica na qual é retirada parte do estomago, onde estão essas células que produzem grelina.

É claro que existem muitos outros fatores que podem contribuir com o aumento do peso, incluindo má alimentação, falta de exercícios físicos e certas condições médicas.

Procure fazer a ultima refeição do dia pelo menos duas horas antes de dormir para que o processo digestivo não atrapalhe seu sono; a pratica de exercícios físicos regulares leva à liberação de mensageiros químicos conhecidos como endorfinas, que trazem sensação de bem-estar e melhoram o padrão de sono.

A privação crônica do sono parece realmente ter papel importante no sentido de dificultar a perda de peso e também manter o peso ideal.

Levando em conta que a obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento de varias doenças, incluindo a apnéia obstrutiva do sono, é importante que você considere se está dormindo e entenda que o sono é fator determinante para ter boa saúde.

Saiba mais:
Sono é vital para a saúde
Рубрики
Todo sobre el embarazo

Geleia real é aliada contra o câncer e controla a pressão arterial

A geleia real é um superalimento recheado de nutrientes, fitoquímicos e antioxidantes, e esta composição química notável é a responsável por seus inúmeros benefícios à saúde. Ela previne contra certos tipos de câncer, reduz a pressão arterial, atua na infertilidade, baixa os níveis de colesterol LDL, protege o fígado, combate a inflamação, cura distúrbios digestivos, previne o envelhecimento prematuro e melhora a circulação sanguínea.

O que é a geleia real?

A geleia real é uma substância com textura espessa e cor branco-leitosa, secretada por abelhas operárias para alimentar suas larvas e rainhas. As larvas de operárias só consomem a geleia real por 4 dias, enquanto a abelha-rainha é alimentada com ela durante toda a vida, e vive 40 vezes mais do que as abelhas operárias, certamente devido ao grande poder nutritivo da geleia real. Ela é rica em uma proteína, a royalactina, que altera o fenótipo da abelha comum para produzir uma abelha-rainha, com ovários desenvolvidos e com um tamanho muito maior do que as outras abelhas.

Nutrientes da geleia real

Geleia real contém uma rica variedade de nutrientes, incluindo minerais (cálcio, cobre, ferro, fósforo, silício, enxofre, potássio), vitaminas (complexo B, biotina, inositol, ácido fólico), antioxidantes polifenois, ácidos nucleicos, gamaglobulina (um potente imunoestimulante) e 17 aminoácidos diferentes, incluindo os 8 aminoácidos essenciais (que o corpo humano não consegue produzir e deve obter através dos alimentos).

Ação anticancerígena

De acordo com um estudo, publicado na BMC Complementary and Alternative Medicine em 2009, a geleia real combate o câncer suprimindo o fornecimento de sangue aos tumores. Este efeito é devido ao ácido cafeico, um antioxidante do tipo polifenol. Além disso, os componentes lipídicos da geleia real neutralizam os efeitos hormonais do bisfenol-A (um estrogênio ambiental encontrado em plásticos, que estimula a proliferação de células cancerosas nas mamas, colo de útero e próstata), o que pode ajudar no combate ao câncer nestes órgãos. Nós estamos expostos a dezenas de estrogênios ambientais causadores de câncer através da água potável, cosméticos, utensílios plásticos, embalagens e na própria comida.

Ação antioxidante

A oxidação de células pela ação de radicais livres leva ao surgimento de câncer, doenças cardíacas, envelhecimento acelerado e outras doenças degenerativas. Alguns alimentos têm enormes quantidades de antioxidantes, o que ajuda a prevenir o desgaste celular. Segundo um estudo publicado no Agricultural Food Chemistry em 2008, a geleia real contém quantidades elevadas de vários antioxidantes.

Melhora a fertilidade

A função exata da geleia real no processo de fertilidade não é clara, e a hipótese é que seu impacto sobre a fertilidade humana está ligado à royalactina, a proteína que torna a abelha-rainha sexualmente viável e capaz de produzir milhões de larvas durante seu tempo de vida. Vários estudos mostram que a geleia real aumenta a fertilidade dos homens e melhora a motilidade dos espermatozoides, potencializando assim as chances de concepção. Ela também estimula a produção de estrogênio, estabilizando os ciclos menstruais em mulheres, e ainda pode aumentar a libido de ambos os sexos.

Ajuda a controlar a pressão arterial

A pesquisa revelou que algumas das proteínas encontradas na geleia real têm um efeito direto sobre os níveis de pressão arterial em seres humanos. Estas proteínas combinadas com o potássio presente na geleia real atuam como um vasodilatador para diminuir o estresse nos vasos sanguíneos, o que se reflete em redução da pressão.

Ação antienvelhecimento

A geleia real contém os oito aminoácidos essenciais, necessários para produzir novas proteínas no organismo e manter o nosso metabolismo funcionando corretamente. Ela ajuda a aumentar a regeneração celular, impulsiona o crescimento de tecido muscular, aumenta a força óssea, melhora a função cognitiva e otimiza os processos enzimáticos/hormonais no corpo, resultando em mais saúde.

Ação anti-inflamatória

A inflamação crônica é uma causa importante de doenças cardíacas e outras enfermidades degenerativas, como Alzheimer, osteoartrite e câncer. Um estudo feito no Japão mostrou que a administração da geleia real suprimiu a ação de diversos fatores inflamatórios.

Ação antidiabetes e anticolesterol

Alguns estudos mostraram que a geleia real tem uma ação insulínica, ou seja, ela ajuda na absorção e utilização da glicose sanguínea. Uma pesquisa publicada no Nutrition Journal em 2012 comprovou que a geleia real também age na tolerância a glicose, contribuindo para níveis mais baixos de glicemia, o que ajuda na prevenção do diabetes. Em um estudo japonês os voluntários consumiram seis gramas da geleia real por dia durante um mês. Os níveis de colesterol total e de LDL diminuíram significativamente.

Como consumir a geleia real

A geleia real fresca (que deve ser mantida no congelador) é a melhor forma para consumo porque as opções processadas (em cápsulas ou em sachês) são submetidas ao calor, secagem e outras manipulações que podem inativar os nutrientes e as enzimas responsáveis por fornecer os benefícios listados acima.

Quantidade recomendada

Uma colher de cafezinho cheia contém um grama e meio de geleia real. Ela pode ser consumida duas a três vezes por dia, e deve ser colocada embaixo da língua para potencializar a absorção dos ativos.

Contraindicações

Algumas pessoas são alérgicas ao mel, ao pólen e à geleia real. A reação alérgica pode ser severa e até causar anafilaxia. Quem tem um histórico de alergias deve consultar o alergologista antes de consumir a geleia real.

Рубрики
Todo sobre el embarazo

Ferro previne a anemia e faz bem ao coração; veja alimentos

O ferro é essencial ao organismo e pode ser encontrado em diversos - Créditos: Bitt24/Shutterstock
O ferro é essencial ao organismo e pode ser encontrado em diversos — Créditos: Bitt24/Shutterstock

O ferro é um mineral essencial. Ele é fundamental para o bom funcionamento das células e para a síntese de DNA e metabolismo energético. Na hemoglobina o ferro tem a função de transportar oxigênio para o músculo em atividade. Como componente da mioglobina, atua como fixador do oxigênio nas fibras musculares cardíacas e músculo esquelético, para proteger de lesão muscular durante os períodos da privação de oxigênio.

O ferro desempenha papéis na produção de colágeno e elastina, dois componentes necessários na integridade do tecido conjuntivo, na manutenção do sistema imunológico, na produção e regulagem de vários neurotransmissores cerebrais e na proteção contra danos provocados por oxidantes.

O organismo humano recebe ferro de duas formas: o ferro exógeno, proveniente dos alimentos ingeridos, e o ferro endógeno, proveniente da destruição das hemácias, que libera cerca de 27 miligramas desse metal para ser reutilizado pelo organismo.

Um indivíduo adulto saudável tem em seu organismo de 4 a 5 gramas de ferro. O ferro se divide entre ferro não heme e ferro heme, este último é melhor absorvido pelo organismo.

Saiba mais:
Anemia leva a falhas neurológicas e cardíacas se não for tratada

Benefícios comprovados do ferro

Previne anemia: O ferro é um dos principais componentes da hemoglobina, pigmento das células vermelhas do sangue. A falta do mineral faz com que o organismo produza menos células vermelhas, o que irá caracterizar o quadro de anemia.

A condição mais comumente associada à deficiência de ferro é a anemia ferropriva, encontrada frequentemente em crianças, adolescentes e gestantes. Deve-se observar que a deficiência de ferro também pode ocorrer sem anemia, produzindo sintomas como fadiga, problemas de comportamento (diminuição da vivacidade e dificuldade de concentração), fraqueza muscular e maior suscetibilidade a infecções.

Bom para o coração: O ferro é importante para o coração porque é parte formadora de proteínas chamadas mioglobinas, que estão presentes no miocárdio (músculo do coração) e são responsáveis pela boa oxigenação deste músculo.

Bom para a imunidade: A presença de ferro ajuda a melhorar a imunidade porque este mineral age na manutenção do sistema imunológico. A deficiência de ferro contribui para falhas cognitivas incluindo menor desempenho neuropsicológico em bebês, crianças em idade pré-escolar e em idade escolar, adolescentes e adultos.

Essencial para a oxigenação: O ferro é essencial para o transporte de oxigênio para todo o corpo. Na hemoglobina transporta oxigênio para o músculo em atividade. Como componente da mioglobina, atua como fixador do oxigênio nas fibras musculares cardíacas e músculo esquelético, para proteger de lesão muscular durante os períodos da privação de oxigênio.

O feijão possui boas quantidades de ferro - Foto: Getty Images
O feijão possui boas quantidades de ferro — Foto: Getty Images

Fornece energia: O ferro participa no transporte e utilização do oxigênio para a produção de energia.

Bom para a pele: O ferro desempenha um papel na produção de colágeno e elastina, ambos componentes necessários na integridade do tecido conjuntivo. Por isso, é essencial para manter a saúde da pele.

Bom para gestantes e crianças: É muito comum as gestantes e lactantes precisarem do suplemento de ferro. O mineral melhora a capacidade cognitiva e de aprendizado da criança, diminui o risco de morte maternal no parto e no pós-parto, melhora a resistência à infecções e é fundamental num crescimento saudável.

Deficiência de ferro

A deficiência de ferro pode ocorrer em pessoas com deficiência de ferro por baixa ingestão de alimentos ricos no mineral ou por má absorção do mesmo. Além disso, gestantes e praticantes de atividade física devem sempre consultar um profissional para haver se há necessidade de suplementar ferro.

A deficiência de ferro pode causar apatia, irritabilidade, sonolência excessiva, redução da capacidade de aprendizado, falta de ar e tonturas. Além disso, deficiência de ferro contribui para falhas cognitivas incluindo menor desempenho neuropsicológico em bebês, crianças em idade pré-escolar e em idade escolar, adolescentes e adultos. Algumas descobertas de pesquisas indicam que a deficiência precoce de ferro (na infância) pode causar consequências neuropsicológicas irreversíveis. Entretanto, o fornecimento adequado na pré-escola e em crianças mais velhas parece melhorar a performance cognitiva.

Saiba mais:
Anemia: o que é, sintomas e alimentos que combatem

Interações com o ferro

Zinco pode atrapalhar a absorção do ferro por competição de local de absorção. O cálcio é uma substância que interfere negativamente na absorção de ferro, por isso a recomendação é evitar o consumo de alimentos ricos neste nutriente com fontes de ferro.

A couve possui boas quantidades de ferro - Getty Images
A couve possui boas quantidades de ferro — Getty Images

Tanino presentes em chás, cafés, ervas e vinho tinto, fitatos, presentes em algumas leguminosas, oleaginosas e cereais, oxalatos encontrados no espinafre, chocolate, cacau e beterraba, dificultam a absorção do ferro.

Já a vitamina A demonstra maior absorção quando consumida junto com alimentos riscos em ferro. A vitamina C contribui para a melhor absorção do ferro.

Saiba mais:
Melhore a saúde do seu coração com 13 medidas

Fontes de ferro

As principais fontes de ferro são: carnes vermelhas, especialmente o fígado, peito de frango, marisco, ostras, leguminosas, como feijão e lentilha, vegetais verde-escuros, como couve, agrião, rúcula e espinafre, grão integrais, como arroz e cereais, pistache, abóbora cozida, vagem, uva passa e tofu.

Os alimentos de origem animal são fontes de ferro heme, enquanto os de origem vegetal são fontes de ferro não heme.

Quantidade recomendada de ferro

Quantidade recomendada de ferro
Bebês até seis meses
0.27 mg
Bebês até 12 meses
11 mg
Crianças de 1 a 3 anos
7 mg
Crianças de 4 a 8 anos
10 mg
Crianças de 9 a 13 anos
8 mg
Mulheres de 14 a 18 anos
15 mg
Homens de 14 a 18 anos
11 mg
Mulheres de 19 a 50 anos
18 mg
Homens de 19 a 50 anos
8 mg
Pessoas com mais de 50 anos
8 mg
Lactantes menores de 18 anos
10 mg
Lactantes acima de 19 anos
9 mg
Gestantes
27 mg

Fonte: National Institute of Health

Uso do suplemento de ferro

O uso do suplemento de ferro é orientado quando a pessoa está com deficiência deste nutriente. É comum orientá-lo para gestantes e lactantes. Vegetarianos e veganos também podem precisar da suplementação. O uso do suplemento só pode ocorrer após orientação do médico ou nutricionista.

Riscos do consumo em excesso

O excesso ferro caracteriza uma doença chamada hemocromatose. Esta doença se divide em primária e secundária. A hemocromatose primária é uma desordem genética transmitida nas famílias. Ela ocorre no nascimento. As pessoas com essa doença absorvem muito ferro pelo trato digestivo. O ferro se deposita no corpo, especialmente no fígado. Você tem maior probabilidade de adquirir essa doença se alguém da sua família já a tiver ou teve.

A hemocromatose secundária, adquirida, se deve a outras doenças relacionadas ao sangue como talassemia ou certas anemias ou muitas transfusões de sangue. Às vezes, ocorre em pessoas que sofrem de alcoolismo há longo tempo e outros problemas de saúde. A hemocromatose pode causar cirrose hepática e sérios danos renais, inclusive com importante perda de sua função.

Além disso, o excesso de ferro pode favorecer a gravidade das doenças isquêmicas cardiovasculares, neoplasias malignas, infecções, acidentes vascular cerebral, artrites e algumas doenças neonatais.

Fontes consultadas:

Nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, da empresa Consultoria Alimentar

Nutrólogo André Veinert da Clínica Healthme Gerenciamento de Perda de Peso

Рубрики
Todo sobre el embarazo

Sinais de alerta do Alcoolismo

Sinais de Alerta

Quanto de bebida é considerado além da conta?

Beber pode se tornar um hábito. Provavelmente, você tem amigos e familiares que bebem com freqüência. Isto é visto como algo normal e é socialmente aceito. Você pode até não se dar conta de quanto você bebe e de quão presente é a bebida em sua vida. É possível que você não esteja alerta porque a bebida ainda não lhe traz problemas. Mas, quanto mais você bebe, maiores são os riscos de se tornar viciado em álcool.

Você está bebendo muito se:

É mulher e bebe mais de três drinques em uma

única vez ou mais de sete drinques na semana

É homem e bebe mais de quatro drinques em uma saída ou mais de quatorze ao longo de uma semana

Os drinques citados acima podem ser:

Uma lata ou garrafa long neck de cerveja

Uma taça de vinho

Um drinque que contenha 40 ml de bebida destilada

Enquanto alguns estudos mostram que o consumo moderado de álcool pode ser bom para a saúde, a

maioria dos médicos não recomenda que você comece a beber porque tem problemas de coração ou alguma outra doença. Os riscos trazidos pelo consumo excessivo do álcool podem ser maiores do que seus benefícios.

Consumo de álcool

Muitas pessoas que têm problemas com bebidas são bem sucedidas em outras áreas de suas vidas e são capazes de esconder o alcoolismo por anos.

Quase sempre essas pessoas negam que sejam viciadas e recusam qualquer tipo de ajuda. Mas quando a pessoa consegue admitir para si e para seus amigos e familiares que tem um problema com o álcool, fica muito mais fácil conseguir se livrar da bebida e voltar a ter uma vida saudável.

Fique atento aos sinais abaixo para identificar a hora certa de pedir ajuda a um médico ou a alguma associação de apoio:

1. Desenvolvimento de tolerância, ou seja, o aumento da dose para gerar o mesmo efeito

2. Síndrome da abstinência sem beber, a pessoa tem sudorese excessiva, tremores, insônia, náuseas e vômitos, convulsões, alucinações. Se eles se anulam ao beber álcool, é sinal da síndrome.

3. Fissura por beber a qualquer momento

4. Problemas em diversas áreas da vida: no trabalho, nos relacionamentos, na saúde, tudo em função do consumo do álcool.